terça-feira, 18 de agosto de 2020

Pré-Candidato Cícero Filho surpreende nas pesquisas para prefeito de Maceió

O PC do B pode apresentar uma grata surpresa na campanha para prefeitura de Maceió. Indicado para a disputa, o pré-candidato, músico, jornalista e presidente do Sindicato dos Oficiais de Justiça, Cícero Filho, figurou nas primeiras posições na primeira pesquisa estimulada.

Na única pesquisa registrada até o momento, de forma estimulada, quando os nomes dos pré-candidatos são apresentados aos participantes, produzida pelo TDL Pesquisa e Marketing, Cícero Filho apareceu na 5ª posição, com 1,0% das intenções de voto, entre 12 nomes.

A pesquisa foi realizada no mês de julho e ouviu 800 pessoas. O resultado mostra Cícero atrás dos favoritos, João Henrique Caldas (JHC), Alfredo Gaspar de Mendonça, Ronaldo Lessa e Davi Davino.

O candidato do PC do B se destaca por estar à frente de nomes como Flávio Moreno, os já conhecidos Ricardo Barbosa e Basile Christopoulos e o jovem Ricardo Santa Rita.

Diante do primeiro resultado, das bases conquistadas e as possibilidades que podem surgir até a eleição, em novembro, Cícero Filho mostra grande expectativa.

“Já vivi muita coisa nessa Maceió. Fui carteiro, vendedor, sou músico, jornalista, presidente do Sindicato dos Oficiais de Justiça e posso dizer que conheço da nossa realidade, do que o povo de Maceió necessita. Vamos trabalhar para garantir os serviços básicos à população e reduzir a desigualdade que parece estar enraizada na nossa capital”, afirmou.

No 1º cenário da pesquisa estimulada, os resultados da intenção de votos para os candidatos foram esses:

JHC (PSB) – 26,8%

Alfredo Gaspar (MDB) – 16,2%

Ronaldo Lessa (PDT) – 14,2%

Davi Davino (PP) – 9,8%

Cícero Filho (PC do B) – 1,0%

Flávio Moreno (PSL) – 0,5%

Ricardo Barbosa (PT) – 0,5%

Ricardo Santa Rita (Avante) – 0,2%

Basile Christopoulos – (PSOL) – 0,2%

Brancos/Nulos – 14,1%

Indecisos – 16,7%.

segunda-feira, 17 de agosto de 2020

TJDFT determina retomada das diligências presenciais a partir de 31 de agosto

Jurídico do Sindojus-DF trabalha nas medidas necessárias para segurança dos Oficiais de Justiça

O TJDFT publicou, na última sexta-feira (14), a Portaria Conjunta nº 87/2020, que altera a Portaria Conjunta nº 72/2020, referente ao retorno gradual do trabalho presencial quanto ao cumprimento dos mandados.

Segundo o normativo, a partir de 31 de agosto serão retomados os procedimentos regulares para as comunicações de atos processuais, a distribuição e o cumprimento de mandados judiciais.

“Os mandados que deixaram de ser cumpridos no período de regime de plantão extraordinário deverão ser cumpridos, em sua totalidade, em até cem dias contados da data fixada no caput deste artigo” (31/08).

Para o Sindojus-DF, a medida chega em um momento absolutamente inadequado, na semana em que por dois dias seguidos o Distrito Federal bateu recorde de mortes no dia.

Assim, os advogados do sindicato trabalham nas medidas necessárias para que a saúde e a vida dos Oficiais de Justiça não sejam expostas, além de, no mínimo, para que haja a concessão de um prazo razoável para cumprimento dos mandados.

“Com um acumulo de cinco meses de mandados ordinários, não se pode admitir um prazo de apenas 100 dias para cumprimento da totalidade dos mandados. Esse formato definido pelo Tribunal obrigaria os Oficiais de Justiça a trabalharem em um ritmo de 14 a 16 horas por dia na rua (o que por si só seria ilegal e adoeceria a categoria) em um momento em que sequer chegamos no pico da Covid19 no Brasil e no DF”, avalia o presidente Gerardo Lima. 

