sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Fenojus participa de reunião no Ministério do Trabalho e Emprego

O Presidente da Federação Nacional dos Oficiais de Justiça do Brasil - Fenojus, Edvaldo Lima, acompanhado do Assessor Parlamentar Edinaldo Gomes, participaram, nesta quarta-feira (18/11), de uma reunião no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) com o Secretário de Relações do Trabalho, Sr. Manoel Messias Nascimento Melo. O objetivo da reunião foi esclarecer dúvidas sobre o futuro dos sindicatos dos Oficiais de Justiça e a posição da nova cúpula do ministério. 

O secretário afirmou que o Ministério do Trabalho e Emprego continuará reconhecendo os Oficiais de Justiça como categoria específica de servidores do Judiciário. Mas nada impede que o órgão mude o entendimento. 

Após a reunião no MTE os membros da Fenojus foram até o Congresso Nacional buscar apoio a projetos de interesse da categoria. 

InfoJus BRASIL: Com informações da Fenojus

TOCANTINS: Sojusto requer adequação do valor da Indenização de Transporte e alerta que poderá ocorrer limitação no cumprimento de mandados

Oficiais de Justiça do Tocantins vão decidir quais as providências serão adotadas pela categoria caso o Tribunal de Justiça do Tocantins não tome providências para fixar uma valor de indenização de transporte justo e adequado.

O valor atual da Indenização de Transporte no TJTO é de R$1.107,34 e não é suficiente para comprar e manter um veículo a serviço do Judiciário (despesas dos oficiais de Justiça incluem: compra do veículo, combustíveis, troca de óleos, impostos, seguros, depreciação, entre vários outros).

O Sindicato dos Oficias de Justiça Avaliadores do Estado do Tocantins (Sojusto) protocolou, na última terça-feira (17), junto à Presidência do Tribunal de Justiça do Tocantins um novo ofício relatando a situação vivida pelos oficiais com relação ao atual valor da Indenização de Transporte (IT) e o pagamento das locomoções nos mandados da Fazenda Pública . O documento nº 064/2015 e registrado no SEI n°: 15.0.0000.4976-7 ainda alerta que em virtude da situação o Sindicato pode deliberar em Assembleia a limitação do número de mandados cumpridos por mês.

Em 8 páginas o ofício assinado pelo presidente do Sojusto, Roberto Faustino, faz um relato detalhado e argumenta sobre a postura do TJTO para com os oficiais de justiça. No dia 29/04/2015 o Sindicato protocolou o Ofício nº 025/2015 requerendo a atualização do valor da IT, saindo de R$ 1.107, 34 para R$ 2.617,02, fundamentado por um estudo desenvolvido pelo DIEESE - Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos. Após 07 (sete) meses, uma Comissão criada pelo próprio TJTO emitiu um Parecer Técnico indicando o valor de R$ 330,00, sendo repudiado veementemente pelo Sojusto.

“A comissão de servidores levou em consideração dados que não refletem o trabalho dos oficiais. Temos certeza que os servidores da comissão jamais colocariam seus carros particulares à serviço do Judiciário para receber 330 reais. O que queremos é um valor justo”, afirma, Roberto Faustino.

De acordo com levantamento do Sindicato, os veículos dos oficiais de justiça rodam aproximadamente 40 mil Km/ano, no cumprimento de uma média diária de 14 mandados por profissional. "Como a quantidade de mandados distribuídos varia de Comarca para Comarca, opinamos pela utilização de uma média de 14 mandados por dia, distribuídos por Oficial de Justiça, para a base de cálculo no montante total do valor da indenização pretendida nos presentes autos, já que, em muitos casos, o Oficial necessita deslocar-se por diversas vezes ao mesmo endereço para conseguir executar o seu trabalho, além do fato do aumento da quantidade de ações ajuizadas com o advento do Processo Eletrônico", justifica o presidente do Sindicato.

