sexta-feira, 8 de junho de 2018

Gerardo Lima se licencia da presidência do Sindojus-DF e é pré-candidato a Deputado Federal no DF

O presidente do Sindicato dos Oficiais de Justiça do Distrito Federal (Sindojus-DF) Gerardo Alves Lima Filho, entregou, na última quarta-feira (06), o requerimento de desincompatibilização do cargo. De acordo com o documento protocolado junto à secretaria do sindicato, o afastamento se deve ao motivo de Gerardo concorrer ao cargo de deputado federal nas eleições de outubro.

No requerimento, ele afirma que a desincompatibilização não é definitiva, “pois não implica em renúncia ao cargo de Presidente, bastando que se conceda o afastamento do seu exercício, como agora solicitado. Nesse sentido é a jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral”.

Deste modo, Gerardo Alves Lima Filho fica afastado do cargo de presidente do Sindojus até o dia das eleições, retornando ao cargo em 8 de outubro.

Na mensagem divulgada nas redes sociais, Gerardo afirma que ao término da licença para fins eleitorais, retornará para cumprir os mandatos no Sindojus e na Fenajufe. “Independentemente de ser eleito ou não, exercerei os meus mandatos sindicais até o fim. Não abro mão de defender a categoria que me confiou a sua representação”, completa.   

Por não receberem recursos públicos, Gerardo Alves Lima Filho se manterá como presidente da Associação dos Oficiais de Justiça do DF (Aojus) e como vice-coordenador da Região Centro-Oeste na Fenassojaf.

Durante o período de afastamento, quem assume a presidência do Sindicato dos Oficiais de Justiça do DF é a vice-presidente, Roseli de Fátima Martins.

Da assessoria de imprensa, Caroline P. Colombo

InfoJus BRASIL: Com informações do Sindojus-DF

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Oficiais de justiça da PB cobram do TJPB coletes balísticos e brigam por porte de arma

No dia 9 de julho, os oficiais de justiça vão a Brasília apresentar um projeto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que versa sobre segurança para o oficial de justiça.


Publicado em07.06.2018 às 07:10

Oficiais de justiça denunciam que 'Acesso Seguro' não serve para a categoria, que trabalha fora dos fóruns (Foto: TJPB)

A categoria dos oficiais de justiça da Paraíba tem trabalhado aterrorizada com a violência que sofre no exercício da profissão e está buscando apoio de parlamentares da bancada federal paraibana para conseguir direito a porte de arma de fogo. De acordo com o Sindicato dos Oficiais de Justiça (Sindojus-PB), são registrados em média 10 a 12 casos de violência contra oficiais de justiça por ano na Paraíba, mas todos os pedidos ao Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) por mais segurança têm sido negados, denunciam. 

Entre os pedidos, o Sindojus-PB solicitou formalmente em 2016, ao Tribunal de Justiça, o fornecimento de coletes balísticos, mas ainda não houve nenhuma resposta definitiva ao pleito, depois que a assessoria militar do TJPB deu parecer contrário. 


De acordo com o Sindojus-PB, os oficiais de justiça são vítimas de assaltos, agressões, furtos e até tentativas de homicídios, no exercício da profissão. 

No dia 9 de julho, os oficiais de justiça vão a Brasília apresentar um projeto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que versa sobre segurança para o oficial de justiça. 

Em outra frente, a categoria briga ainda pela aprovação do PL 5415/2005, na Câmara dos Deputados, que altera a redação do inciso VII, do art. 6º, da Lei nº 10.826, de 2003, autorizando o porte de arma para os Oficiais de Justiça. Para fortalecer o pleito eles estão buscando apoio de parlamentares federais da Paraíba, como Cássio Cunha Lima e Efraim Filho.

Violência 

Somente este ano, já houve dois casos de furtos de motocicletas, segundo o sindicato. Um deles ocorreu em Mamanguape. Mas a violência atinge os oficiais de justiça tanto no interior como na Capital. 

"As pessoas pensam que existe risco contra o oficial de justiça apenas quando no cumprimento de mandados penais, mas não é verdade. Uma oficial de justiça foi cumprir um mandado no Bessa, em um condomínio de alto padrão, foi intimar uma pessoa que é odontóloga, com boas instrução e condição social, e ela foi agredida pela parte e pela mãe da parte. Rasgaram a roupa dela, tentaram tomar o crachá de identificação dela", contou Joselito Bandeira, vice-presidente do Sindojus-PB e diretor para assuntos legislativos da Federação dos Oficiais de Justiça do Brasil.

