quinta-feira, 13 de novembro de 2025

Exército afirma que porte de arma para Oficiais de Justiça não gera despesas

 


Projeto avança na Comissão de Finanças e Tributação; após análise da CCJC, poderá seguir diretamente à sanção presidencial caso não haja recurso ao Plenário

A Câmara dos Deputados recebeu o Ofício nº 28366/2025/GM-MD, encaminhado pelo Ministério da Defesa, com o posicionamento técnico solicitado pela Comissão de Finanças e Tributação (CFT) sobre o Projeto de Lei nº 4256/2019, que trata do porte de arma de fogo para Oficiais de Justiça e agentes do sistema socioeducativo.

O documento remete integralmente o Ofício nº 2322-A4.7/A4/GabCmtEx, elaborado pelo Gabinete do Comandante do Exército, datado de 2 de outubro de 2025, que fundamenta a resposta oficial.

No parecer, o Exército informa que não há impacto orçamentário ou financeiro decorrente da aprovação do PL, nem para 2025 nem para os três exercícios seguintes, esclarecimento requerido para continuidade da tramitação.
O entendimento foi formalizado pelo Ministro da Defesa, José Múcio Monteiro Filho, ao primeiro-secretário da Câmara. 


⚖️ O que prevê o PL 4256/2019

O Projeto de Lei nº 4256/2019 altera a Lei nº 10.826/2003 (Estatuto do Desarmamento) para incluir Oficiais de Justiça e agentes socioeducativos entre as categorias autorizadas ao porte de arma de fogo.

O texto acresce ao art. 6º do Estatuto o inciso XIII, reconhecendo o porte aos integrantes da categoria de Oficiais de Justiça, e estabelece que eles poderão portar arma particular ou institucional, mesmo fora de serviço, conforme regulamentação do Estatuto.

Além disso, exige:

  • comprovação dos requisitos do art. 4º, como capacidade técnica e aptidão psicológica;

  • idade mínima de 25 anos (mantida no art. 28, com exceção aos servidores listados no art. 6º, incluindo os Oficiais de Justiça);

  • isenção de taxas para a categoria (art. 11).

O projeto aprovado pelo Senado em 29 de outubro de 2024 segue em análise na Câmara dos Deputados.


🏛️ Situação atual na Câmara dos Deputados

A tramitação do PL 4256/2019 na Câmara registra movimentação recente:

  • 22/10/2025 — CFT: Designação da relatora, deputada Delegada Adriana Accorsi (PT/GO).

  • 11/11/2025 — CFT: Recebimento formal da resposta do Ministério da Defesa ao Requerimento de Informação nº 4596/2025, contendo o parecer do Exército.

  • Situação atual: Aguardando parecer da relatora na CFT.

Após a emissão do parecer da CFT, o PL seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), que avaliará a constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa da matéria.

Se aprovado pela CCJC e não houver recurso para o Plenário, o projeto será enviado diretamente à sanção presidencial, conforme o rito das proposições conclusivas.


🎯 Relevância do parecer do Ministério da Defesa

O posicionamento técnico do Exército Brasileiro é decisivo para a análise na Comissão de Finanças e Tributação, uma vez que indica que não haverá aumento de despesa pública com a aprovação do porte de arma para Oficiais de Justiça — ponto essencial para a viabilidade fiscal da proposta.

O parecer ainda reforça que a demanda surgiu em resposta ao Requerimento de Informação nº 4596/2025, apresentado pela deputada Laura Carneiro (PSD/RJ), e atende à necessidade de instrução legislativa da Comissão.


🔎 Próximos passos

O PL 4256/2019 seguirá o seguinte fluxo:

  1. Parecer da relatora na CFT — pendente.

  2. Análise pela CCJC.

  3. Conclusão do rito:

    • Se houver recurso, vai ao Plenário da Câmara.

    • Se não houver recurso, segue diretamente para sanção presidencial.

Organizações representativas dos Oficiais de Justiça acompanham de perto a tramitação, destacando o impacto da medida para a segurança dos servidores que atuam diariamente no cumprimento de mandados em situações de risco.


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quarta-feira, 12 de novembro de 2025

Cursos gratuitos com certificado e validade nacional: acesse a Escola Virtual de Governo

 

Cursos gratuitos da Escola Virtual de Governo valem para o Adicional de Qualificação e progressão no Judiciário

A Escola Virtual de Governo (EV.G) — disponível no endereço www.escolavirtual.gov.br — é uma plataforma pública de educação a distância criada para oferecer cursos gratuitos, online e com validade nacional, voltados tanto a servidores públicos dos três Poderes quanto à população em geral.

