segunda-feira, 27 de abril de 2020

Polícia Civil abre inquérito para investigar desaparecimento de oficial de justiça da Paraíba

Inquérito foi aberto na sexta-feira (25) para investigar caso. Segundo presidente do Sindicato dos Oficiais de Justiça, ele teria procurado colegas para conselhos sobre carga de trabalho.

Oficial do Tribunal de Justiça da Paraíba, Eduardo Chargas, está desaparecido desde quarta-feira (22) — Foto: Arquivo Pessoal

O desaparecimento do oficial de justiça da Paraíba, Eduardo Chagas, está sendo investigado pela Polícia Civil. Dado como desaparecido por amigos e familiares desde a terça-feira (22), o caso passou a ser investigado pela Delegacia de Homicídios de João Pessoa na sexta-feira (24), após registro da ocorrência.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Oficiais de Justiça, Benedito Fonsêca, Eduardo Chagas trabalhou normalmente no plantão da segunda-feira e desapareceu na terça por volta das 13h, de sua própria residência. Ainda segundo o presidente, colegas do tribunal afirmaram que o oficial procurou conselhos com eles, queixando-se sobre carga de trabalho.

Segundo a Polícia Militar, a Delegacia de Crimes Contra Pessoa de João Pessoa já foi comunicada do desaparecimento do oficial de justiça e iniciou diligências para obter a localização. De acordo com o delegado de homicídios, Carlos Othon, a polícia conseguiu recolher imagens de câmeras de segurança, depoimentos de pessoas próximas ao oficial de justiça, mas que ainda não tem pistas sobre o paradeiro dele.

O Tribunal de Justiça da Paraíba endossa o apelo feito pelo Sindicado dos Oficiais de Justiça da Paraíba (Sindojus-PB), por informações sobre o paradeiro do oficial. De acordo com informações do presidente do Sindojus-PB, Benedito Fonsêca, Eduardo Chagas é um bom profissional, com mais de vinte anos de atuação no Judiciário estadual.

O presidente do sindicato ainda acrescentou que o oficial de justiça é pacato e não possui histórico de desavenças em mandados. Para auxiliar com informações acerca da localização do oficial de justiça desaparecido, o número para contato é (83) 98839-488 (falar com Túlio).


No início da tarde desta segunda-feira (27/04), o Diretor Vice-Presidente do Sindojus-PB, Joselito Bandeira Vicente, informou ao portal InfoJus Brasil que já são cinco dias de desaparecimento e que não há nenhuma notícia sobre o paradeiro do oficial de Justiça Eduardo Chagas.

InfoJus BRASIL: com informações do portal G1

domingo, 26 de abril de 2020

Presidente do TJPB se solidariza com familiares de oficial de justiça desaparecido

O presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos, endossa o apelo feito pelo Sindicato dos Oficiais de Justiça da Paraíba (Sindojus-PB) por informações sobre o paradeiro do oficial de justiça Eduardo Chagas, considerado desaparecido desde as 13h da última quarta-feira (22), de sua residência, localizada em João Pessoa. Até o final da tarde desta sexta-feira (24), o servidor ainda não havia sido encontrado.

De acordo com informações do presidente do Sindojus-PB, Benedito Fonsêca, Eduardo Chagas é um bom profissional, com mais de vinte anos de atuação no Judiciário estadual e que trabalhou normalmente no plantão da última segunda-feira (20). “O sindicato conclama às mais diversas autoridades a uma resposta sobre o tema. Não sabemos se ele saiu para cumprir algum mandado, o que pode ter acontecido. Como estamos limitados pelo isolamento social, as comunicações estão precárias”, afirmou.

Além disso, acrescentou que o oficial de justiça é pacato e não possui histórico de desavenças em mandados. “Quando no exercício do cargo, ocorrem eventuais agressões, pois temos casos registrados de agressões aos oficiais de justiça. Mas, ele não tem registro disso”, salientou o presidente do Sindojus-PB.

O presidente Márcio Murilo afirmou que foi comunicado do desaparecimento do oficial de justiça Eduardo Chagas pelo presidente do Sindojus-PB. “Em conversa com ele, disponibilizei a nossa segurança institucional aos familiares para qualquer providência que esteja sob a nossa competência. Os parentes estão apreensivos e pedimos que quem tiver informações sobre o nosso servidor, comunique imediatamente”, afirmou.

Para auxiliar com informações acerca da localização do oficial de justiça desaparecido, o número para contato é (83) 98839-488 (falar com Túlio).

