quarta-feira, 11 de abril de 2012

Oficiais de Justiça resgatam cães agredidos na BA

Dois cães que sofriam maus-tratos da dona, moradora do bairro de Pau da Lima, em Salvador, foram resgatados ontem por oficiais de Justiça, em cumprimento a uma liminar de busca e apreensão dos animais expedida segunda-feira pela 3ª Vara Cível. Segundo vizinhos, a proprietária dos animais, conhecida como Conceição, os espancava frequentemente.

Um vídeo com uma sessão de agressão a um dos cães foi gravado na sexta-feira por uma vizinha e divulgado no You Tube. O caso ganhou notoriedade ao ser exibido pela Rede Bahia. Desde então a dona dos cachorros não é vista no bairro. A casa onde estavam os cães teve de ser arrombada para que os animais fossem resgatados. Os cães serão levados para uma ONG.

Fonte: O Diário.com

APOSENTADORIA ESPECIAL: oficiais de Justiça entregam memoriais na Câmara dos Deputados


 
Oficiais de Justiça de São Paulo estiveram em Brasília, na última quarta-feira (04), e entregaram memoriais aos assessores e chefes de gabinetes dos parlamentares que compõem a Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público (CTASP) da Câmara dos Deputados.

Durante o trabalho, os Oficiais tiveram um breve encontro com o deputado Alex Canziani (PTB/PR), onde foi solicitado o apoio do parlamentar para a inclusão dos Oficiais de Justiça no PLP 330/2006.

Os servidores também se encontraram com o deputado Laércio Oliveira (PR/SE) que declarou ser favorável a inclusão dos Oficiais no projeto que trata da Aposentadoria Especial.

Os Oficiais de Justiça ainda pediram o apoio de Ricardo Berzoini (PT/SP) e entregaram memoriais aos assessores dos parlamentares que pediram vista do projeto: Silvio Costa (PTB/PE), Fátima Pelaes (PMDB/AP) e Mauro Nazif (PSB/RO).

PLP NÃO ESTÁ NA PAUTA DA CTASP DESTA QUARTA-FEIRA


O PLP 330/2006 não está na pauta da Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público (CTASP) desta quarta-feira (11). Segundo informações do assessor parlamentar da Fenassojaf, Alexandre Marques, o motivo é a inclusão do PL 6613/2009 na pauta da CFT.

De acordo com Marques, o relator da matéria, Roberto Policarpo (PT/DF), solicitou que o projeto não fosse incluído na pauta desta semana para que estivesse presente na sessão da Comissão de Finanças, onde também é o relator do PCS dos servidores do Judiciário.

O PLP 330/2006 deve estar na pauta da CTASP na próxima quarta-feira (18).

Desde já, a Fenassojaf convoca todos os Oficiais de Justiça a estarem em Brasília nesta data para acompanhar a decisão dos membros da Comissão de Trabalho da Câmara.

FENASSOJAF: TRABALHO EM BENEFÍCIO DO OFICIALATO

Fonte: Fenassojaf

terça-feira, 10 de abril de 2012

TJSP: Morre o desembargador paulista Adilson de Andrade

    
Nesta terça-feira (10) morreu o desembargador Adilson de Andrade aos 60 anos de idade. O corpo foi encontrado em sua residência, em Santos, nesta manhã, com dois tiros no abdómen. No boletim de ocorrência a morte foi registrada como suspeita. O presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, desembargador Ivan Sartori, decretou luto oficial de três dias nas unidades judiciárias de todo o Estado.

Adilson de Andrade é formado pela Faculdade Católica de Direito de Santos, turma de 1975. Foi escrevente do 2º Cartório de Notas e Ofício de Justiça, Seção Judiciária, em São Paulo de 1979 a 1981. Ingressou na magistratura em 1982 na 36ª Circunscrição Judiciária de Araçatuba, foi removido para a 1ª CJ com sede em Santos e judicou ainda nas comarcas de Juquiá, Cotia e São Vicente, Foro Regional de Jabaquara, na capital,  até ser promovido a desembargador, pelo critério de antiguidade, em 8 de março de 2006.

O desembargador Adilson de Andrade integrava a 3ª Câmara Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Comunicação Social TJSP – RS (texto) / Arquivo (foto)

Mantida condenação de homem que usou rottweiler para prender oficial de Justiça em sua residência

 
DECISÃO 
 
A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a condenação de homem que usou dois cães rottweiler para ameaçar e prender em um quarto de sua residência oficial de Justiça que cumpria ordem judicial. A pena total é de quatro anos de reclusão e um ano e seis meses de detenção, em regime fechado.

