quarta-feira, 16 de abril de 2025

PL: 4256/2019: Deputado Sanderson apresenta relatório favorável ao porte de arma para oficiais de Justiça

PL 4256/2019 avança na Comissão de Segurança Pública e deverá ser pautado nos próximos dias.

O Projeto de Lei 4256/2019, que altera o Estatuto do Desarmamento para autorizar o porte de arma de fogo aos oficiais de justiça e agentes de segurança socioeducativos, recebeu parecer favorável do relator, deputado Ubiratan Sanderson (PL/RS), na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados. O relatório foi apresentado no último dia 10 de abril e representa um importante avanço para a categoria, que há anos luta por esse reconhecimento por meio de suas entidades representativas regionais e nacionais.

De autoria do senador Fabiano Contarato (PT/ES), o PL propõe a inclusão expressa dessas categorias entre os profissionais autorizados a portar arma de fogo, em razão das atividades de risco que desempenham no dia a dia. O texto altera a Lei n.º 10.826, de 2003 (Estatuto do Desarmamento), com o objetivo de garantir o direito à autodefesa e segurança pessoal dos servidores.

No relatório, o deputado Sanderson destaca que os oficiais de justiça enfrentam situações de elevado risco ao cumprir ordens judiciais em áreas conflituosas, muitas vezes isoladas ou dominadas por organizações criminosas. São responsáveis, entre outras atribuições, pelo cumprimento de mandados de prisão, reintegração de posse, medidas protetivas e notificações em processos sensíveis, sendo frequentemente alvos de ameaças e retaliações.

O parlamentar afirma que o projeto “é oportuno, necessário e compatível com o ordenamento jurídico vigente”, ressaltando que a concessão do porte seguirá os mesmos critérios legais exigidos de outras categorias, como avaliação psicológica, capacitação técnica, idoneidade e comprovação da efetiva necessidade. “Trata-se de uma autorização responsável e condicionada, sem prejuízo ao controle do poder público sobre a concessão e a fiscalização do porte”, enfatiza o relator.

Além dos oficiais de justiça, o PL também beneficia os agentes de segurança socioeducativos, que atuam diretamente na contenção e acompanhamento de adolescentes em conflito com a lei, muitas vezes em condições semelhantes às enfrentadas por policiais penais. Para Sanderson, “a ausência de reconhecimento legal do direito ao porte de arma coloca esses profissionais em situação de desigualdade e vulnerabilidade”.

O projeto está sujeito à apreciação conclusiva pelas comissões, conforme o Regimento Interno da Câmara dos Deputados, e tramita em regime de prioridade. Após a análise na Comissão de Segurança Pública, seguirá para as Comissões de Finanças e Tributação (CFT) e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).

A aprovação do relatório na CSPCCO pode representar uma vitória histórica para os oficiais de justiça, que há décadas reivindicam maior proteção e reconhecimento legal. A mobilização da categoria e de suas entidades representativas tem sido essencial para manter o tema em pauta no Congresso Nacional.

O Infojus Brasil seguirá acompanhando de perto os desdobramentos da tramitação do PL 4256/2019.

Acompanhe o andamento do PL 4256/2019 (AQUI).

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Redação final do PL 4015/2023 é enviada à sanção: reconhecimento do risco na atividade dos Oficiais de Justiça avança com ação histórica das entidades

Por InfoJus Brasil – 16 de abril de 2025

A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados encaminhou nesta terça-feira (15) a redação final do Projeto de Lei 4015/2023 à sanção presidencial. O projeto, aprovado em votação simbólica no último dia 8 de abril, reconhece o risco inerente à atividade exercida pelos Oficiais de Justiça em todo o país — um marco histórico na valorização da categoria.

A partir do envio, o Presidente da República tem até o dia 8 de maio para se manifestar. Caso não ocorra sanção expressa até essa data, o texto será considerado automaticamente aprovado, pela chamada sanção tácita.

O PL 4015/23 representa uma conquista construída com o esforço coletivo da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Oficiais de Justiça, presidida pelo deputado federal Coronel Meira (PL/PE), e da participação e ação de TODAS as entidades nacionais e regionais representativas da categoria, sem qualquer monopólio. Estiveram à frente da mobilização a FESOJUS-BR, AFOJEBRA, FENASSOJAF e o SINDOJAF - Sindicato Nacional dos Oficiais de Justiça Federais além do imprescindível apoio de associações e sindicatos estaduais e do Instituto UNOJUS (atualmente composto por ASSOJAF/PR, AOJUS-DFTO, SINDOJUS-MG, SINDOJUS-CE, UNIOFICIAIS-BR e SINDOJAF) que oferece suporte téncico e estratégico a entidades de Oficiais de Justiça.