Por Celina Modesto / Gecom-TJPB

Fonte: TJPB

Oficial de Justiça da Paraíba está desaparecido

O presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos, endossou o apelo feito pelo Sindicado dos Oficiais de Justiça da Paraíba (Sindojus-PB) por informações sobre o paradeiro do oficial de justiça Eduardo Chagas, considerado desaparecido desde as 13h da última quarta-feira (22), de sua residência, localizada em João Pessoa. Até o final da tarde desta sexta-feira (24), o servidor ainda não havia sido encontrado.

De acordo com informações do presidente do Sindojus-PB, Benedito Fonsêca, Eduardo Chagas é um bom profissional, com mais de 20 anos de atuação no Judiciário estadual e que trabalhou normalmente no plantão da última segunda-feira (20). “O sindicato conclama às mais diversas autoridades a uma resposta sobre o tema. Não sabemos se ele saiu para cumprir algum mandado, o que pode ter acontecido. Como estamos limitados pelo isolamento social, as comunicações estão precárias”, afirmou.

Além disso, acrescentou que o oficial de justiça é pacato e não possui histórico de desavenças em mandados. “Quando no exercício do cargo, ocorrem eventuais agressões, pois temos casos registrados de agressões aos oficiais de justiça. Mas, ele não tem registro disso”, salientou o presidente do Sindojus-PB.

O presidente Márcio Murilo afirmou que foi comunicado do desaparecimento do oficial de justiça Eduardo Chagas pelo presidente do Sindojus-PB. “Em conversa com ele, disponibilizei a nossa segurança institucional aos familiares para qualquer providência que esteja sob a nossa competência. Os parentes estão apreensivos e pedimos que quem tiver informações sobre o nosso servidor, comunique imediatamente”, afirmou.

Para auxiliar com informações acerca da localização do oficial de justiça desaparecido, o número para contato é (83) 98839-488 (falar com Túlio).

Fonte: ParlamentoPB

Oficial de Justiça do Maranhão escapa de assaltantes após tiroteio


O oficial de Justiça Jota Filho foi alvo de criminosos, na noite de sábado ( 25), quando retornava de um sítio em seu automóvel pela estrada de vicinais liga a zona rural de Timon (MA) próxima ao Balneário Pinto, na rodovia BR-316. 

Jota Filho disse que às 20h45, quando conduzia seu automóvel notou que dois homens, em uma motocicleta, tentaram assaltá-lo.

Jota Filho informou que reagiu aos assaltantes e teve troca de tiros.

Jota Filho conseguiu escapar dos assaltante no matagal e se abrigou no Policiamento Militar do Maranhão.

InfoJus: com informações do portal Meio Norte

SINTRAJUD-SP: Oficiais de justiça relatam em live problemas enfrentados durante a pandemia

Como tem sido rotina desde o início da crise sanitária, nesta quinta-feira, 23 de abril, o Sintrajud realizou mais uma transmissão ao vivo, com objetivo de manter o diálogo entre a diretoria e a categoria durante o período de isolamento social para conter a disseminação do coronavírus. Desta vez, a live foi um pouco diferente, o bate-papo virtual foi sobre a situação, condições de trabalho e saúde dos oficiais de justiça na pandemia, e contou com a participação dos colegas Beatriz Mazzei, oficiala da JF/CEUNI e diretora de base, Kledson Pires, oficial de justiça do TJ/SP e diretor do Sindjesp, e de Tarcisio Ferreira, diretor do Sindicato. 

Logo no início da atividade, foram renovadas as homenagens aos dois colegas oficiais de justiça do TRT-2 vitimados pela Covid-19: José Dias Palitot Júnior, que faleceu no dia 30 de março, e Clarice Fuchita Kestring, cujo óbito se deu no dia 15 de abril.

Diligências na pandemia

Na Justiça do Trabalho as normas da administração preveem suspensão das diligências presenciais desde o dia 17 de março. Mesmo com a suspensão dos prazos processuais e expediente nos tribunais, no TRF-3 e na JF, no entanto, a determinação é de que os oficiais de justiça cumpram os mandados considerados urgentes. A diretoria do Sintrajud recebeu denúncias de colegas que estão cumprindo mandados que não seriam efetivamente urgentes, e sem equipamentos de proteção individual, que ainda não foram garantidos pelo Tribunal. 

“O Sindicato segue defendendo que não haja trabalho presencial, o que inclui as diligências externas realizadas pelos oficiais de justiça. Neste caso, que estas se restrinjam ao que for estritamente necessário e urgente, garantidas as normas de segurança”, frisou Tarcisio Ferreira.

