quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Começa, em Belém, o 4º Encontro Nacional dos Oficiais de Justiça do Brasil

O IV Encontro Nacional dos Oficiais de Justiça do Brasil (Enojus) começou nesta quinta-feira (19) em Belém (PA), no Teatro Maria Silvia Nunes, Estação das Docas. Neste ano, o tema é “O Oficial de Justiça e suas atribuições no século XXI”. O evento é uma realização do Sindicato dos Oficiais de Justiça do Pará (Sindojus-PA) e tem o apoio da Federação dos Oficiais de Justiça Estaduais do Brasil (Fojebra).

A vice-presidente do Sindojus-PA, oficiala de Justiça Asmaa Abdullah, presidiu a abertura do encontro representando o presidente do Sindojus-PA, Edvaldo Lima, que se encontra sob repouso e por recomendação médica não pode comparecer no primeiro dia do evento.

A primeira palestra foi do Conselheiro do CNJ e Desembargador do TJPA Milton Nobre com o tema “O Oficial de Justiça e sua Contribuição no Processo Judicial”.

O encontro é realizado hoje e amanhã e conta com a participação de oficiais de Justiça de vários Estados de todo o país.


Segue abaixo a programação completa do primeiro dia do Enojus (19/10):

Das 09:00 às 10:00 horas:
Milton Nobre
Desembargador do TJPA e Conselheiro do CNJ
Tema: “O oficial de Justiça e sua Contribuição no Processo Judicial.”

Das 10:40 às 11:40 horas:
André Filocreão
Juiz de Direito
Tema: “Atuação do Oficial de Justiça nos Conflitos Coletivos pela Posse da Terra.”

Das 13:30 às 14:30 horas:
Carmem Sisnando
Oficiala de Justiça
Tema: “Constelação: Função Atípica do Oficial de Justiça.”

Das 15:00 às 16:00 horas
José Arruda
Defensor Público
Tema: “O Papel do Oficial de Justiça na Efetivação dos Direitos Fundamentais.”

Das 16:00 às 18:30 horas
Mesa Redonda
Tema: “Discussão, Projetos e Novos Perfis do Oficial de Justiça.”

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Proposta de elevação da alíquota previdenciária de 11% para 14% enfrenta resistência do funcionalismo

Em contrapartida à tramitação no Congresso de uma reforma da Previdência mais enxuta, a equipe econômica quer apoio para conseguir aprovar o aumento de contribuição previdenciária dos servidores públicos federais. A proposta de elevação da alíquota de 11% para 14% foi anunciada há dois meses, mas enfrenta resistências do funcionalismo, que tem forte poder de pressão sobre senadores e deputados. O projeto nem mesmo chegou ao Congresso.

O governo considera fundamental a medida para começar a reforma no funcionalismo e quer garantias de que o projeto será aprovado até o fim do ano para entrar em vigor em 2018. Para começar a valer o aumento da alíquota, é necessário o cumprimento de um prazo de 90 dias.

Como antecipou o Estadão/Broadcast, lideranças políticas começaram a articular com integrantes do governo uma emenda aglutinativa, espécie de texto alternativo ao parecer do deputado Arthur de Oliveira Maia (PPS/BA) aprovado em uma comissão especial da Casa em maio. A apresentação da emenda será feita logo após a votação da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer na Câmara dos Deputados. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, já havia admitido em agosto a possibilidade de redução da proposta de reforma da Previdência. 

Antes de embarcar para o evento do Fundo Monetário Internacional (FMI) na semana passada, Meirelles se reuniu com o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e com o relator Arthur Maia para discutir a alternativa. Padilha reconheceu na reunião que seria possível aprovar uma idade mínima para aposentadoria, regra de transição para quem já teria o tempo mínimo de contribuição. O ponto inegociável, segundo o governo, é manter a idade mínima de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens. Mas as lideranças querem fazer ajustes no tempo mínimo de contribuição (de 25 anos, pelo texto da comissão) e na regra de transição.