O projeto, desenvolvido pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap), integra o Portal Único do Governo Federal e tem como objetivo centralizar e ampliar o acesso à capacitação profissional em diversas áreas do conhecimento, promovendo uma rede unificada de aprendizagem e qualificação pública.


🎓 Centenas de cursos gratuitos e acessíveis

Atualmente, a Escola Virtual de Governo reúne centenas de cursos e programas de capacitação oferecidos por instituições públicas de todo o país, com diversas cargas horárias — desde formações rápidas de 8 horas até programas avançados de 180 horas.

Entre as áreas de destaque estão:
⚖️ Direito e Legislação
🏛️ Administração Pública e Justiça
🧭 Ética e Gestão Pública
📚 Educação e Desenvolvimento Social
💡 Inovação, Tecnologia e Políticas Públicas

Todos os cursos são gratuitos, autoinstrucionais e 100% online, permitindo que o participante inicie e conclua no seu próprio ritmo. Além disso, é possível realizar vários cursos simultaneamente, o que torna a plataforma ideal para quem busca ampliar a formação e acumular certificados válidos para progressão e adicional de qualificação funcional.


🧾 Certificação com validade nacional

Ao final de cada curso, o aluno aprovado pode emitir o certificado digital em formato PDF, disponível imediatamente após a conclusão — desde que o tempo mínimo correspondente à carga horária tenha decorrido entre a inscrição e a finalização.

Os certificados são validados nacionalmente, possuem QR Code para verificação de autenticidade e são aceitos para todos os fins legais, incluindo comprovação de Adicional de Qualificação (AQ) no âmbito do Poder Judiciário da União e dos Estados.


🧩 Histórico escolar unificado e cadastro único

A plataforma oferece login e cadastro únicos, além de um histórico escolar unificado, que registra todos os cursos concluídos pelo participante.

Esse sistema permite o acompanhamento do progresso individual e garante a centralização dos certificados em um só lugar, facilitando o acesso e a comprovação das formações concluídas por servidores e cidadãos.


🏛️ Iniciativa de governo para qualificar servidores dos três Poderes

A Escola Virtual de Governo é resultado de um esforço conjunto para integrar as principais escolas de governo e centros de capacitação da Administração Pública brasileira, abrangendo o Executivo, o Judiciário e o Legislativo.

O projeto nasceu oficialmente em 2017, após avanços significativos da Enap na área de ensino a distância entre 2013 e 2016 — período em que o número de cursos ofertados cresceu 100% e o de certificados emitidos, 400%.
A proposta surgiu para superar a fragmentação dos sistemas de capacitação pública e consolidar um modelo colaborativo, inovador e sustentável de formação.


💡 Centralização e autonomia educacional

A estrutura da EV.G combina centralização tecnológica e autonomia pedagógica.

Enquanto o portal centraliza hospedagem, gestão acadêmica e emissão de certificados, as escolas parceiras mantêm liberdade para criar cursos, definir metodologias e desenvolver conteúdos próprios, garantindo diversidade, inovação e atualização constante.

Atualmente, dezenas de instituições públicas participam da EV.G como parceiras conteudistas, migrando seus cursos ou desenvolvendo novas ofertas em conjunto com a plataforma, conforme previsto na Portaria Enap nº 83/2014.


🌐 Acesso e informações

Os interessados podem se cadastrar e iniciar cursos gratuitamente em:

A plataforma é aberta a todos os cidadãos e servidores públicos do país e continua em expansão, consolidando-se como um hub nacional de conhecimento e referência em capacitação pública digital.


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TJMA promove curso de defesa pessoal e segurança operacional para Oficiais de Justiça em Santa Inês

 

Capacitação com 32 horas/aula reforçou a preparação técnica e preventiva dos servidores responsáveis pelo cumprimento de mandados judiciais

Santa Inês (MA), 12 de novembro de 2025 —
O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), por meio da Diretoria de Segurança Institucional e Gabinete Militar, em parceria com a Escola Superior da Magistratura (Esmam), realizou entre os dias 4 e 7 de novembro o curso “Segurança Pessoal no Cumprimento de Mandados”, voltado aos Oficiais de Justiça do Polo Judicial de Santa Inês.

Com carga total de 32 horas/aula, a capacitação foi ministrada pelo policial federal Sandro Avelar e coordenada pelo tenente-coronel Pinheiro, reunindo Oficiais de Justiça e servidores do Judiciário em atividades práticas e teóricas voltadas à autoproteção e segurança institucional.