No documento protocolado na presidência o Sindicato ainda expõem os problemas enfrentados no cumprimento de mandados da Fazenda Pública. O pedido é que o TJTO cumpra a Resolução nº 153, de 06 de julho de 2012, do CNJ - Conselho Nacional de Justiça, visando garantir o recebimento antecipado do valor necessário para o custeio de diligências nos processos em que o pedido seja formulado pela Fazenda Pública, Ministério Público ou beneficiário da assistência gratuita.

Caso o TJTO não reavalie a situação o Sojusto já se prepara para tomar medidas informadas em ofício, tais como:

Destarte, INFORMAMOS ao TJTO que diante de todo exposto, esta situação será levada para discussão e deliberação em Assembleia Geral da Categoria, que se realizará no dia 12/12/2015, onde será proposto para apreciação e votação dos Oficias de Justiça que: a partir 07 de janeiro de 2016 os Oficiais cumprirão:
i) Somente 45 (quarenta e cinco) mandados/atos urbanos por mês;
ii) Em relação aos mandados da zona rural que o TJTO disponibilize veículos oficiais proporcionalmente à necessidade de cada Comarca, devidamente abastecidos, NOS MOLDES DOS DEMAIS ÓRGÃO DOS ESTADO, visto a verba indenizatória que os Oficiais recebem ser LIMITADA, não podendo ser exigível que tais servidores continuem a arcar “do próprio bolso” com a prestação jurisdicional que é atividade-fim deste TJ; fato este que vem há anos comprometendo seus orçamentos domésticos;

O ofício informa ainda que, "caso o TJTO discorde das deliberações que serão tomadas na Assembleia Geral da Categoria, que forme Comissão para encarar definitivamente esta problemática, a qual deverá ser formada por pelo menos 01 (um) Oficial de Justiça de cada Comarca das 03 (três) Entrâncias, bem como pelo Presidente desta entidade, visto serem eles que realmente sabem a real necessidade dos Oficiais no seu labor diário".


InfoJus BRASIL: Com informações do Sojusto

MINAS GERAIS: Oficiais de Justiça de Uberaba podem deflagrar greve na próxima semana

Em Uberlândia, os oficiais de Justiça já deflagraram greve


Sabrina Alves

Oficiais de Justiça de Minas Gerais, em algumas comarcas do Estado, já adeririam à greve, por tempo indeterminado, desde o último dia 17. A decisão foi acatada pela maioria dos servidores em Assembleia Geral Extraordinária convocada pelo Sindicato dos Oficiais de Justiça de Minas.

Em nota, o diretor-geral do Sindojus/MG, Igor Leandro Teixeira, declarou que os Oficiais de Justiça estão revoltados com o retrocesso sobre os direitos da categoria. “O TJMG está ciente que esses servidores estão utilizando verbas do próprio salário para comprar e manter veículo particular para o cumprimento dos mandados judiciais, transferindo o ônus da prestação jurisdicional aos Oficiais. Está ciente de que o Estado de Minas Gerais deve ser o único Estado da Federação a não implementar o requisito de nível superior para o cargo de Oficial de Justiça. Está ciente, também, de que continua descumprindo a Lei da Data Base, sem argumentos jurídicos plausíveis”, declarou.

Em Uberaba, cerca de 54 oficiais de Justiça poderão cruzar os braços a partir da próxima semana. Segundo o delegado do Sindojus/MG, o oficial de justiça uberabense Fábio Ricardo Silva Gonçalves, a decisão na comarca local será discutida depois da mudança do fórum, prevista para esta sexta-feira (20).

“Aqui em Uberaba, vamos discutir a adesão à greve na próxima semana, por conta da mudança do fórum. Mas, a princípio, a probabilidade é pela adesão. O presidente do Tribunal chegou a fazer uma proposta aos presidentes dos sindicatos, que seria o pagamento de uma espécie de abono que compensaria o período de maio a dezembro; em janeiro de 2016, seria reajustado 2% do salário e, em maio, mais 4,28% de reajuste, totalizando 6,28%. Esse reajuste e o abono seriam para compensar o pagamento da data base, que deveria ser paga desde maio. A previsão é de que os sindicatos discutam em assembleia a aceitação. Por enquanto, a greve está sendo mantida em todo o Estado”, explicou Fábio, se referindo à proposta apresentada pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais na última quarta-feira (18), aos três sindicatos ligados ao tribunal: Sindicato dos Servidores da Justiça de Primeira Instância do Estado de Minas Gerais (Serjusmig), Sindicato dos Servidores da Justiça de 2ª Instância do Estado de Minas Gerais (Sinjus) e Sindicato dos Oficiais de Justiça Avaliadores do Estado de Minas Gerais (Sindojus).