“Além disso, o Tribunal deixou de levar em consideração a proposta que fizemos de retorno gradual das atividades (priorizando o cumprimento eletrônico, depois os atos de comunicação e por fim os atos constritivos)”, completa.

O Sindojus ainda chama a atenção para o fato de que o Tribunal sequer tratou da possibilidade de subsetorizacao e não explicou como ficará a situação dos Oficiais do grupo de risco. “O correto é que permaneçam afastados, ao mesmo tempo em que os que estão em atividade não podem cumular o cumprimento de centenas de mandados retidos, com os novos que serão distribuídos e os diversos plantões que estão sendo cumpridos a mais”, diz Gerardo.

O sindicato reafirma a orientação para que os Oficiais de Justiça permaneçam no trabalho remoto, com utilização dos meios eletrônicos para o cumprimento das diligências. “Nós iremos tomar todas as providências para que o momento de retomada dos trabalhos seja adiado e que o prazo seja muito mais elástico. Além disso, insistiremos no retorno gradual, começando pela tentativa de cumprimento dos mandados de forma eletrônica; depois, atos de comunicação; em seguida atos constritivos mais simples; posteriormente, atos constritivos que ensejem aglomeração de pessoas, como reintegração de posse e busca e apreensão; e por fim, retorno dos colegas do grupo de risco”, afirma o presidente do Sindojus-DF.

Para Gerardo Lima, até agora o TJDFT manteve um formato que protegeu razoavelmente a saúde dos Oficiais. “Não permitiremos que exponham a vida dos Oficiais a risco dessa maneira tão desnecessária e desarrazoada! Nem todos os mandados do Tribunal valem a vida de um Oficial de Justiça! Sigamos unidos!”.

Da assessoria de imprensa, Caroline P. Colombo

Fonte: Sindojus-DF

BAHIA: Coletes de identificação são entregues aos Oficiais de Justiça como medida de segurança

Cem oficiais da justiça do interior do estado e capital estão recebendo coletes de identificação. O projeto faz parte de uma negociação entre o Sindicato dos Oficiais de Justiça da Bahia (SINDOJUS-BA) e Tribunal de Justiça realizada antes do início da pandemia. Outros 100 coletes serão distribuídos pelo TJ-BA. 

Segundo o presidente da entidade, Itailson Farias, a aquisição de coletes para identificação dos servidores é uma das medidas de segurança que vem sendo pleiteada pela categoria - muitas vezes confundida com policiais e até meliantes - para amenizar o risco da atividade. Além disso, a orientação é também usar o equipamento em diligências midiáticas. “Muitas vezes a gente faz a diligência, com apoio da polícia, e a imprensa diz que foi a polícia quem o fez”, explica. 

“Ao longo do tempo, colegas foram sofrendo com a violência, tanto das partes, como da criminalidade. A gente provocou a Comissão de Segurança do Tribunal de Justiça para que medidas de segurança fossem adotadas para amenizar o risco. Dentre elas, foram aprovadas a aquisição do colete, mas ainda não efetivadas por conta da pandemia. Então o sindicato se antecipou e adquiriu os coletes”, conta o presidente da entidade que representa a categoria. 

“O uso do colete é importante para evitar que oficial de justiça passe a impressão de que é um policial, uma vez que, em situações de alto risco, a polícia militar acompanha a diligência e tem disponibilizado colete com a logomarca da PM, quase sempre trabalhamos sozinhos, é um equipamento de segurança para ser usado sempre que o oficial de justiça entender ser conveniente ser identificado” explica. Além disso, outras medidas estão sendo adotadas, como cursos de defesa pessoal, criação de uma cartilha com dicas de segurança e procedimentos para evitar a exposição a um risco desnecessário. 