A participação de várias entidades foi fundamental para que o projeto tramitasse com solidez e rapidez no Congresso Nacional, resultando em um texto que, segundo análise da assessoria legislativa de algumas das entidades, não faz distinções entre as carreiras contempladas, incluindo Oficiais de Justiça estaduais e federais, bem como outros cargos previstos, como magistrados e membros do Ministério Público.

A expectativa é de que o texto seja mantido em sua integralidade. A Constituição Federal determina que eventuais vetos presidenciais devem incidir sobre dispositivos inteiros — como artigos, parágrafos ou incisos — e não sobre trechos isolados. Isso significa que qualquer veto ao artigo que trata do reconhecimento do risco afetaria todas as categorias ali contempladas, o que contribui para o fortalecimento do texto aprovado.

Leia o autógrafo de lei (aqui).

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O InfoJus Brasil continuará acompanhando os próximos passos até a sanção presidencial.

Atualizado em 16/04/2024 às 13:13h

terça-feira, 15 de abril de 2025

Mais uma vez! Outro caso de violência e ameaça contra um oficial de Justiça da comarca de Cariacica (ES)

Aconteceu novamente! Um oficial, servidor da comarca de Cariacica, recebeu no celular particular, após o horário de expediente, promessas de vingança e ameaças diretas por meio de áudios e vídeos de um cidadão intimado por um caso de Pedido de Medida Protetiva da Lei Maria da Penha.


O SINDIOFICIAIS-ES recebeu mais relatos de casos de violência e ameaças contra oficiais de justiça no Espírito Santo nos últimos dias. Dessa vez, o caso mais recente envolve um caso de Lei Maria da Penha, ocorrido na semana passada com ameaças de retaliação contra um oficial da comarca de Cariacica, em virtude do exercício da função no cumprimento de mandados judiciais. O caso ainda abrange áudios e vídeos com promessas de vingança e ameaça direta ao servidor.

Para auxiliar nessa matéria, o oficial de 44 anos, da comarca de Cariacica, terá a identidade preservada para auxiliar nas questões de segurança do próprio servidor e, também, de familiares. Além disso, também se faz necessário manter resguardada a identificação das diversas mulheres vítimas de violência com as quais ele têm ou já teve que manter contato durante as atribuições de oficial de justiça atuante na Grande Vitória em casos de Lei Maria da Penha ao longo dos anos.

O oficial de justiça mencionado atua na região da Grande Vitória há mais de 19 anos e atualmente está lotado na comarca de Cariacica. Mas, também já trabalhou atuando nos municípios da Serra e de Viana. Ele relata que, infelizmente, lidar com riscos, perigos e casos constantes de violência já fazem parte da rotina diária dele e de vários oficiais de justiça Brasil afora.

“A sociedade e nossas autoridades precisam tomar conhecimento da insegurança com a qual exercemos nossas funções. E dos mais diversos tipos de ameaças que sofremos em nossa jornada de trabalho todos os dias”, disse o oficial ameaçado.

O oficial que sofreu as ameaças diretas relata que assim como nos casos já divulgados anteriormente pelo Sindicato nos últimos meses, também teve um Boletim de Ocorrência (B.O.) que foi devidamente lavrado. Mas, que a categoria está sujeita a esse tipo de ameaças de forma bem frequente. Segundo ele, repetidamente são ouvidos ou se fica sabendo nas conversas e encontros entre os servidores de casos e relatos, indiretos ou diretos, sobre atos de violência, ameaças e agressões verbais e físicas contra oficiais de justiça.

Além da sensação de falta de segurança, o oficial afirma que existem riscos reais com os quais os oficiais têm que lidar diariamente apenas para conseguir trabalhar. E ele faz um importante alerta.

“A sociedade e nossas autoridades precisam tomar conhecimento da insegurança com a qual exercemos nossas funções. E dos mais diversos tipos de ameaças que sofremos em nossa jornada de trabalho todos os dias”, disse o oficial ameaçado.