O valor do abono, de acordo com o TJMG, seria entre R$ 4 mil e R$5 mil de acordo com o cargo. O acordo ainda está sendo discutido pelos sindicalistas.

InfoJus BRASIL: Com informações do Jornal de Uberaba

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Oficiais de Justiça do Ceará continuam em greve

Greve de 2002 com 134 dias de paralisação. De 2009 com 70 dias. A greve de 2010 com 7 meses de paralisação. Continuemos firmes até a vitória

Segundo informações colhidas junto às Comarcas, o movimento paredista da categoria dos oficiais de justiça continua firme na Capital e interior do Estado. Historicamente, as greves da categoria conseguiram atingir seus objetivos em razão da tenacidade dos oficiais de justiça, como exemplo as greves dos anos de 2002 com 134 dias de paralisação, de 2009 com 70 dias e a greve de 2010 com 7 meses de paralisação.

A Diretoria do Sindojus-CE continua com as articulações politicas e institucionais e aguarda-se para os próximos dias notícias que serão imediatamente divulgadas para a categoria. Nesta ocasião, o sindicato recomenda a todos os oficiais de justiça unidade e tenacidade para trazer mais uma vitória para categoria.

A administração do TJCE continua intransigente e desmarcou as duas últimas reuniões agendadas com o sindicato, não se importando com os imensos prejuízos causados aos operadores do direito e jurisdicionados com o prolongamento do movimento paredista. A categoria dos oficiais de justiça tem agendado para o dia 26/11 mais uma Assembleia Geral Extraordinária onde serão debatidos os rumos do movimento.

InfoJus BRASIL: Com informações do Sindojus-CE

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Oficiais de Justiça de Uberlândia aderem à greve dos servidores do TJMG

Eles aderiram à greve estadual que começou nesta terça-feira (17).
Trinta por cento do efetivo é mantido para cumprir medidas urgentes.

Fernanda Resende
Do G1 Triângulo Mineiro
Oficiais de Justiça de Uberlândia aproveitaram julgamento no fórum da cidade manifestar à favor de greve estadual (Foto: Fernanda Resende/G1)

Oficiais de Justiça de Uberlândia aderiram à greve estadual e paralisaram em partes os trabalhos nesta terça-feira (17), por tempo indeterminado. Os servidores reivindicam o cumprimento da lei para o Tribunal de Justiça (TJ), para que faça a recomposição das perdas salariais devido à inflação. De acordo com o oficial de justiça Gutemberg de Oliveira, 30% do quadro efetivo mantém os serviços para cumprir as medidas de mais urgências para a população.

Gutemberg de Oliveira informou, ainda, que o TJ é obrigado por lei a fazer a atualizações dos salários recompondo as perdas das inflações de todo o ano. Ele ressaltou que existe uma previsão na constituição estadual e federal e uma lei estadual, mas que esse ano o tribunal, apesar de ter condições, optou por não conceder o reajuste salarial.

“Por essa razão estamos entrando em greve e ainda estamos aderindo a outras duas. Uma é em apoio aos servidores do estado de Minas Gerais, que já perdura por 30 dias e a outra dos servidores da segunda instância, que se concentra na capital mineira”, disse Oliveira.

O oficial também comentou que parte da categoria está reunida em Belo Horizonte para tentar uma negociação e que eles esperam uma posição para avaliar a situação. Questionado sobre como ficam o serviçosm, Oliveira ressaltou que a greve tem uns requisitos legais importantes, já que os servidores não podem parar o serviço público. “Nós somos obrigados a garantir a continuidade do produto e mantemos 30% do nosso efetivo para cumprir as medidas que são de mais urgências para a população”, concluiu.

InfoJus BRASIL: Com informações do portal G1

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