quinta-feira, 7 de agosto de 2014

SINDOJUS/DF: trabalhando em prol dos oficiais de Justiça

SINDOJUS/DF reúne-se com o Presidente do TJDFT

Na última sexta-feira (01/08/2014), os diretores do SINDOJUS-DF, Kennedy Oliveira e Claudia Cardim, acompanhados do Diretor Presidente da AOJUS-DF, Gilberto Ataídes, estiveram reunidos com o Presidente do TJDFT para tratar do reajuste do valor da indenização de transporte do Oficialato daquela Casa de Justiça. Na oportunidade o Presidente, Desembargador Getúlio Vargas Moraes de Oliveira, após ouvir brilhante exposição jurídica e fática sobre o tema, demonstrou boa vontade e interesse em resolver a questão. O SINDOJUS-DF, apesar de contar com apenas três meses de existência, tem atuado de forma sistemática e aguerrida pelos interesses da categoria.

SINDOJUS/DF requer atualização do valor da Indenização de Transportes

O SINDOJUS/DF protocolou requerimento administrativo pleiteando a atualização do valor da Indenização de Transportes dos oficiais do TJDFT. O valor da Indenização de Transportes dos Oficiais de Justiça do Distrito Federal está defasada há vários anos e necessita de urgente atualização, pois os oficiais de Justiça do DF estão sendo obrigados a usar verbas salariais para custear as despesas para comprar e manter um veículo à serviço do Judiciário, pois o valor pago atualmente é insuficiente. A prestação jurisdicional é um dever do Estado e não do oficial de Justiça.

O requerimento administrativo deu origem ao PA n.º 12.898/2014 e aguarda decisão da administração do TJDFT.

Reuniões nos Fóruns

Entre dias 28 de julho e 05 de agosto/2014 os diretores do SINDOJUS/DF tiveram reuniões com os oficiais de Justiça em todos os Fóruns do TJDFT, tratando de vários assuntos do oficialato: Ações do sindicato; Indenização de Transportes; Filiações; Participação dos Oficiais de Justiça na greve convocada pelo Sindjus, entre outros.

Greve

O SINDOJUS/DF está convocando todos os Oficiais de Justiça do DF para comparecerem em Assembleia Geral Extraordinária que será realizada na próxima terça-feira (dia 12/08) às 12:30 horas em primeira chamada e às 13 horas em segunda chamada, a realizar-se na Sala dos Oficiais de Justiça do Fórum de Brasília (Prédio do TJDFT), para tratar dos seguintes assuntos: II - Participação dos oficiais de Justiça na greve convocada pelo Sindjus; II - Informes e Orientações Gerais.

Participe da luta dos oficiais de Justiça do Distrito Federal: acesse o site do sindicato (www.sindojusdf.org.br) e filie-se.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Eliana é procurada por oficial de Justiça, e SBT 'impede' o cumprimento da intimação

Eliana é processada por telespectadora do seu programa no SBT

Apresentadora é procurada pela Justiça
(Divulgação/SBT)


Eliana, 40, está sendo processada por uma telespectadora que se sentiu lesada por um ex-anunciante do seu programa.


De acordo com o jornal "Extra", a autora do processo pede R$ 67.500 por causa de uma loja virtual que oferecia no dominical alguns produtos eletrônicos com preços abaixo do mercado.

A apresentadora ainda não foi encontrada para receber a notificação. Apesar disso, um oficial da Justiça foi até o SBT para entregar o mandado para a artista. Porém, ele foi impedido de fazê-lo por seguranças da emissora que o encaminharam para o departamento jurídico.

O funcionário público acabou direcionado para outro endereço, um escritório de Eliana localizado no Pacaembu, Zona Oeste de São Paulo. Nos autos, o oficial não deixou a recusa barato: "Informo ainda que não me foi permitido encontrar a apresentadora pessoalmente, visto que estas 'estrelas' são protegidas pela empresa", escreveu ele.

O SBT, por meio de sua assessoria de imprensa, afirmou que a apresentadora apenas não recebeu a intimação porque não estava no local no momento em que o documento seria entregue. Veja a nota na íntegra:

“A apresentadora somente não recebeu a intimação, vez que não se encontrava na emissora. Assim, no sentido de agilizar o trabalho do Sr. Oficial de Justiça foi-lhe indicado os contatos e endereço do advogado da apresentadora; profissional este preparado para atender às demandas da Justiça. Em relação ao processo judicial, o Poder Judiciário já tem entendimento tranquilo de que a responsabilidade é do anunciante, vez que a apresentadora, tampouco a TVSBT venderam produtos eletrônicos para o autor da ação.”