“Precisamos de algumas respostas mais efetivas do Poder Judiciário para nos respaldar e conseguirmos trabalhar e exercer as funções de oficial de justiça com mais dignidade e segurança, pois muitas vezes estamos nos expondo e até colocando familiares em risco, apenas por exercer a nossa profissão”, enfatizou o oficial ameaçado.

Ele ressalta que os casos de violência contra oficiais de justiça só têm aumentado dia após dia. Apesar de com muita luta o “PL do risco” (PL nº 4015/2023) ter acabado de ser aprovado na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF) na semana passada, na prática aqui no Espírito Santo e em vários outros estados o que se tem visto é cada dia mais insegurança e riscos nas rotinas diárias de trabalho enquanto os oficiais cumprem a função.

Segundo o oficial de Cariacica, é urgente a necessidade do Poder Judiciário e do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) tomarem alguma atitude mais efetiva para melhorar as condições de trabalho dos oficiais de justiça. E ele cobra algum retorno mais rápido.

“Precisamos de algumas respostas mais efetivas do Poder Judiciário para nos respaldar e conseguirmos trabalhar e exercer as funções de oficial de justiça com mais dignidade e segurança, pois muitas vezes estamos nos expondo e até colocando familiares em risco, apenas por exercer a nossa profissão”, enfatizou o oficial ameaçado.

Oficial de justiça: uma profissão de risco?

Diante do cenário vivenciado, o oficial da comarca de Cariacica que foi ameaçado ainda pontua que os oficiais de justiça e servidores estão na linha de frente, portanto têm condições e capacidade de apontar ideias ou sugestões de soluções e ferramentas básicas de trabalho que o TJES deveria fornecer para auxiliar os oficiais nessas demandas e casos de maior risco e periculosidade.


Ele cita que existem recursos e pequenas medidas e ações, por exemplo, que já poderiam melhorar, auxiliar ou ser mais eficientes e dar um suporte de trabalho melhor aos oficiais.

“Algumas questões poderiam ser mais fáceis e viáveis de resolver ou contornar se usássemos uma linha de telefone identificada, por exemplo. Seria uma espécie de ‘telefone oficial’, digamos assim. Nos ajudaria muito no desempenho da função. Além de trazer uma maior segurança ao jurisdicionado, pois os mesmos saberiam se tratar de uma linha segura, e não de um golpe (como acontece inúmeras vezes) já que muitos pensam isso quando tentamos contato por nossos telefones privados. E também inibiria ou talvez até reduzisse esse tipo de ameaça e situação ocorrendo nos fins de semana ou tarde da noite, fora do horário de expediente. E ainda por cima no telefone particular dos oficiais! Poderia ser uma opção, um começo”, sugeriu o oficial.

“Sei o quanto essa sensação é horrível! E no nosso caso, em virtude do trabalho, a exposição é constante. O risco é iminente. O oficial tem que estar sempre atento e pronto pra recuar ou sair do local. A violência e os riscos são inerentes a função”, declarou o oficial.

De acordo com os relatos dele, ao longo dos quase 20 anos atuando como servidor da justiça lamentavelmente, essa não foi a primeira vez em que se viu em situações de perigo ou riscos somente por cumprir as atribuições do próprio trabalho.

“Eu já sofri um atentado na Serra, em 2007. Naquela ocasião, fomos recebidos a tiros em um determinado bairro. E já passei por situações piores, infelizmente. A gente sente revolta, impotência e ao mesmo tempo insegurança total. Sei o quanto essa sensação é horrível! E no nosso caso, em virtude do trabalho, a exposição é constante. O risco é iminente. O oficial tem que estar sempre atento e pronto pra recuar ou sair do local. A violência e os riscos são inerentes a função”, declarou o oficial.

“Tem situações e locais que não dá nem pra gente desligar o alerta mental. Pode vir qualquer coisa, de qualquer lado. É uma luta diária!”, exclamou o oficial de 44 anos.

Ele declara que sabe que não será a última vez em que ele e tantos outros colegas oficiais de justiça certamente enfrentarão situações de violência e ameaças e estarão em risco para realizar o próprio trabalho, a serviço do Poder Judiciário.

“A cabeça de um oficial não para nunca. Se você passar e parar em um portão para conversar com alguém, tem que ficar de olho em quem está vindo na direção. E, às vezes, a gente não sabe de onde pode aparecer alguém. Tem situações e locais que não dá nem pra gente desligar o alerta mental. Pode vir qualquer coisa, de qualquer lado. É uma luta diária!”, exclamou o oficial de 44 anos.

