segunda-feira, 16 de março de 2020

Coronavírus e as medidas instauradas em todo o mundo na prevenção da saúde dos Oficiais de Justiça

Por Malone Cunha
Vice-Diretor Financeiro e responsável pela pasta internacional na Fenassojaf
Oficial de Justiça na JF do Pará

Desde a declaração de pandemia do Coronavírus pela OMS, a Fenassojaf passou a manter contato com Oficiais de Justiça de todo o mundo a fim de conhecer como estavam as condições de trabalho e que medidas adotadas em cada país.

Na Ásia, especialmente na Tailândia, os colegas informaram que a situação está sob controle. O comparecimento dos Oficiais de Justiça nas Centrais de Mandados está regular, mas se houver retrocesso, há a possibilidade de que eles sejam liberados do comparecimento nas Centrais de Mandado pelo governo.

No continente africano, como um todo, os colegas Oficiais de Justiça também reportam que está tudo dentro da regularidade.

Em Camarões, os Oficiais de Justiça mantém-se no desempenho regular da atividade, tendo em vista que até o momento o país conta com três casos confirmados da doença.

Na Guiné Bissau, apesar de nenhum caso, o Coronavírus não parece ser a maior preocupação dos Oficias de Justiça, uma vez que o país enfrenta neste momento um golpe de estado, que tem afetado a prestação de todos os serviços de necessidade pública.

Os Oficiais da Uganda reportaram que o país ainda não registrou nenhum caso e por isso as atividades profissionais seguem regularmente.

Já no Marrocos, a cautela é maior e os Oficiais de Justiça estão afastados das atividades, além das fronteiras estarem fechadas.

A situação é bem mais séria na Europa, após o anúncio da OMS de que o continente se transformou em novo epicentro do vírus. Na Holanda, as informações mudam a cada dia. No sábado (14), os Oficiais de Justiça holandeses informaram que reuniões com mais de 100 pessoas haviam sido vetadas pelo Estado, porém os Oficiais não estavam proibidos de trabalhar. "Tentamos fazer o que podemos", relata um colega, porém os que se mantém em atividade não estão sendo recebidos em empresas e instituições financeiras e também deixaram de contar com apoio policial para medidas de risco. A nomeação de novos Oficiais de Justiça está suspensa no país e é esperado que haja uma suspensão total da atividade judicial nos próximos dias. Todavia, apenas um dia após, já no domingo (15), a situação se agravou e os Oficiais holandeses passaram a relatar uma paralisação total forçada até 6 de abril, permitindo-se apenas, no que for possível, a realização de atividades equivalentes ao teletrabalho.

Na Bélgica, o Congresso Nacional de Oficiais de Justiça foi cancelado, ocasião em que haveria eleições para nova gestão da associação nacional. As atividades processuais foram suspensas e os Oficiais de Justiça não podem mais executar. A força policial também deixou de prestar auxílio aos Oficiais para medidas urgentes consideradas perigosas.

Na Espanha, o país decretou estado de emergência e as atividades dos Oficiais de Justiça estão completamente paralisadas. Apenas farmácias e supermercados funcionam regularmente.

O mesmo acontece em Portugal, onde os tribunais só tratam de assuntos urgentes em regime de plantão. A partir desta semana, a Ordem dos Solicitadores e Agentes de Execução (OSAE) passa a funcionar apenas com metade dos funcionários.

Na Moldávia, no leste europeu, os Oficiais de Justiça estão com atividades suspensas, porém relatam que não há clima de pânico no país.

Diferentemente da Itália, país que em que o vírus matou 368 pessoas só neste domingo (15), a paralisação dos serviços também é completa. Os Oficiais de Justiça das regiões da Lombardia, de Vêneto e de Emília-Romanha são os mais afetados, cumprindo apenas mandados urgentes, com máscaras e luvas, tendo que justificar para as autoridades policiais, caso abordados, a razão de estarem nas ruas.

Medidas na América do Sul

No continente sul-americano, as entidades representativas dos Oficiais de Justiça já começam a atuar.

Na Argentina, a União de Empregados do Judiciário da Nação (UEJN) requereu, na última sexta-feira (13), a declaração de férias coletivas do Poder Judiciário, que passaria a funcionar em regime de recesso até 13 de abril.

No Chile, porém, onde os Oficiais de Justiça são agentes independentes, a preocupação com a disseminação do vírus é ainda maior, uma vez que o afastamento das atividades implica em um prejuízo financeiro, já que se esses servidores não trabalham, não recebem salários. Outra preocupação é com a assembleia de 3 e 4 de abril que, por determinação estatutária da Associação Gremial Chilena, é inadiável.

A União Internacional dos Oficiais de Justiça (UIHJ), divulgou, neste domingo (15), carta à comunidade internacional em que relata como suas atividades foram afetadas pela disseminação do Coronavírus. A entidade afirma que se viu obrigada a cancelar uma série de compromissos internacionais, entre eles a participação no III CONOJUS em Contagem (MG).