Fonte: Yahoo

Colaboração:
Fagner de Sousa Andrade
Oficial de Justiça Avaliador -TJBA

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Servidores farão pressão no congresso para derrubar veto presidencial ao mandato classista remunerado

O Congresso Nacional deve discutir, nesta terça-feira (05), a partir das 19 horas, o Veto Parcial 15/2014 (item 26), aposto ao Projeto de Lei de Conversão nº 5, de 2014, oriundo da MP 632/2013, que trata, entre outros assuntos, do mandato classista remunerado.
Servidores de diversas regiões do país deverão estar em Brasília para acompanhar a votação e pressionar os parlamentares para a derrubada do veto presidencial. 

A pressão da categoria é fundamental, pois é preciso que 3/5 dos parlamentares votem contra a decisão da presidência da República para que o veto seja derrubado. Segundo informações da Fenajufe, primeiro votam os deputados e depois os senadores.

A Fenassojaf reforça a convocação para que os Oficiais de Justiça integrem as caravanas que estarão no Congresso nesta terça-feira para acompanhar a sessão e pressionar a derrubada do veto presidencial. A aprovação do mandato classista remunerado garantirá maior empenho das entidades representativas em favor de todos os servidores públicos federais.

Fonte: FENASSOJAF

O oficial de Justiça e a violência urbana

OPINIÃO
 
O oficial de Justiça é o profissional que faz materializar a pretensão jurisdicional das partes, por esse motivo sua participação se torna vital para o bom andamento da maioria dos atos processuais. Este servidor é conhecido como “longa manus”, a mão do magistrado, cuja função constitui uma atividade de suma relevância para que o Poder Judiciário consiga cumprir seu mister perante a sociedade.

O Oficial de Justiça, por desempenhar atividades eminentemente externas, está sujeito a inúmeros e constantes riscos à sua integridade física. Dentre outras atribuições mencionadas no CPC, incumbe ao Oficial de Justiça realizar prisões, busca e apreensão de bens e pessoas, separação de corpos, condução coercitiva de testemunhas, citações e intimações em comunidades carentes dominadas por gangues de traficantes de droga e outros delinquentes.

A violência vem atingindo índices tão preocupantes nos últimos anos, que é possível constatar o crescimento de assassinatos em ritmo semelhante tanto nos grandes centros urbanos quanto nas cidades menos populosas. Apenas pelo simples fato de atuar na rua, o Oficial de Justiça já está propício a se tornar vítima de delinquentes.

Por outro lado, o policiamento ostensivo é insuficiente, devido ao reduzido número no efetivo de policiais, à falta de equipamentos e de viaturas para atender às ocorrências, e ainda, remuneração incompatível com o exercício da função.

Com relação ao ambiente interno das unidades judiciárias, pode-se constatar que há segurança quase que absoluta para magistrados e servidores que desempenham funções nos setores administrativos e nos cartórios de justiça. O aparato de segurança é composto basicamente de câmeras de monitoramento instaladas em pontos estratégicos, portas com detector de metais e vigilância armada.

Além de todos esses recursos para proteção da integridade física, foi instituída em novembro de 2012, através da Resolução no 85, a Comissão de Segurança do Poder Judiciário, que tem como uma das principais ações a implementação de uma política de segurança para integrantes da magistratura, visando proteger juízes e juízas ameaçados em muitos dos casos que envolvem processos relacionados ao crime organizado. Nesta comissão, o grupo de trabalho atua preventivamente em ações que envolvam escolta com apoio das forças de segurança do Estado, com o objetivo de reprimir as ameaças. Estas iniciativas atendem a uma determinação do Conselho Nacional de Justiça – CNJ.

Diferente da realidade do aparato de segurança que existe no âmbito interno das unidades judiciárias e das ações voltadas à proteção de magistrados, na atividade laboral do Oficial de Justiça sempre existirá ocasiões que requerem negociação, exigindo noções de gerenciamento de crises. Consiste numa função de alta complexidade, em que se faz necessário saber lidar com conflitos originados entre as partes litigantes.

No contexto atual, uma quantidade cada vez menor de pessoas consegue aceitar decisões impostas ou determinadas por um magistrado, aumentando os casos de desobediência, insultos, ameaças e resistência ao cumprimento das ordens judiciais.

A própria natureza da profissão já é um risco. Dentre tantas atribuições, incumbe ao Oficial de Justiça o cumprimento de mandados de citação, notificação, intimação e alvará de soltura em estabelecimentos prisionais, e mais uma vez se expõe aos perigos. Em todo o país, verificam-se inúmeros casos de rebeliões e motins de presos, situações em que o oficial de justiça pode ser tomado como refém e até mesmo ser assassinado.