A Diretoria do SINDIOFICIAIS-ES tomou conhecimento de mais esse caso do oficial de Cariacica e reitera que esse tipo de situação é estarrecedora e inaceitável.

O Sindicato já está tomando as devidas providências cabíveis e necessárias para o caso, por meio do Departamento Jurídico, e repudia veementemente todo e qualquer ato de ameaça, agressão ou violência que seja praticado contra oficiais de justiça devido ao exercício das funções.

“Fiquei com sequelas por um bom tempo. Tive Depressão e Síndrome do pânico. Tudo por estresse pós-traumático”, relatou o oficial ameaçado.

O oficial de Cariacica ainda faz um alerta para os colegas oficias de justiça que devem se manter atentos a um ponto fundamental que são os cuidados com a saúde mental, que pode acabar sendo abalada com todos os fatores de risco e insegurança para um oficial trabalhar.

“Às vezes, eu até brinco com os colegas que na época que eu tomei os tiros na Serra, se eu não tivesse meus compromissos e responsabilidades a cumprir, teria desistido e largado o cargo. Hoje é que estou mais tranquilo. Mas, não gosto nem de passar por alguns lugares de carro em viagens, por exemplo. Só passo pois, às vezes, é o único caminho. Fiquei com sequelas por um bom tempo. Tive Depressão e Síndrome do pânico. Tudo por estresse pós-traumático”, relatou o oficial ameaçado.

O SINDIOFICIAIS-ES ressalta e agradece a coragem do oficial de Cariacica e recorda os casos recentes das oficialas Micheli Balthar, da mesma comarca, e Luana Santos, de Guarapari, que superaram o medo e a violência e denunciaram esses casos. O Sindicato ainda reforça que a violência não pode e não deve ser normalizada.

O SINDIOFICIAIS-ES acolheu mais esse caso e assegura que não cansa e não vai descansar em continuar na luta para alcançar melhores condições de trabalho, reconhecimento, dignidade e valorização para toda a categoria dos oficiais de justiça.

InfoJus Brasil: com informações do Sindioficiais-ES

TJSP publica novas nomeações para o cargo de Oficiais de Justiça

O TJSP divulgou hoje (15/04), via Diário da Justiça Eletrônico, uma nova lista com nomeações de Oficiais de Justiça para as comarcas de: Diadema, Jandira, Ibaté, Ribeirão Bonito, Ibiúna, Fartura, Rancharia, Gália, Pitangueiras e São Sebastião.


Veja as nomeações abaixo:

DESPACHO DA E. PRESIDENCIA DE 14.04.2025 Processo nº: 2596/2023 – nomeando, nos termos do artigo 20, inciso II da Lei Complementar 180/78, c.c. o artigo 1º da Lei Complementar 195/78 e da Lei Complementar nº 683/92, em virtude de aprovação em concurso público realizado para a 02ª Circunscrição Judiciária – Comarca de São Bernardo do Campo, homologado em 31.07.2024 e válido até 30.07.2025, para ocupar cargo de Oficial de Justiça, referência “7”, Grau “A”, Nível I, da Escala de Vencimentos Cargos Efetivos, Jornada de Trabalho – 40 horas – QTJ – SQC – III, o classificado em 1º lugar da Lista de Pessoas com Deficiência, MARCOS PAULO VITORIANO QUINTELA, na Seção Administrativa de Distribuição de Mandados das Varas da Comarca de Diadema, no interesse da administração pública, decorrente de aposentadoria de Ana Lucia Joaquim da Silva (criado pela Lei 6395/1989), ficando exonerado do cargo que ocupa a partir do início de exercício no novo cargo.

DESPACHO DA E. PRESIDENCIA DE 14.04.2025 Processo nº: 2599/2023 – nomeando, nos termos do artigo 20, inciso II da Lei Complementar 180/78, c.c. o artigo 1º da Lei Complementar 195/78, em virtude de aprovação em concurso público realizado para a 04ª Circunscrição Judiciária – Comarca de Osasco, homologado em 31.07.2024 e válido até 30.07.2025, para ocupar cargo de Oficial de Justiça, referência “7”, Grau “A”, Nível I, da Escala de Vencimentos Cargos Efetivos, Jornada de Trabalho – 40 horas – QTJ – SQC – III, a classificada em 7º lugar da Lista Geral, PALOMA CARNAUBA DE SOUZA, na Seção Administrativa de Distribuição de Mandados das Varas da Comarca de Jandira, no interesse da administração pública, criado pela LC 1149/2011, ficando exonerada do cargo que ocupa a partir do início de exercício no novo cargo.