Inteligência operacional 

Movimento que está sendo desenvolvido em nível nacional, a implementação de um núcleo de inteligência operacional aqui na Bahia encontra-se em fase de estudos, cujo objetivo é aperfeiçoar o trabalho dos oficiais de justiça e fornecer um novo desempenho funcional para a categoria, aumentando de forma perceptível o índice de mandados com a finalidade atingida, de acordo com Itailson Farias, também diretor da Associação Federal dos Oficiais de Justiça do Brasil (Afojus/Fojebra). 

Os projetos fazem parte de uma campanha de valorização da atividade da categoria, que quer mais visibilidade ao papel do oficial de justiça, que muitos acham que entregam comunicação processual e só. Dentre as funções do oficial de justiça, que é um servidor público concursado, encarregado de fazer cumprir as ordens lavradas pelos juízes, além dos atos de comunicação processual, como citação, intimação e notificação, estão os atos de execução fiscal de autoria do estado em todas as esferas, além de medidas protetivas, busca e apreensão de coisa e pessoas, despejo, prisão civil, etc. 


InfoJus Brasil: Com informações da Assessoria de Comunicação do Sindojus-BA

sábado, 15 de agosto de 2020

Oficiais de Justiça no prédio de Fabrício Queiroz

Ministro do STJ revogou prisão domiciliar dos dois na quinta-feira. Ex-assessor parlamentar de Flávio Bolsonaro já tinha ficado preso em Bangu em junho, após ser encontrado em um sítio em Atibaia.

Por G1 Rio

14/08/2020 21h06 Atualizado há 21 horas

Tribunal de Justiça do RJ emite mandados de prisão contra Queiroz e a esposa Márcia Aguiar

Oficiais de Justiça chegaram às 21h06 desta sexta (14) na casa do ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz e de sua mulher, Márcia Aguiar. Os dois cumprem prisão domiciliar na Taquara, Zona Oeste do Rio.

A expectativa era de que eles fossem encaminhados para prisões no Rio de Janeiro ainda nesta noite, conforme determinado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Mas, à noite, o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes decidiu manter o casal permanecesse preso em casa.


Nesta sexta à tarde, seguindo a ordem do STJ, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) expediu mandados de prisão contra Queiroz e Márcia.

O desembargador Milton Fernandes, relator do processo no Órgão Especial da Corte, reforçou que Queiroz, embora seja policial militar da reserva, não poderia ser levado para a Unidade Prisional da corporação, que fica em Niterói, na Região Metropolitana.

Como ainda não recebeu as ordens de prisão, a Secretaria de Administração Penitenciária do RJ informou que ainda não é possível precisar para onde Queiroz e Márcia serão levados.


Usando uma máscara protetora, Fabrício Queiroz é visto dentro de um carro do poder judiciário ao deixar o condomínio onde mora na Taquara, na Zona Oeste do Rio de Janeiro — Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

STJ revoga prisão domiciliar

Na quinta-feira (13), o ministro Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), determinou a revogação da prisão domiciliar dos dois.

Desde então, Queiroz deixou, nesta sexta, a residência para fazer um exame médico que já tinha sido determinado pelo Tribunal de Justiça (TJRJ).

O ex-assessor parlamentar do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) saiu de casa, na Taquara, às 11h20, com um carro oficial do poder judiciário.

Por volta das 12h, Queiroz chegou a uma clínica privada na Barra da Tijuca. Ele retornou para casa às 13h15 e, em seguida, o carro do Tribunal de Justiça também deixou o local.

Felix Fischer determinou que o Tribunal de Justiça do Rio analisasse, com urgência, a situação do casal. Enquanto isso, o magistrado restabeleceu a ordem de prisão de Queiroz e Márcia em regime fechado (leia mais ao final da reportagem).

A defesa de Queiroz informou que recebeu "com surpresa" a decisão do ministro e que está tomando todas as medidas legais para revertê-la, pelo risco que existe à saúde de Queiroz e de sua mulher, em razão da pandemia. Segundo a defesa, eles fazem parte de grupo de risco.