A participação da UIHJ no Congresso brasileiro estava confirmada através da presença do presidente da entidade Marc Schmitz, e do vice-presidente Luís Ignácio Ortega. Por isso, e por uma série de outros eventos cancelados, a UIHJ pediu desculpas. A carta ainda menciona que o cancelamento ou não do Conselho Permanente de Belgrado, na Sérvia, será deliberado no final deste mês de março.

No Brasil, conforme amplamente divulgado, os órgãos superiores e tribunais regionais determinaram a suspensão das audiências e, em alguns casos, o atendimento ao público. No entanto, poucas decisões tiveram o objetivo de resguardar a saúde dos Oficiais de Justiça.

Até o momento, apenas uma portaria do TJDFT e despachos emitidos pelo coordenador da Central de Mandados da JFPE e pelo diretor do Foro de Minas Gerais tratam especificamente sobre o cumprimento de mandados nesta crise do coronavírus. No Rio de Janeiro, o TRF-2 alterou a Resolução 2020/00008 para a inclusão do Artigo 6-A que estabelece que o Oficial de Justiça, ao verificar situações com evidente risco de contágio, poderá certificar as razões que exponham ao risco e submeter ao juiz que expediu a ordem, no prazo máximo de 24 horas, que irá deliberar sobre a suspensão ou imediato cumprimento do mandado. Já o TRT-1 publicou Ato 01/2020, que no Art. 3º recomenda aos magistrados que priorizem a realização das intimações e notificações por meio eletrônico ou e-Carta, “reservando aos Oficiais de Justiça a execução de mandados reputados urgentes”.

Na última semana, a Fenassojaf encaminhou requerimentos aos órgãos superiores do Poder Judiciário Federal para a implantação de medidas excepcionais que resguardem a saúde dos Oficiais de Justiça durante a crise relacionada à propagação do novo vírus.

O pedido leva em consideração a intensa exposição do Oficial de Justiça ao público externo, com contato direto e próximo com o jurisdicionado e, em diversos casos, em condições insalubres.

A orientação é para que as associações também oficiem os tribunais locais quanto às medidas excepcionais para a preservação da saúde dos Oficiais de Justiça.

Fonte: Fenassojaf

domingo, 15 de março de 2020

Oficiais de Justiça têm dificuldades em notificar Ronaldinho Gaúcho no Brasil

Ronaldinho Gaúcho e o irmão são réus em mais de 20 processos: "entendem estarem acima da lei", disse juiz.


Adorado. Admirado. Idolatrado. Processado. Ronaldinho Gaúcho, conhecido no mundo inteiro pela genialidade com que fazia gols, acabou levando dos campos a arte do drible para a vida privada. Ronaldo de Assis Moreira, seu nome de batismo, aparece em quase 30 processos em diversos tribunais e comarcas do país. A maioria deles no Rio Grande do Sul, onde nasceu.

Prestes a fazer 40 anos no próximo dia 21, R10 corre o risco de passar o aniversário na cela de uma cadeia paraguaia após ter seu nome envolvido num imbróglio de falsificação de passaportes e lavagem de dinheiro naquele país. “Ninguém entende o que ele foi fazer lá e por que precisaria de um documento paraguaio já que poderia, inclusive, entrar no país com a carteira de identidade. Estamos chocados com tudo isso, mas também não nos espantamos”, diz um amigo de longa data, dos tempos que o ex-jogador era uma estrela do Grêmio.


Ronaldinho Gaúcho tem patrimônio avaliado em R$ 500 milhões Foto: reprodução/ instagram

Até outubro do ano passado, Ronaldinho e o irmão Roberto de Assis Moreira, empresário, fiel escudeiro e muitas vezes apontado pelos amigos do craque como “a raiz de todos os problemas do Ronaldo”, não podiam dar seus rolês aleatórios pelo exterior. Os passaportes da dupla estavam apreendidos pela Justiça por conta de uma dívida ambiental de R$ 6 milhões que os dois têm por conta de uma obra irregular no sítio que a família tem na capital gaúcha.

Um acordo de pagamento em parcelas foi feito e os documentos devolvidos após sentença do STF (Supremo Tribunal Federal). “Antes desse acordo, os dois apresentaram contas sem fundo suficiente para emgambelar o juiz. Não colou. R$ 10 milhões, que era a dívida total, são troco para o Ronaldo”, conta um advogado do ramo.

Ronaldinho Gaúcho e o irmão Roberto Assis são réus em mais de 20 processos no Brasil Foto: reprodução/ instagram

Fato é que a família Assis (e aí também estão a irmã Deise e a mãe, Miguelina, apontadas em alguns processos ao lados de Ronaldinho e Roberto) está há anos encalacrada com as leis brasileiras.