DESPACHO DA E. PRESIDENCIA DE 14.04.2025 Processo nº: 2655/2023 – nomeando, nos termos do artigo 20, inciso II da Lei Complementar 180/78, c.c. o artigo 1º da Lei Complementar 195/78, em virtude de aprovação em concurso público realizado para a 12ª Circunscrição Judiciária – Comarca de São Carlos homologado em 30.07.2024 e válido até 29.07.2025, para ocuparem cargo de Oficial de Justiça, referência “7”, Grau “A”, Nível I, da Escala de Vencimentos Cargos Efetivos, Jornada de Trabalho – 40 horas – QTJ – SQC – III, os classificados abaixo relacionados da Lista Geral, destinados às unidades a seguir indicadas:

COMARCA DE IBATÉ

1º – JOSE ROBERTO TAVARES DE MATOS, Vara, no interesse da administração pública, decorrente de aposentadoria de Amauri Donizeti Fidencio (criado pela Lei 198/1974);

COMARCA DE RIBEIRÃO BONITO

2º – FERNANDO ALVES ISIQUE, Vara, no interesse da administração pública, decorrente de aposentadoria de Rosangela Noronha Ferreira (criado pela Lei 593/1949).

DESPACHO DA E. PRESIDENCIA DE 14.04.2025 Processo nº: 2675/2023 – nomeando, nos termos do artigo 20, inciso II da Lei Complementar 180/78, c.c. o artigo 1º da Lei Complementar 195/78, em virtude de aprovação em concurso público realizado para a 19ª Circunscrição Judiciária – Comarca de Sorocaba, homologado em 30.07.2024 e válido até 29.07.2025, para ocupar cargo de Oficial de Justiça, referência “7”, Grau “A”, Nível I, da Escala de Vencimentos Cargos Efetivos, Jornada de Trabalho – 40 horas – QTJ – SQC – III, o classificado em 4º lugar da Lista Geral, RICARDO FERRAZ COZER, na Seção Administrativa de Distribuição de Mandados das Varas da Comarca de Ibiúna, no interesse da administração pública, decorrente de aposentadoria de Matilde Conto Pineda (criado pela Lei 6395/1989).

DESPACHO DA E. PRESIDENCIA DE 14.04.2025 Processo nº: 2611/2023 – nomeando, nos termos do artigo 20, inciso II da Lei Complementar 180/78, c.c. o artigo 1º da Lei Complementar 195/78, em virtude de aprovação em concurso público realizado para a 24ª Circunscrição Judiciária – Comarca de Avaré, homologado em 30.07.2024 e válido até 29.07.2025, para ocupar cargo de Oficial de Justiça, referência “7”, Grau “A”, Nível I, da Escala de Vencimentos Cargos Efetivos, Jornada de Trabalho – 40 horas – QTJ – SQC – III, o classificado em 2º lugar da Lista Geral, OSMAR SCUCUGLIA NETO, na Vara da Comarca de Fartura, no interesse da administração pública, decorrente da aposentadoria de Antonio Fabro de Almeida (criado pela Lei 8404/1964).

DESPACHO DA E. PRESIDENCIA DE 14.04.2025 Processo nº: 2650/2023 – nomeando, nos termos do artigo 20, inciso II da Lei Complementar 180/78, c.c. o artigo 1º da Lei Complementar 195/78, em virtude de aprovação em concurso público realizado para a 27ª Circunscrição Judiciária – Comarca de Presidente Prudente, homologado em 30.07.2024 e válido até 29.07.2025, para ocupar cargo de Oficial de Justiça, referência “7”, Grau “A”, Nível I, da Escala de Vencimentos Cargos Efetivos, Jornada de Trabalho – 40 horas – QTJ – SQC – III, a classificada em 1º lugar da Lista Geral, RENATA FURLANETTO POLETTO, decorrente da aposentadoria de Cibele Maria Correia, transformado pela LC 1111/2010 e fixado na 2ª Vara da Comarca de Rancharia, no interesse da administração pública.