Por essas razões, o Oficial de Justiça corre um risco de vida constante, pois fica exposto a insultos e ameaças de forma real ou potencial, agressões físicas, roubos, tentativas de homicídio e até homicídios consumados (vários casos já foram registrados em diversos estados da federação).

Outro aspecto relevante a ser observado, refere-se ao fato de que, no desempenho da função, o Oficial de Justiça não está autorizado a portar arma de fogo. A atual Lei 10.826/2003 – Estatuto do Desarmamento – não contempla a nossa categoria com o porte de arma funcional. Se o Oficial de Justiça quiser adquirir uma arma de fogo, faz-se necessário apresentar uma quantidade absurda de documentos e além de arcar com as despesas de Avaliação Psicológica e Teste de Tiro, bem como enfrentar, na maioria dos casos, uma batalha judicial para fazer jus ao seu direito legítimo de portar arma de fogo para defesa (Lei 10.826/2003, art. 10 c/c art. 18, §2º, I da IN23/2005 da Polícia Federal).

Diante de todas estas situações de risco a que estamos expostos, não temos direito ao porte de arma de fogo funcional, colete balístico e nem treinamento de defesa pessoal. Além do mais, no momento em que precisamos da PM, quando discamos o número 190, a viatura demora de 30 a 50 minutos para chegar ao local da ocorrência. Vale salientar que cada segundo, na iminência de uma agressão, é fatal para o oficial de justiça.
Fica então a pergunta, o que fazer? Rezar? Correr? Ou mudar de profissão?

Por Waldemar Veras, Oficial de Justiça/TJPB

Fonte: ASSOJAF/GO

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Divulgado edital do concurso público com 474 vagas no Tribunal de Justiça de Goiás

O edital prevê 92 vagas para a especialidade Oficial de Justiça Avaliador.

O Tribunal de Justiça do Estado de Goiás é o primeiro a exigir nível superior para todos os cargos.

O presidente da Comissão de Seleção e Treinamento do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), desembargador Zacarias Neves Coelho (foto), divulgou na segunda-feira (4) o edital do concurso público para preenchimento imediato de 474 vagas para o cargo de Analista Judiciário do quadro de pessoal do Poder Judiciário de Goiás, além de formação de cadastro de reserva. O 1º Concurso Público Unificado para o provimento de vagas para cargos de nível superior, a serem preenchidas pelo regime estatutário, terá percentual mínimo de 5% das vagas para candidatos com deficiência, desde que existentes 20 ou mais vagas.

As inscrições poderão ser feitas no período de 14 de agosto a 8 de setembro deste ano. Para efetuar a inscrição, o interessado terá de acessar a página da FGV e efetuar o preenchimento do cadastro. O envio do requerimento vai gerar, automaticamente, a Guia de Recolhimento Simplificado (GRS), com valores de R$ 68,00 para os cargos nas áreas Judiciária e Especializada, e de R$ 63,00 para Apoio Judiciário e Administrativo. A Guia deverá ser impressa e paga em qualquer agência bancária do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco Itaú, sendo de responsabilidade do candidato a impressão e guarda do comprovante.

A isenção da taxa de inscrição poderá ser solicitada no período entre 14 horas do dia 14 de agosto e 23h59 de 17 de agosto de 2014. Somente haverá isenção para os candidatos que declararem e comprovarem falta de recursos financeiros para pagamento da taxa, nos termos do Decreto Federal nº 6.135, de 26 de junho de 2007, e do Decreto Federal nº 6.593, de 2 de outubro de 2009.

Provas

A seleção dos candidatos para os cargos de Analista Judiciário – Áreas Judiciária, Área Especializada e Área de Apoio Judiciário e Administrativo será por meio de prova escrita objetiva e prova discursiva, todas de caráter eliminatório e classificatório. As provas vão ser realizadas no dia 19 de outubro, em Goiânia (GO). Para o cargo de Analista Judiciário – Área de Apoio Judiciário e Administrativo, o horário da prova será de 8 às 12 horas. Já para Analista Judiciário – Área Judiciária e Área Especializada, a prova será no período da tarde, das 14 às 18 horas. Os resultados serão divulgados na internet e no Diário da Justiça Eletrônico. O concurso será de responsabilidade da Fundação Getúlio Vargas (FGV). (Texto: Fernando Dantas – Centro de Comunicação Social do TJGO).

InfoJus BRASIL: Com informações do TJGO

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