sexta-feira, 16 de março de 2018

Fojebra é recebida pelo líder do governo no Senado Federal, Senador Romero Jucá

Na terça-feira (13/03), a Federação Nacional das Entidades Sindicais do Brasil (Fojebra), através de seus diretores, foi recebida em reunião pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (MDB/RR). O objetivo do encontro foi solicitar a retirada do pedido de audiência pública referente ao PLC 030/2007, que trata da concessão do porte de arma. 

O presidente da FOJEBRA, Edvaldo Lima, relatou ao líder do governo as dificuldades legislativas para a aprovação do projeto, entre elas o pedido de Audiência Pública, ressaltando que já foram realizadas audiências na Câmara e no Senado sobre o mesmo tema.

O Diretor para Assuntos Legislativos da FOJEBRA, Joselito Bandeira , esmiuçou o andamento do projeto relatando as formas que podemos seguir para chegar ao resultado final e satisfatório.

O senador imediatamente despachou para que seu assessor providencie a retirada e deixou claro o seu apoio à aprovação da proposição. 


InfoJus BRASIL: Com informações da Aojesp

SP: Oficial de Justiça vira refém de bandidos em cumprimento de mandado

Um Oficial de Justiça lotado na comarca de São Bernardo do Campo foi interceptado por bandidos enquanto cumpria um mandado Judicial na comunidade Parque São Bernardo. O caso ocorreu no último dia 5 de março, mas só agora veio a público.

O Oficial de Justiça saiu para cumprir a ordem judicial com seu veículo, e quando chegou próximo ao endereço que constava no mandado, cerca de sete a oito homens o cercaram. Portando armas, drogas e maços de dinheiro, os bandidos pegaram o mandado e pediram que o servidor saísse do seu carro. Ele foi levado para uma viela e passou a receber ameaças de morte.

De acordo com Oficial, os bandidos mandaram foto do mandado por WhatsApp para alguém, que em seguida respondeu ordenando que o liberassem. Mas um dos indivíduos foi contra sua soltura e disse: “Você deu azar de estar aqui, na hora errada (...) A gente não vai te liberar, porque você já viu a nossa cara”, contou.

Após tensos minutos de negociação, o Oficial de Justiça foi salvo por um telefonema recebido por um dos bandidos com a ordem estrita pela sua liberação.

O crime foi registrado no 6º DP de São Bernardo do Campo.

“É evidente o risco que o Oficial de Justiça sofre no exercício da função. E a frequência com o que isso ocorre seguramente provoca danos psicológicos. Sem contar nos danos físicos e nos casos mais graves, quando o servidor perde a vida no cumprimento do trabalho”, destacou Magali Marinho Pereira, vice-presidente da AOJESP.

InfoJus BRASIL: Com informações da Aojesp

quinta-feira, 15 de março de 2018

Senador Cássio Cunha Lima (PSDB/PB) participa de reunião da Fojebra com presidente do Senado. Confira o vídeo


FOJEBRA participa de reunião no Ministério do Trabalho

Diretores da Federação Nacional dos Oficiais de Justiça do Brasil (Fojebra) se reuniram na Secretaria do Trabalho em Brasília, com objetivo de buscar medidas para contemplar as entidades sindicais que foram afetadas com a interrupção do imposto sindical. Segundo Carlos Lacerda, Secretário do Trabalho, o Ministério do Trabalho buscará uma solução emergencial para sanar tal medida e colocou o órgão a disposição da entidade.

Fonte: www.fojebra.com.br

quarta-feira, 14 de março de 2018

Presidente do Senado, Eunício Oliveira, recebe diretoria da Fojebra

Oficiais de justiça querem aprovação de porte de arma para a categoria


Nesta quarta-feira (14), o 1º vice-presidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), o presidente da Federação Sindical dos Oficiais de Justiça do Brasil (Fojebra), Edvaldo dos Santos Lima Júnior, e outros representantes da profissão defenderam a aprovação do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 30/2007, que permite o porte de arma de fogo para a categoria, em reunião com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE).

O PLC flexibiliza o Estatuto do Desarmamento (Lei 10826/2003) para permitir que os oficiais de Justiça, os peritos médicos da Previdência, os defensores públicos e os auditores tributários e avaliadores do Poder Judiciário dos estados tenham direito ao porte de arma de fogo particular ou fornecida pelo poder público. De acordo com o texto, a arma também poderá ser utilizada fora do horário de serviço, desde que o servidor comprove aptidão psicológica e capacidade técnica no manuseio.

O presidente da Fojebra explicou que a arma não seria usada de forma ostensiva, mas para defesa pessoal, tendo em vista casos de assassinatos de profissionais pelo cumprimento de ordens judiciais e mandados de prisão. O consultor jurídico da Federação, Joselito Bandeira, acrescentou que, apesar de existir a Instrução Normativa 23/2005 da Polícia Federal, que reconhece o direito do oficial ao porte de arma por ser considerada a atividade profissional de risco, a liberação depende da autorização do superintendente da PF nos estados, o que nem sempre acontece, por isso, a necessidade da legislação.

O presidente do Senado disse que não se opõe ao pleito dos oficiais de justiça e acredita que o ciclo do trabalho feito em nome do Estado deve ser completo. Segundo Eunício, a lei do desarmamento cumpriu o papel, mas foi além porque desarmou o Estado que ficou sem condições plenas de agir. Como a matéria é polêmica, o presidente recomendou a ampliação do debate para evitar que o projeto tenha destino semelhante ao do porte de arma de fogo para agente de trânsito, que foi aprovado no Congresso Nacional, mas vetado pelo presidente da República no ano passado.

Clique AQUI e veja a matéria publicada no site do Senado.

InfoJus BRASIL: Com informações da Agência Senado

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