segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

PARANÁ: Mulher foge de oficial de justiça para evitar apreensão de veículo

Ocorrência foi registrada no Jardim Boa Vista

Uma moradora do Jardim Boa Vista se aproveitou da boa-fé de um oficial de justiça para fugir e evitar a apreensão de um veículo na quarta-feira (6) em Mandaguari (PR). A informação foi divulgada em relatório da Polícia Militar.

De acordo com o documento, o oficial acionou a corporação por volta de 19h40. Ele contou que foi até a Rua Argenta Milani Nanci para cumprir mandado de penhora e remoção de um veículo. Abordada, a moradora do imóvel disse que iria ligar para sua advogada e se inteirar do assunto, e entrou no carro afirmando que iria tirar seus pertences pessoais.

Em seguida, a moradora ligou o veículo e fugiu. O oficial de justiça tentou acionar familiares da moça para que ligassem a ela, porém não conseguiu contato telefônico com a moradora. O boletim de ocorrência foi registrado para que sejam tomadas as devidas providências.

InfoJus BRASIL: Com informações do Portal Agora

Oficiais de Justiça aposentados são homenageados pela Justiça Federal do Paraná

A Justiça Federal do Paraná promoveu entre os dias 4 e 7 de dezembro a Semana do Servidor e da Justiça. Palestras sobre segurança urbana, relações familiares e engajamento e cultura do valor foram transmitidas por videoconferência para as subseções do estado. A confraternização culminou com o lançamento do projeto Memória Online e uma justa homenagem aos servidores aposentados.

Dentre os homenageados, 10 Oficiais de Justiça Avaliadores Federais foram agraciados com uma placa alusiva ao evento. São eles: Gilce Martins, Mauro Vieira, Sebastião da Silveira Moreira e Sônia Maria Camargo Teixeira da Cunha.

A Assojaf/PR esteve representada pelo presidente Luiz Zappa, pela vice-presidente recém-empossada para futura gestão Marília Machado e pelo conselheiro fiscal Sebastião Moreira, que foi um dos homenageados.

No diploma de mérito, assinado pelo diretor do foro da JFPR, juiz federal Marcelo Malucelli, está anotado que o servidor recebeu tal honraria “pelo reconhecimento à dedicação, lealdade, comprometimento e zelo ao longo dos anos de serviços prestados à Justiça Federal”.

A Assojaf Paraná enaltece a atitude da JFPR pelo evento e pela homenagem que fez aos colegas servidores da Casa. Parabéns aos oficiais de justiça agraciados com o diploma.

A diretoria da Fenassojaf parabeniza todos os Oficiais de Justiça homenageados.

com a Assojaf/PR

Confraternização da Assojaf/SE tem entrega de medalhas "Amigo do Oficial de Justiça"

A Assojaf/SE promoveu, no dia 1º de dezembro, o encontro de final de ano com os Oficiais de Justiça associados. Como nos anos anteriores, a associação fez a entrega da medalha “Amigo do Oficial de Justiça” para seis indicados. Foram eles: Geraldo de Santana e Edmilson Farias Santos (Central de Mandados da Justiça Federal), Regina Coeli Campos de Sousa Leão e Raul Andrade Junior (Central de Mandados da Justiça do Trabalho), Vanderlea Nóbrega Azevedo Cortes, chefe de gabinete do Procurador-Chefe da AGU em Sergipe e o chefe do Núcleo de Segurança Institucional do TRT da 20 Região, Josemilsom de Meneses Tavares.

Após a festa com a apresentação de grupo musical, cada associado foi presenteado com um quadro do pintor sergipano Tintiliano, que retrata a beleza de Aracaju e mostra vários lugares que fazem parte do itinerário das diligências dos Oficiais de Justiça.

Com informações da Fenassojaf

sábado, 9 de dezembro de 2017

Oficiais de Justiça do Acre fundam o Sindojus-AC

Nesta sexta-feira (08/12/2017), reunidos em Assembleia Geral, os oficiais de Justiça do Acre fundaram o Sindojus-AC (Sindicato dos Oficiais de Justiça do Acre). O objetivo é a representação sindical específica da categoria dos Oficiais de Justiça no Estado do Acre. 

A Assembleia também elegeu a diretoria e o conselho fiscal da primeira gestão da organização. O primeiro presidente eleito é o oficial de Justiça James Cley Nascimento Borges e para vice foi eleito o oficial de Justiça Cleido Rodrigues da Silva e Silva.

Com o Sindojus-AC já são 23 sindicatos específicos de oficiais de Justiça em todo o Brasil. Atualmente há sindicato específico da categoria em 21 Estados e no DF (São Paulo são dois sindicatos). Apenas 05 estados ainda não fundaram sindicato específico de oficiais de Justiça (Sergipe, Rio de Janeiro, Paraná, Mato Grosso do Sul e Rondônia). 

Treze sindicatos criados já possuem registro sindical junto ao Ministério do Trabalho e os demais estão em fase de registro junto aos órgãos competentes. Desde 1991 os oficiais de Justiça são reconhecidos como categoria específica de servidores públicos (ano de registro do primeiro sindicato, Sindojus-SP) e no dia 29 de novembro foi publicado no Diário Oficial da União o registro Sindical da Federação das Entidades Sindicais dos Oficiais de Justiça do Brasil (Fesojus), consolidando de uma vez por todas o reconhecimento dos oficiais de Justiça como categoria específica.

Confira abaixo o mapa da criação e situação dos Sindicatos dos Oficiais de Justiça de todo o Brasil:

Imagens: Divulgação

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Desacato e assassinato lideram a lista de casos de violência contra Oficiais de Justiça, mostra dossiê

A atualização do Dossiê de Crimes Cometidos Contra Oficiais de Justiça Durante o Cumprimento de Ordens Judiciais pela ASSOJAF-GO faz um raio-x completo da violência sofrida pelos profissionais no exercício da função a partir de dados coletados junto a outras entidades representativas e à imprensa. De acordo com o relatório, a maioria dos casos de violência registrados contra Oficiais de Justiça refere-se a situações de desacato e assassinato.

Entretanto, alerta o diretor Jurídico e de Acompanhamento Político-Legislativo da ASSOJAF-GO, Fábio de Paula Santos, a falta de divulgação das violências sofridas pelos Oficiais de Justiça nas mídias nacional e estadual reflete a falta de respaldo que a categoria sofre.

“A pior violência é a inércia das autoridades legislativas, judiciárias e policiais, seja por não fornecer coletes balísticos para o cumprimento de diligências sabidamente perigosas, seja por não reconhecer nossa atividade como de risco, seja pela falta de respaldo ou desânimo pela repreensão branda dispensada aos atos de violência, razão pelo não encaminhamento judicial da maioria destas agressões e violências certificadas nos mandados”, afirma ele.


InfoJus BRASIL: com informações da Assojaf/GO

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