⚖️ Objetivo e importância da formação

De acordo com a Diretoria de Segurança Institucional do TJMA, comandada pela coronel Claridelma Mesquista, o curso atendeu à solicitação da comarca de Santa Inês e teve como propósito ampliar a qualificação técnica voltada à segurança dos Oficiais de Justiça, profissionais que atuam diariamente em situações de risco e imprevisibilidade no cumprimento de ordens judiciais.

“O objetivo é garantir que os Oficiais de Justiça estejam tecnicamente preparados para planejar diligências com segurança, adotar medidas preventivas e agir de forma adequada em cenários de risco, preservando suas vidas e contribuindo para a eficiência da prestação jurisdicional”, destacou a diretora.

A ação integrou um conjunto de iniciativas do Tribunal voltadas à proteção física e psicológica dos servidores, com apoio logístico dos agentes de segurança sargento Gustavo, soldado Danyelly e soldado Vanessa.


🧭 Conteúdo e metodologia

Durante quatro dias de formação, os participantes receberam instruções teóricas e práticas sobre planejamento operacional, análise de risco, defesa pessoal, primeiros socorros e resiliência psicológica.
A metodologia priorizou simulações de situações reais enfrentadas pelos Oficiais de Justiça em campo, com foco na tomada de decisão sob pressão e na atuação preventiva em ambientes urbanos e de risco.

Entre os tópicos abordados estiveram:

  • Segurança pessoal e familiar;

  • Técnicas básicas de reação, fuga e defesa de terceiros;

  • Planejamento operacional e análise criminal;

  • Estudo do ciclo OODA (Observar, Orientar, Decidir e Agir);

  • Defesa e imobilização em vias públicas e ambientes confinados;

  • Uso e defesa com bastões, lâminas e armas de fogo;

  • Noções de primeiros socorros e sobrevivência urbana.


👮‍♂️ Instrutor e experiência prática

O curso foi conduzido por Sandro Avelar, policial federal, bacharel em Direito e pós-graduado em Processo Penal e Docência do Ensino Superior.
Avelar é instrutor de tiro e taser, faixa preta em Jiu-Jitsu, Krav Maga e Arnis Kali, e especialista em segurança de autoridades e imobilização policial, com atuação nos Grupos de Pronta Intervenção da Polícia Federal.

Ele é também autor do livro “Rota Segura” e criador dos programas Knife Operator, Gun Retention Combat e GT de Sobrevivência Feminina, voltados ao treinamento de agentes e servidores em ambientes de risco.


🛡️ Compromisso institucional com a segurança

A iniciativa reforça o compromisso do TJMA em valorizar e proteger os servidores do Poder Judiciário, especialmente os Oficiais de Justiça, cuja função exige preparo físico, emocional e técnico diante de situações complexas e, muitas vezes, de potencial perigo.

Com o sucesso da ação em Santa Inês, a Diretoria de Segurança Institucional avalia ampliar o curso para outros polos judiciais do Estado, fortalecendo a política de segurança preventiva e de valorização funcional da categoria.


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Concurso TJRJ oferece salários de até R$12,9 mil e benefícios atrativos; inscrições abertas até 27 de novembro

 


Tribunal do Rio de Janeiro abre vagas para técnico e analista judiciário com provas marcadas para fevereiro de 2026

O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ RJ) está com inscrições abertas para o seu novo concurso público voltado aos cargos de técnico judiciário e analista judiciário, abrangendo diversas especialidades. As candidaturas podem ser realizadas até 27 de novembro de 2025, pelo site da Fundação Getulio Vargas (FGV), organizadora da seleção.

O concurso tem como objetivo formar cadastro de reserva, com validade de dois anos e possibilidade de prorrogação por igual período. A aplicação das provas está marcada para o dia 1º de fevereiro de 2026, em diferentes cidades do Estado e, pela primeira vez, também em Juiz de Fora, Belo Horizonte e São Paulo.


💼 Salários e benefícios

O cargo de técnico judiciário (nível médio) oferece remuneração inicial de R$5.685,54, composta pelo vencimento básico, Gratificação de Atividades Judiciárias (GAJ) e Adicional de Padrão Judiciário (APJ).

Já o analista judiciário (nível superior) inicia com ganhos de R$9.363,84, também incluindo GAJ e APJ.
Para a especialidade Execução de Mandados, que abrange os servidores responsáveis pelo cumprimento das ordens judiciais, há ainda uma verba indenizatória mensal de R$3.560,57, referente à gratificação de locomoção, elevando a remuneração total para R$12.924,41.