O homem foi condenado pelos crimes de desacato, resistência, lesão corporal e cárcere privado. Ele teve a apelação negada pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), daí o pedido ao STJ. Com o habeas corpus, pretendia cancelar a condenação por cárcere privado e desacato. Além disso, segundo a defesa, a pena devia ser ajustada por ele ser primário.

Para o ministro Og Fernandes, porém, a sentença e o acórdão do TRF2 foram devidamente fundamentados nos fatos, o que afasta qualquer ilegalidade das decisões. A condenação foi integralmente mantida.

Resistência e desacato

Conforme a sentença, o condenado conseguiu evitar a execução da ordem judicial, o que configura a resistência. A defesa argumentava que o oficial agiu com excesso ao ingressar na residência, mas provou-se que foi convidado a entrar pela companheira do réu.

Para o TRF2, esse crime se consumou quando o réu, declarando-se coronel da Aeronáutica, levantou-se nu da cama e deu voz de prisão ao oficial de Justiça. A resistência foi inclusive violenta, com aplicação de “gravata”, socos e empurrões contra a vítima.

O desacato também estaria provado pelos depoimentos do próprio réu e de sua empregada. O réu afirmou que teria mandado o oficial se sentar, mas “apesar de não se recordar, é provável que tenha ameaçado” o agente com um vaso de vidro.

Sua empregada declarou que “algo inusitado ocorria no imóvel”, porque teria ouvido o oficial gritar duas vezes “você é louco”. Os gritos teriam origem na parte de cima da casa, mas ela não subiu para ver o que acontecia. Ela também afirmou não ter visto o oficial deixar a casa. Para o juiz, ambos os depoimentos apontavam a ocorrência do crime de desacato.

Segundo o TRF2, o desacato se consumou quando o réu vestiu cueca e colocou nela objetos pessoais da vítima, que haviam caído no chão, como a carteira funcional. Conforme o acórdão, o ato demonstra o intuito de menosprezar, ofender e humilhar o servidor público.

Cárcere
Quanto ao cárcere privado, o caseiro do imóvel declarou que, quando o oficial chegou, os cães estavam na frente da residência. Quando o caseiro voltou da padaria, no entanto, encontrou apenas o condenado, vestindo short de dormir. Disse que perguntou à empregada sobre o agente da Justiça. A empregada, em vez de responder, apenas apontou para o andar de cima.

A própria companheira do acusado confirmou que um dos cães estava solto no interior da casa e ela também estaria no “quarto dos rottweiler”. O caseiro também declarou ter se assustado com os cães soltos no interior da residência.

Fuga
Porém, na apelação, a defesa argumentou que o oficial em nenhum momento ficou privado de liberdade. Com 33 anos, ele teria deixado o local facilmente, sem ajuda ou maior esforço, saltando da janela para o telhado e podendo se afastar do local sem interferência ou perseguição.

Mas o TRF2 entendeu que o crime se consumou com a ordem dada pelo réu à vítima para que entrasse no compartimento composto de banheiro e closet, afirmando que se tentasse sair seria estraçalhado pelo cão rottweiler, que estava de prontidão. Para o TRF2, essa conduta já violou efetivamente o bem jurídico protegido: a liberdade de movimento.

“Por outro lado, na visão desta Corte, por mais jovem que fosse a vítima, o modo pelo qual saiu do recinto nada teve de normal, fácil ou tranquilo, afigurando-se, ao contrário, um ato de desespero, cuja execução implicou risco à própria integridade física. E ainda que abreviado pela fuga, restou entendido que o enclausuramento teve duração juridicamente relevante, razão pela qual foi mantida a condenação pelo crime de cárcere privado”, acrescentou o acórdão do TRF2, citado pelo relator. 

Fonte: STJ

PLC 30/2007: Porte de Arma

Senador Paulo Paim avoca relatoria do PLC 30/2007

Na segunda reunião ordinária da Comissão de Direitos Humanos do Senado, após a audiência pública relativa ao “Dia Nacional de Lutas dos Oficiais de Justiça”, que debateu o PLC 30/2007 (porte de arma), o Senador Paulo Paim avocou para si a relatoria do projeto.

Dia 18, próxima 4ª-feira, estaremos contatando pessoalmente o senador para solicitar agilidade na apresentação do relatório.

Fonte: FOJEBRA

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