Há cerca de um mês, um oficial de justiça foi assaltado no bairro de Cruz das Armas, em João Pessoa. Segundo o Sindojus, uma dupla apontou arma de fogo contra o oficial e levaram celular, carteira, aliança, relógio, todos os pertences pessoais do servidor. 

Em Pombal, repercutiu o caso do oficial de justiça Dagvan Monteiro, vítima de tentativa de homicídio em março do ano passado. Ele voltava de uma diligência na cidade de São Domingos, termo da comarca de Pombal, quando foi abordado por dois homens que mandaram o servidor parar a moto, e como ele acelerou o veículo, os criminosos passaram a atirar contra ele. Um dos tiros atingiu Dagvan Monteiro na nuca e a bala transfixou o pescoço. Ele sobreviveu à tentativa de homicídio mas ainda carrega traumas psicológicos.

"A nossa categoria tem sido invisível porque as pessoas não percebem a violência contra nós. Quando morre um agente penitenciário sai na mídia. Quando a vítima é um oficial de justiça não tem visibilidade", lamentou. 

De acordo com o sindicato, a Lei Maria da Penha também criou dificuldades para os oficiais de justiça. "Porque o legislador criou para nós essa obrigação de fazer o afastamento do marido do lar conjugal", relatou, referindo-se às medidas protetivas que têm que ser cumpridas nesses casos, sem que o oficial de justiça tenha uma capacitação para a atividade e segurança. "A nossa atividade é de risco, sim", disse Joselito. 

Em julho, os oficiais de justiça vão à Secretaria Legislativa da Presidência da República, em Brasília. A audiência foi articulada por Cássio Cunha Lima. "Vamos solicitar do Executivo o apoio para que esses projetos andem lá no Congresso, como o do porte de arma", explicou. 

"Tudo que tem sido feito do Estatuto do Desarmamento para cá voltado à segurança do Poder Judiciário, basicamente, são dois itens que eles focam - tanto o CNJ quanto o Congresso Nacional: a segurança dos prédios dos fóruns ou a segurança dos juízes e seus familiares. A nossa atividade é eminentemente externa, não adianta nada para nós colocar detector de metal em porta de fórum. A gente vai na zona rural, a gente vai em favela, vai nas áreas nobres". 

Na Paraíba, os pedidos dos servidores ao Tribunal de Justiça por condições de segurança têm sido ignorados, dizem os oficiais. 

Pedidos dos oficiais de justiça formalizados ao TJPB 

  • Processo solicitando a inclusão do Sindojus-PB na comissão de Segurança (362.376-9): sem informação, desde 04/05/2015
  • Processo Solicitando aquisição de equipamento de proteção individual, tipo colete balístico, protocolado em 08/09/2015: sem resposta da Presidência do TJPB até hoje;
  • Projeto solicitando E.P.I - Spray espargidor de gás de gengibre, protocolado em 19/10/2015, sem resposta da Presidência até hoje;
  • Projeto solicitando Curso de Capacitação em Defesa Pessoal para os Oficiais de Justiça, protocolado em 2015, sem resposta da presidência até hoje.

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Ato Público dos Oficiais de Justiça de Pernambuco pedirá Indenização de Transporte justa

Categoria diz que a indenização de transporte (IT) não é reajustada há três anos

Nesta quinta-feira (7), oficiais de Justiça de Pernambuco vão realizar um ato para pedir o aumento do valor da verba de combustível, chamada de indenização de transporte (IT). A concentração do movimento será realizada às 12h, em frente ao Fórum Paula Batista, na Rua do Imperador, área central do Recife - não está prevista passeata.

Segundo a categoria, os oficiais de Justiça trabalham em veículo próprio para poder cumprir os mandados e reclamam de não haver reajuste da verba indenizatória há três anos. "Na época em que houve um reajuste, o combustível estava por R$ 2,50 e hoje está em mais de R$ 4. O oficial está tirando dinheiro do próprio bolso para cumprir mandado. É uma situação muito ruim, chega a ser até precária. O Tribunal precisa corrigir esses valores", argumentou o oficial Jorge Barreto.

Além do combustível, a indenização também é destinada para a compra e manutenção dos veículos. "Mas o valor atual é insuficiente para suportar todos os gastos despendidos, com manutenção, consertos mecânicos, aquisição de peças, troca de óleo, troca de pneus, desvalorização do automóvel, seguro obrigatório, seguro contra roubos, furtos e danos, lavagem, estacionamento, pagamentos de impostos, licenciamento e combustível", explica o presidente do Sindicato dos Oficiais de Justiça de Pernambuco, Marcos Albuquerque.