A Fazenda diz que o governo prossegue as conversas sobre a reforma desde a aprovação do relatório, na comissão especial, em maio. Segundo a Fazenda, não há decisão tomada sobre possíveis mudanças no texto.

com o Estadão

Encontro Nacional dos Oficiais de Justiça começa nesta quinta-feira (19/10)


O IV Encontro Nacional dos Oficiais de Justiça (IV Enojus) será realizado em Belém nos dias 19 e 20 de outubro. O encontro é promovido pelo Sindicato dos Oficiais de Justiça do Pará (Sindojus-PA) e tem o apoio da Federação Sindical dos Oficiais de Justiça Estaduais do Brasil (Fojebra).

O evento contará com a participação de várias autoridades na área jurídica e terá como tema "O oficial de Justiça e suas funções no século XXI"

Maiores informações no site do evento: http://www.enojuspa.com.br/

Confira abaixo o vídeo com a lista dos palestrantes:

Confraternização celebra 25 anos do Sindicato dos Oficiais de Justiça do Ceará

Feijoada será realizada no dia 10 de dezembro, de 12h às 19h, no bosque do Marina Park Hotel. A animação ficará por conta das bandas Samba Mix, Cuscuz com ovo e Os Alfazemas

A confraternização dos oficiais e oficialas de Justiça – um dos eventos mais esperados do ano – está se aproximando. Vai ser uma feijoada no dia 10 de dezembro, de 12h às 19h, no bosque do Marina ParkHotel. A animação ficará por conta das bandas Samba Mix, Cuscuz com ovo e Os Alfazemas, com muito samba, forró, brega e diversos outros estilos que prometem não deixar ninguém parado.

Além das conquistas alcançadas em 2017, neste ano a categoria tem um motivo a mais para comemorar: o aniversário de 25 anos do Sindicato dos Oficiais de Justiça do Ceará (Sindojus-CE). Ao longo de sua história, a entidade obteve feitos históricos, possibilitando condições mais dignas de trabalho e maior qualidade de vida, a partir da melhoria salarial e dos ganhos que vem conquistando ano após ano. Hoje, é consolidado como entidade forte, de luta, o que só foi possível graças à garra e união de toda a categoria.

Hospedagem

Para possibilitar que todos possam participar, será disponibilizado um espaço infantil com pula-pula e animadores para alegrar a criançada. Quem tiver interesse de ficar hospedado no Marina Park Hotel terá direito a desconto de 15%. As reservas serão feitas, via Sindojus, até o dia 1º de novembro (por causa do período de alta estação).

Entrada

Diferente das edições anteriores, neste ano não será distribuído ingresso. Em vez disso, oficiais e oficialas sindicalizados deverão entrar em contato com a secretaria do Sindicato informando o nome completo e o de seus convidados para que conste o nome na lista. Na entrada, cada pessoa receberá uma pulseira de acesso ao evento. Cada sindicalizado tem direito ao seu ingresso e mais dois acompanhantes. A entrada só será permitida mediante apresentação do documento de identidade na entrada da festa.

Quem tiver interesse, poderá adquirir mais entradas. O preço é de R$ 80,00 – custo por pessoa na festa. Os convidados irão dispor de comida e bebida (água, suco, refrigerante, cerveja e uísque) à vontade. Você, oficial e oficiala de Justiça, não podem ficar fora dessa. A festa é de todos nós, vamos juntos celebrar!

Conheça um pouco do repertório de cada atração:
Samba Mix – AQUI
Cuscuz com ovo – AQUI
Os Alfazemas – AQUI

Serviço:
Confraternização dos Oficiais de Justiça
10 de dezembro (domingo)
12h às 19h
Bosque do Marina Park Hotel

Mais informações: (85) 3273.3300 / (85) 99981.0689 / (88) 99912.0071

InfoJus BRASIL: Com informações do Sindojus-CE

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Moraes determina votação aberta no Senado sobre cautelares a Aécio

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou que o Senado faça votação aberta sobre as medidas cautelares impostas pela corte ao senador Aécio Neves (PSDB-MG). O ministro diz que deve prevalecer o princípio da publicidade e que o artigo do Regimento Interno do Senado que permite o voto secreto no caso de prisão em flagrante de parlamentar não foi recepcionado pela Constituição. A votação do caso Aécio Neves no Senado está prevista para esta terça-feira (17/10).