Quem é Queiroz

Queiroz é apontado pelo Ministério Público como operador financeiro do esquema das "rachadinhas". As irregularidades teriam, ocorrido no gabinete de Flávio Bolsonaro quando ele era deputado estadual do Rio de Janeiro. O parlamentar nega as acusações.

Ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e amigo da família do presidente Jair Bolsonaro, Queiroz estava em prisão domiciliar desde 9 de julho.

Na data, o presidente do STJ, João Otávio de Noronha, concedeu o benefício a ele e a Márcia. Ela estava foragida desde 18 de junho, dia em que a Polícia Federal deflagrou a Operação Anjo e prendeu Queiroz. Na ocasião, Noronha decidiu sobre o caso porque, como presidente, estava à cargo dos pedidos urgentes feitos no período de recesso do Judiciário.

Fabrício Queiroz chegou a ficar preso no complexo penitenciário de Bangu, no Rio. Ele tinha sido encontrado pela polícia na casa do advogado Frederick Wassef, amigo da família de Jair Bolsonaro que já representou Flávio Bolsonaro e o próprio presidente em causas privadas.


5 pontos para entender a prisão de Fabrício Queiroz

A mulher de Queiroz, Márcia, ficou foragida durante todo o período em que ele esteve preso e só se apresentou à Polícia do Rio para colocar tornozeleira eletrônica, já após a ordem de prisão domiciliar.


O recurso da PGR

Na decisão desta quinta, o ministro Felix Fischer levou em consideração um pedido do subprocurador-geral da República Roberto Luís Oppermann Thomé para que a decisão de Noronha fosse derrubada.

Segundo o procurador, há uma série de elementos que justificam a prisão de Queiroz:
  • ligações de familiares com "alusão a seu poder de influência mesmo de dentro da cadeia";
  • declarações de endereço e hospedagem falaciosos;
  • "desaparecimento a ponto de virar meme o mote 'Onde está o Queiroz?'",
  • "desaparição de sua companheira e foragida paciente", em referência a Márcia Aguiar;
  • "estranhas contabilidade e movimentações bancárias"
  • "relacionamentos familiares concomitantes com exercício de cargos públicos comissionados", e "patrimônio a descoberto".
Ainda de acordo com o procurador, Queiroz teria ligação com milicianos e poderia exercer influência mesmo dentro da cadeia.

“Em síntese, um conjunto de circunstâncias que se (ainda) não configuram prova suficiente a formação de eventual opinio delicti [suspeita de crime], demandam de parte do Ministério Público e do Poder Judiciário a atenção devida à busca da verdade real", escreveu o subprocurador em seu parecer”, escreveu.

O presidente do STJ concedeu prisão domiciliar a Queiroz no dia 9 de julho e escreveu na decisão que as "condições pessoais" de saúde e idade de Queiroz não recomendam mantê-lo na cadeia durante a pandemia. O benefício foi estendido à esposa dele, Márcia Aguiar, que estava foragida.

Fonte: G1

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

Sindojus/DF firma parceria com o site Migalhas

Veja informativo do site Migalhas do dia 13 de agosto de 2020:

Novo Fomentador

Migalhas vem contando com o apoio de institutos, editoras, faculdades, associações e empresas de eventos para trazer sempre vantagens aos leitores. São os Fomentadores do Direito brasileiro. Temos o privilégio de anunciar que Migalhas conta a partir de hoje com a participação de mais um Fomentador do Direito:

SINDOJUS/DF (Sindicato dos Oficiais de Justiça do Distrito Federal)

O SINDOJUS/DF (Sindicato dos Oficiais de Justiça do Distrito Federal) é a entidade que representa e defende os interesses e direitos dos Oficiais de Justiça - profissionais encarregados de efetivar os direitos de todos os cidadãos nos processos judiciais. A atividade dos oficiais de Justiça é fundamental para o resultado útil do processo e o sindicato trabalha para que esse relevante ator processual possua o instrumental necessário para contribuir com a materialização da justiça por meio de uma tutela jurisdicional célere, justa e efetiva para toda a sociedade. Clique aqui e conheça o novo Fomentador de Migalhas.


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