Os processos vão da esfera trabalhista (há quatro anos existe um processo no TRT-RS de um ex-funcionário que já teve ganhou de causa, uma dívida de R$ 25 mil parcelada, que não consegue receber o total pendente), passando por danos morais (o jogador é acusado de participar de um esquema de pirâmide através de uma antiga empresa, a 18k World que lesou dezenas de pessoas), até um processo por agressão e ainda partilha de bens aberto pela ex-noiva, a jornalista Priscilla Coelho, que viveu com Ronaldo de 2012 a 2018.

Ronaldinho Gaúcho tem patrimônio avaliado em R$ 500 milhões Foto: reprodução/ instagram

As ações movidas em várias esferas miram a fortuna do ex-jogador, eleito o melhor do mundo em 2004 e 2005, estimada em R$ 500 milhões. Em território nacional, ele aparece sendo dono de apenas uma empresa, United Consultoria Esportiva e Licenciamentos Ltda, cujo capital social é de R$ 100 mil. Roberto, aparece como sendo sócio de oito empresas, que unidas valeriam apenas R$ 240 mil. Muitas vezes, os irmãos Assis apelaram para terem direito à gratuidade e serem representados pela Defensoria Pública.

Nas inúmeras movimentações dos mais de 20 processos envolvendo a dupla e outros réus, a maior dificuldade dos Oficiais de Justiça é notificá-los. “Ninguém os encontra nunca. Os oficiais são impedidos de entrar nos condomínios e com isso eles ganham tempo. As ações duram anos, eles fazem um acordo e pronto”, aponta um advogado que já esteve numa dessas audiências.

Ronaldinho Gaúcho e o irmão são réus em mais de 20 processos: ‘Entendem estarem acima da lei’, disse juiz Foto: reprodução/ instagram

O drible do bruxo, no entanto, acabou ficando conhecido do judiciário. Em 2012, o Juiz de Direito Alex Gonzalez Custodio usou 14 páginas para proferir sua sentença, condenando Ronaldinho Gaúcho e Assis ao pagamento de R$ 302 mil numa ação por danos morais e materiais movida contra eles, que construíram um muro numa de suas casas, sem autorização da secretaria de obras de Porto Alegre, e que acabou caindo e destruindo a casa vizinha.

Ronaldinho Gaúcho tem patrimônio avaliado em R$ 500 milhões Foto: reprodução/ instagram

“Constata-se a desconsideração e o desrespeito que o dinheiro e fama em excesso podem causar em uma pessoa, mesmo com seus vizinhos, em total descaso, mesmo conscientes de que causaram prejuízos a terceiros, necessitando essas pessoas virem a Juízo buscar a satisfação de seus direitos. E não é a primeira vez que isso ocorre! Os requeridos entendem estarem acima da lei e da Justiça (...) Até onde irá esta inversão de valores, por conta do Capital, como único e exclusivo mandante dessa sociedade e que norteia os procedimentos da Família Moreira? O Poder Judiciário não pode se curvar a estes expedientes!”.

Fonte: Extra O Globo

sexta-feira, 13 de março de 2020

Coronavírus: Afojebra solicita ao CNJ a adoção de medidas de prevenção para resguardar a saúde dos Oficiais de Justiça


A Associação Federal dos Oficiais de Justiça do Brasil - Afojebra, informou nesta sexta-feira (13/03), que requereu ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), medidas de prevenção para resguardar a saúde dos Oficiais de Justiça em todo país.

Entre os pedidos apresentados pela Afojebra está a elaboração de um protocolo de prevenção para categoria, o fornecimento de luvas, álcool em gel, máscaras, suspensão dos prazos dos mandados distribuídos e assim como cessar distribuição de novos mandados de acordo com o surto de cada estado. A federação também solicitou a realização de um mutirão de vacinação para prevenção de contaminação do sarampo e demais moléstias anunciadas pelo ministério da saúde.

Fesojus recebe moção de agradecimento por ações em defesa dos oficiais de Justiça do Maranhão

Foto arquivo: João Batista Fernandes (presidente da Fesojus), Eleandro Alves de Almeida (diretor da Fesojus) e Gleidson Araújo (advogado) tratando da resolução 219 no CNJ


O Sindicato dos Servidores da Justiça do Estado do Maranhão (Sindjus/MA), através de seu presidente Anibal da Silva Lins enviou, nesta quinta (12/03), moção de agradecimento público à Fesojus - Federação Sindical dos Oficiais de Justiça do Brasil, na pessoa do presidente João Batista Fernandes, pelo apoio aos oficiais de Justiça do Maranhão, especialmente nas ações movidas em defesa e proteção dos interesses da categoria no Conselho Nacional de Justiça.