Por isso, a transmissão ao vivo de hoje teve o objetivo de ser também um espaço de acolhimento de relatos dos problemas vividos pelos oficiais que estão atuando nas ruas. Ao todo, durante a live foram enviadas mais de 20 relatos, comentários e questionamentos sobre o pagamento da indenização de transporte, responsabilidade das administrações, iminência de aumento das pressões diante da retomada dos prazos processuais a partir dos prazos estabelecidos pela Resolução 314 do Conselho Nacional de Justiça (leia aqui), riscos e vedações aumentadas no exercício funcional com a necessidade do uso de máscaras. 

Segundo Beatriz Mazzei, um dos problemas enfrentados é que não há um critério claro de classificação das diligências. “Na Ceuni temos tido um esforço grande porque os mandados classificados como urgentes, a depender do dia, ultrapassam 300, distribuídos por uma equipe de 10 ou 15 colegas, e vários destes mandados precisam ser cumpridos na rua”, afirmou a oficiala. “O volume não tem sido escasso, tem sido alto e, em alguns momentos, se equipara aos plantões normais. E não é atribuição e nem responsabilidade do oficial classificar o que é urgente ou não”, destacou.

Para a diretoria do Sintrajud, as normas dos Tribunais são limitadas. “O problema é que, além das limitações nas normas, têm havido interpretações inusitadas e equivocadas naquilo que nos protege”, disse Tarcisio Ferreira. 

No judiciário estadual, segundo Kledson, os problemas enfrentados são parecidos. O oficial afirmou que, pela falta de critérios, cada central avalia de forma diferente a urgência do mandado. “É importante que seja colocado o cumprimento apenas os mandados urgentes mesmo, o oficial na rua corre o risco de contrair o vírus e de disseminar o vírus. Não é só como nos atinge, mas como pode colocar em risco a vida de outras pessoas”, ressaltou Pires.

Ressaltando que estas devem ser evitadas ao máximo, o Sintrajud fez contato com as administrações cobrando equipamentos de proteção individual (EPIs) para os oficiais que ainda estão realizando as diligências. A Diretoria do Foro informou que, além do que tinha em estoque luvas de látex e aventais de TNT (tecido não tecido) e que está em aquisição álcool gel, mais luvas e máscaras.

Outro problema enfrentado pelos colegas é a falta de condições de trabalho. “No TRF-3, além de não ter EPI, na hora de fazer o cumprimento presencial, precisamos imprimir o mandado e muitos colegas não têm equipamentos de impressora. E como este colega faz se não pode imprimir no Tribunal?”, cobrou Beatriz. 

Indenização de transporte

Também preocupa os colegas oficiais o corte da indenização de transporte no período da pandemia. “Estamos acompanhando de perto, alguns colegas do TRF tiveram desconto. Está errado, porque continuamos cumprindo diligências na rua”, ressaltou Beatriz. 

Além disso, quando houver o retorno das atividades e prazos, os oficiais serão obrigados a rodar quilometragens maiores para cumprir os mandados que agora estão represados, e não haverá pagamento acima do valor total da indenização para compensar o a quilometragem a mais. Sem falar no fato de que a indenização já não atende suas destinações de aquisição de combustível e manutenção do veículo pessoal do oficial, que é utilizado em serviço. Os colegas denunciam a defasagem e que os últimos reajustes ocorreram há mais de três anos.

A direção do Sintrajud segue em contato com as administrações e buscando medidas para reverter os descontos de parcela de indenização de transporte, tendo em vista que os colegas terão que cumprir as diligências paradas posteriormente. O Sindicato vai seguir acompanhando para que não haja prejuízo aos colegas e a indenização seja paga integralmente. 

Na quarta-feira (22) o Sindicato voltou a solicitar informações ao TRT-2 sobre o não pagamento de parte da indenização de transporte referente ao mês de março (até o dia 16 de março) a alguns servidores do segmento. O valor é reconhecido pelo Tribunal como devido, mas alguns colegas não receberam valores de diligências realizadas antes da suspensão das atividades externas, segundo a administração por um problema no sistema. A orientação do Setor de Remuneração é de que os oficiais solicitem aos supervisores que informem também por e-mail as diligências realizadas até o dia 16 de março. A direção do Sindicato ressalta que esta informação seja encaminhada o quanto antes para assegurar que seja incluída no processamento da próxima folha. 

Nesta sexta (24), a informação dada pelo Setor de Remuneração do Tribunal é de que a parcela em atraso deve ser paga no mês de maio.

As lives do Sindicato acontecem sempre segunda-feira, 17h30, e quinta-feira, 11h, sempre transmitido pelas páginas do Sintrajud no Facebook, no YouTube e também pelo site. Os vídeos ficam disponíveis em todos os canais. 



Fonte: Sintrajud-SP

Postagens populares