O presidente do sindicato não soube precisar em quanto está o valor da verba mensal, mas diz que a categoria ganha cerca de R$ 0,60 por quilômetro rodado e pleiteia um reajuste de 50% ou que o Tribunal disponibilize os veículos. Durante a manifestação, também será cobrado o aumento salarial dos servidores de Justiça. "Há três anos não há recomposição salarial, determinada pela Constituição", destaca Albuquerque.

Deputado pede que oficiais de Justiça da Paraíba integrem comissão que discutirá duodécimo do TJPB

PARAÍBA: Trócolli pede que oficiais de justiça integrem comissão que discutirá duodécimo

O deputado estadual Trócolli Junior (Podemos) está mais uma vez unindo forças com os oficiais de justiça da Paraíba para apelar que a categoria seja parte integrante da comissão mediadora criada durante audiência de conciliação realizada em Brasília com o ministro do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, representantes do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) e do Governo do Estado para discutir o duodécimo.

“O Sindicato dos Oficiais de Justiça da Paraíba, na pessoa do meu amigo de luta Benedito Venâncio, quer ser parte nessa discussão. A intenção dele, a minha e de toda a categoria de oficiais de justiça é que esses dois Poderes possam manter o bom diálogo e possam chegar a um consenso que seja bom para todos”, explicou o deputado.

Há mais de 15 anos o parlamentar tem sido a voz dessa categoria na Assembleia Legislativa e, mais uma vez, ele vem defender a classe que quer fazer parte das discussões na comissão formada para que um acordo seja firmado. Trócolli já foi, inclusive, relator do projeto que garantiu aos oficiais de justiça a implantação do risco de vida para todos os profissionais.

No encontro com Lewandowski ficou determinado que será criada uma comissão mediadora para discussão do repasse do duodécimo, bem como de outras questões de interesse dos dois Poderes. O grupo de trabalho deverá apresentar, no prazo de 30 dias, uma proposta de conciliação que atenda aos interesses de ambas as partes.

“É importante demais que os oficiais de justiça estejam inseridos nessa discussão, porque eles são parte desse processo. São eles quem cumprem os mandados judiciais onde são expressas as ordens determinadas pelos juízes. Esses profissionais são aqueles que saem às ruas para entregar intimações e até atos mais complexos como despejo, reintegração de posse, busca e apreensão. Então eles têm que estar dentro dessa comissão para debater esse tema do duodécimo que é tão importante”, falou Trócolli.

Oficiais de Justiça se reúnem em Minas Gerais a partir desta quinta-feira para o 1º Enojap e 6º Esojaf

A Fenassojaf e a Assojaf/MG realizam, a partir desta quinta-feira (07), o 1º Encontro Nacional de Oficiais de Justiça aposentados (ENOJAP) e o 6º Encontro da Região Sudeste (ESOJAF). Além disso, também será realizado o 9º Encontro de Oficiais de Justiça Estaduais de Minas Gerais.

Os eventos acontecem no San Diego Hotel, em Belo Horizonte, e contará com painéis sobre pertencimento e autorresponsabilidade, conjuntura e a escolha de um representante dos aposentados para atuar junto à Fenassojaf.

Já o Encontro Sudeste abordará temas como Assédio Moral e saúde mental, Previdência e Funpresp-Jud, além das demandas judiciais e administrativas e os projetos de lei de interesse do oficialato.

Os encontros serão encerrados no sábado (09) com a tradicional Feijoaf promovida pela Assojaf/MG. CLIQUE AQUI para ver a programação completa do 1º ENOJAP e 6º ESOJAF

“Tenho certeza que os encontros serão de muito sucesso! Espero todos os Oficiais de Justiça em Minas Gerais”, afirma o presidente da Fenassojaf, Neemias Ramos Freire.

Inscrição Solidária

A Fenassojaf lembra a todos os Oficiais de Justiça inscritos que não houve pagamento de taxa para a participação no 1º ENOJAP e 6º ESOJAF. Entretanto, a Federação e a Assojaf/MG promovem uma inscrição solidária com a doação de um agasalho que deve ser entregue no momento do credenciamento no hotel San Diego. 

Os agasalhos doados serão entregues no Pampulha Iate Clube (PIC) que promove uma campanha de doação de agasalhos e cobertores para a entrega àqueles que mais precisam.

Da Fenassojaf, Caroline P. Colombo

Com informações da Fenassojaf

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