Supremo determinou que Aécio Neves seja afastado do Senado e entregue passaporte.

"A votação ostensiva e nominal dos representantes do povo, salvo raríssimas exceções em que a própria independência e liberdade do Congresso Nacional estarão em jogo, é a única forma condizente com os princípios da soberania popular e da publicidade", afirmou o ministro na decisão liminar, acolhendo um mandado de segurança apresentado pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Na ação, Randolfe afirmou que o presidente do Senado Federal, Eunício Oliveira (PMDB/CE), teria dito à imprensa que, na votação do caso Aécio Neves, pretende seguir o Regimento Interno da Casa, que, em seu artigo 291 (inciso I, alínea ‘c’), determina que a votação seja secreta.

Randolfe aponta que o Regimento Interno contraria a Constituição Federal. Segundo ele, a Constituição de 1988 previa a votação secreta no caso de prisão em flagrante de parlamentar, mas o vocábulo "secreto" foi excluído do texto pela Emenda Constitucional 35/2001.

Para reforçar sua tese, o senador lembrou o precedente do caso do ex-senador Delcídio do Amaral, quando o ministro Edson Fachin, no MS 33.908, determinou, em novembro de 2015, que o Senado Federal usasse o voto aberto para decidir sobre a manutenção da prisão do então parlamentar, decretada pelo Supremo.

Ao analisar o pedido de liminar, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que a partir da nova redação da EC 35/2001, a votação deve ser aberta, ostensiva e nominal. Para ele, não há dúvida sobre a não recepção do Regimento Interno do Senado quanto ao voto secreto por incompatibilidade com a Constituição.

Moraes ressaltou que o princípio da publicidade consagrado constitucionalmente somente poderá ser excepcionado quando o interesse público assim determinar, pois o eleitor tem o direito de pleno e absoluto conhecimento dos posicionamentos de seus representantes.

"Diferentemente do eleitor, que necessita do sigilo de seu voto como garantia de liberdade na escolha de seus representantes, sem possibilidade de pressões anteriores ou posteriores ao pleito eleitoral, os deputados e senadores são mandatários do povo e devem observar total transparência em sua atuação, para que a publicidade de seus votos possa ser analisada, refletida e ponderada pela sociedade nas futuras eleições, no exercício pleno da cidadania", afirmou.

Votação no Senado

Os senadores devem votar nesta terça-feira (17) o ofício do Supremo Tribunal Federal com as medidas cautelares contra o senador Aécio Neves. A votação vem após o STF ter decidido, na última quarta-feira (11/10), que medidas cautelares previstas no Código de Processo Penal e impostas a parlamentares têm de ser submetidas à análise da respectiva Casa legislativa (Câmara ou Senado) quando impedirem ou dificultarem o exercício do mandato.

A decisão do STF foi tomada no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5.526, ajuizada pelos partidos Progressista (PP), Social Cristão (PSC) e Solidariedade (SD) no ano passado, após o afastamento do ex-deputado Eduardo Cunha do seu mandado, quando ele ainda exercia a presidência da Câmara.

O entendimento do Supremo será, agora, aplicado à decisão da 1ª Turma do STF, que, há duas semanas, determinou o afastamento do senador Aécio Neves do mandato e o seu recolhimento domiciliar noturno. Antes mesmo da definição do Supremo, o Plenário do Senado já havia marcado para o dia 17 a análise da Casa sobre o assunto.

Clique aqui para ler a liminar.
MS 35.265

InfoJus BRASIL
Fonte: Revista Consultor Jurídico

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