DESPACHO DA E. PRESIDENCIA DE 14.04.2025 Processo nº: 2654/2023 – nomeando, nos termos do artigo 20, inciso II da Lei Complementar 180/78, c.c. o artigo 1º da Lei Complementar 195/78, em virtude de aprovação em concurso público realizado para a 31ª Circunscrição Judiciária – Comarca de Marília, homologado em 30.07.2024 e válido até 29.07.2025, para ocupar cargo de Oficial de Justiça, referência “7”, Grau “A”, Nível I, da Escala de Vencimentos Cargos Efetivos, Jornada de Trabalho – 40 horas – QTJ – SQC – III, o classificado em 1º lugar da Lista Geral, TIAGO TOZATO CAPPUTTI, na Vara da Comarca de Gália, no interesse da administração pública, decorrente da exoneração de Ricardo de Paula Mioto (criado pela LC 967/2005).

DESPACHO DA E. PRESIDENCIA DE 14.04.2025 Processo nº: 2661/2023 – nomeando, nos termos do artigo 20, inciso II da Lei Complementar 180/78, c.c. o artigo 1º da Lei Complementar 195/78, em virtude de aprovação em concurso público realizado para a 42ª Circunscrição Judiciária – Comarca de Jaboticabal, homologado em 30.07.2024 e válido até 29.07.2025, para ocupar cargo de Oficial de Justiça, referência “7”, Grau “A”, Nível I, da Escala de Vencimentos Cargos Efetivos, Jornada de Trabalho – 40 horas – QTJ – SQC – III, o classificado em 2º lugar da Lista Geral, GUSTAVO LUIS BANASZESKI, no Ofício Judicial da Comarca de Pitangueiras, no interesse da administração pública, decorrente da aposentadoria de Sandra Jusmari Casadei Aprile (criado pela Lei 3584/1982).

DESPACHO DA E. PRESIDENCIA DE 14.04.2025 Processo nº: 2674/2023 – nomeando, nos termos do artigo 20, inciso II da Lei Complementar 180/78, c.c. o artigo 1º da Lei Complementar 195/78, em virtude de aprovação em concurso público realizado para a 51ª Circunscrição Judiciária – Comarca de Caraguatatuba, homologado em 30.07.2024 e válido até 29.07.2025, para ocupar cargo de Oficial de Justiça, referência “7”, Grau “A”, Nível I, da Escala de Vencimentos Cargos Efetivos, Jornada de Trabalho – 40 horas – QTJ – SQC – III, a classificada em 1º lugar da Lista Geral, RAFAELA BIGLIA, na Seção Administrativa de Distribuição de Mandados das Varas da Comarca de São Sebastião, no interesse da administração pública, decorrente de aposentadoria de Luiz Silvino dos Santos (criado pela Lei 593/1949).

Trama golpista: oficial de Justiça faz 'peregrinação' por endereços para citar ex-comandante da Marinha

Defesa de Almir Garnier afirmou que houve equívoco em informação apresentada ao STF, onde o militar é réu pela investida antidemocrática


O então comandante da Marinha, Almir Garnier Santos, em evento no Rio de Janeiro — Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil/10-09-2022

A intimação do ex-comandante da Marinha Almir Garnier Santos, que é um dos réus por uma suposta trama golpista, só ocorreu após a oficial de Justiça responsável percorrer três endereços diferentes. A defesa de Garnier informou que houve um equívoco nas informações apresentadas ao Supremo Tribunal Federal (STF).

No mês passado, a Primeira Turma do STF aceitou a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Garnier e outras sete pessoas, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, pela suspeita de participação em uma tentativa de golpe de Estado. Com isso, eles viraram réus e foi aberta uma ação penal.

Os réus agora estão sendo intimados do resultado do julgamento. Após a intimação, é aberto um prazo de cinco dias para eles apresentarem uma defesa prévia sobre o caso.


As intimações começaram na semana passada. Na sexta-feira, a oficial de Justiça foi ao endereço indicado por Garnier, em Brasília, mas foi informada de que uma outra pessoa mora lá há quase um ano. Em seguida, ela foi a outro endereço, mas recebeu a informação de que Garnier se mudou de lá há quase três meses.

A oficial entrou em contato com Thiago Santos Agelune, advogado do ex-comandante, que informou que o endereço original estava certo. A profissional, então, voltou ao local, mas a moradora do apartamento reforçou não conhecer Garnier.

Em novo contato com o advogado, foi dito que o endereço informado estava errado, com a troca do primeiro algarismo do número do apartamento. A oficial, então, conseguiu encontrar Garnier, que assinou o documento.

InfoJus Brasil: com informações do Jornal "O Globo"

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