No documento enviado à Fesojus o sindicato maranhense afirma que "A FESOJUS, de maneira imparcial e irrepreensível, tem atuado ao nosso lado na defesa dos direitos e prerrogativas da categoria, sem fazer qualquer distinção ou referência à entidade de classe."

No dia 06 de março o conselheiro Mário Guerreiro, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), decidiu monocraticamente, ao julgar o Procedimento de Controle Administrativo (PCA 0011208-78.2018.2.00.0000), proposto pelo Sindjus-MA, declarar ilegal o não pagamento acima de 150 diligências cumpridas por oficiais de Justiça e comissários do TJMA, e segundo notícia publicada no site do Sindjus/MA a Fesojus atuou junto ao CNJ para obtenção desse resultado.

“Foi uma grande vitória. Todos os sindicatos que têm recorrido ao CNJ sobre essa matéria têm obtido decisões favoráveis. Nós agradecemos também a Federação das Entidades Sindicais dos Oficiais de Justiça do Brasil (Fesojus) que embarcou com a gente nessa luta, consagrando essa grande vitória aos servidores do Poder Judiciário, cujos efeitos serão estendidos pelo Brasil”, ressaltou o presidente do Sindjus-Ma, Anibal Lins.  Clique AQUI e veja a notícia publicada no site do Sindjus/MA.

Confira abaixo o documento enviado pelo Sindjus/MA ao presidente da Fesojus:


InfoJus Brasil: O portal dos Oficiais de Justiça do Brasil

TJDFT determina medidas preventivas para a redução dos riscos de contaminação dos oficiais de Justiça com o coronavírus

Segundo portaria do Tribunal, serão fornecidos os meios necessários para cumprimento dos mandados judiciais pelos oficiais de Justiça e as diligências em hospitais, clínicas, casas de internação, etc, será restrito aos casos de real necessidade.


O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), decidiu regulamentar o cumprimento de mandados pelos oficiais de Justiça no período de 13 de março até 30 de abril de 2020 através da portaria conjunta n.º 25 de 13 de março de 2020.

A partir desta sexta-feira, 13, o TJDFT  fornecerá os meios necessários para o cumprimento dos mandados judiciais em conformidade com as recomendações a serem expedidas pela Secretaria de Saúde do TJDFT  – SESA, em ato próprio.

Ainda, de acordo com a portaria, o cumprimento de mandados judiciais em hospitais, clínicas, casas de internação e outros estabelecimentos de saúde, bem como aquelas dirigidas a pessoas portadoras do COVID-19, deverá ser restrito aos casos de real necessidade e quando não cabível a utilização de outros meios para comunicação dos atos processuais.

A portaria do TJDFT foi editada após solicitações do Sindojus-DF. O sindicato que solicitou também a suspensão do cumprimento de mandados.

Confira abaixo a íntegra da portaria conjunta do TJDFT:


PORTARIA CONJUNTA 25 DE 13 DE MARÇO DE 2020

Adota medidas preventivas para a redução dos riscos de contaminação com o coronavírus, causador do COVID-19, aos Oficiais de Justiça.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS e o CORREGEDOR DA JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS, no uso de suas atribuições legais e regulamentares, considerando o teor da Portaria Conjunta 23 de 12 de março de 2020 e em vista do disposto no Processo Administrativo 3964/2020,

 RESOLVEM:

Art. 1º Adotar medidas preventivas para a redução dos riscos de contaminação pelo coronavírus (COVID-19), aos Oficiais de Justiça.

Art. 2º A Presidência e a Corregedoria da Justiça fornecerão os meios necessários para o cumprimento dos mandados judiciais no período de 13 de março a 30 de abril de 2020, em conformidade com as recomendações a serem expedidas pela Secretaria de Saúde – SESA, em ato próprio.

Parágrafo único. O prazo a que se refere o caput deste artigo poderá ser revisto a depender dos informes oficiais acerca dos riscos de contaminação pelo coronavírus (COVID-19) no Distrito Federal e municípios contíguos citados no art. 179 do Provimento-Geral aplicado aos Juízes e Ofícios Judiciais. 

Art. 3º  O cumprimento de mandados judiciais em hospitais, clínicas, casas de internação e outros estabelecimentos de saúde, bem como aquelas dirigidas a pessoas portadoras do COVID-19, deverá ser restrito aos casos de real necessidade e quando não cabível a utilização de outros meios para comunicação dos atos processuais.

Parágrafo único. A SESA deverá orientar o exercício das funções dos Oficiais de Justiça, de forma a minimizar os riscos de contágio, nos casos das diligências de que trata este artigo.

Art. 4º Esta Portaria Conjunta entra em vigor na data de sua publicação.


Desembargador Romão C. Oliveira
Presidente

Desembargador Humberto Adjuto Ulhôa
Corregedor

InfoJus Brasil: O portal dos Oficiais de Justiça do Brasil

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