Além dos vencimentos, o TJ RJ oferece auxílio-alimentação em torno de R$3 mil, auxílio-transporte, auxílio-educação (para até três filhos) e plano de saúde nacional de alto padrão, conforme destacou o secretário-geral de Gestão de Pessoas do Tribunal, Gabriel Albuquerque Pinto, em entrevista ao portal Qconcursos/Folha Dirigida.


📈 Progressão e teletrabalho

Segundo o secretário, está em estudo um projeto para reduzir o tempo de progressão na carreira de 18 para 12 meses, equiparando o TJ RJ a carreiras como as do Ministério Público e da Justiça Federal.
A promoção leva em conta o tempo de serviço e as horas de capacitação.

O Tribunal também possui regulamentação sobre teletrabalho e modelo híbrido, a depender da função exercida e da autorização do gestor da unidade. Há previsão de trabalho remoto integral em situações específicas, embora a regra geral permaneça o regime presencial.


🗂️ Cargos e especialidades

O edital, publicado em 23 de outubro de 2025, contempla cargos de nível médio e superior, organizados por áreas de atuação.

Nível médio:

  • Técnico de atividade judiciária (sem especialidade)

Nível superior:

  • Analista judiciário (sem especialidade)

  • Analista contador

  • Analista de Execução de Mandados

  • Psicólogo

  • Assistente social

  • Comissário de Justiça da Infância, Juventude e Idoso

  • Médico e médico psiquiatra

  • Especialidades de Tecnologia da Informação: analista de sistemas, infraestrutura, segurança da informação, dados, inteligência artificial, entre outras.

As taxas de inscrição são de R$100 para técnico e R$140 para analista.


🧭 Provas e locais de aplicação

As provas ocorrerão em 1º de fevereiro de 2026, em dois turnos:

  • Técnico judiciário (nível médio): das 8h às 12h

  • Analista judiciário (nível superior): das 14h30 às 19h30

As avaliações serão aplicadas em diversas cidades do Rio de Janeiro (capital, Niterói, Duque de Caxias, Petrópolis, Volta Redonda, Campos dos Goytacazes, entre outras) e também, de forma inédita, em Juiz de Fora (MG), Belo Horizonte (MG) e São Paulo (SP) para algumas especialidades.

O exame será composto por 70 questões objetivas, sendo 30 de conhecimentos gerais e 40 de conhecimentos específicos.
Candidatos a analista judiciário também realizarão prova discursiva no mesmo dia, de caráter eliminatório e classificatório.


⚖️ Formação e perspectiva de carreira

O concurso representa uma nova oportunidade para ingresso em uma das carreiras mais estruturadas do Judiciário estadual.

Com remuneração competitiva, benefícios amplos e planos de progressão em debate, o TJ RJ reforça seu compromisso com a valorização e o desenvolvimento dos servidores da Justiça fluminense.


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TJMG fortalece formação de novos Oficiais de Justiça com enfoque técnico e humanizado


Programa Servidor Integrado promove formação humanizada e técnica para novos servidores da Justiça mineira

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), por meio da Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes (Ejef), concluiu nesta sexta-feira (7) mais uma edição do Programa Servidor Integrado – Serin, voltado à capacitação dos novos Oficiais de Justiça nomeados no segundo semestre de 2025.

O curso, realizado entre os dias 3 e 7 de novembro, marcou um avanço significativo na formação inicial dos novos servidores, ao incluir, pela primeira vez, um módulo técnico-operacional, além dos tradicionais módulos institucional e humanossocial.

A iniciativa atendeu a uma solicitação do Sindicato dos Oficiais de Justiça do Estado de Minas Gerais (SINDOJUS-MG), fortalecendo a parceria entre a entidade e o Tribunal em prol da valorização e qualificação da categoria.

Formação completa e humanizada

Durante a semana de atividades, os novos Oficiais de Justiça participaram de conteúdos voltados à ética, diversidade, inovação, automação, segurança da informação, linguagem simples e comunicação não violenta — além de práticas específicas da função, como cumprimento de diligências, segurança pessoal e elaboração de autos e certidões judiciais.

A programação contou com a participação direta de Oficiais de Justiça como instrutores do módulo técnico-operacional.


O Oficial de Justiça Jonathan Porto Galdino do Carmo ministrou as aulas Autos Judiciais – Técnicas de Elaboração e Certidões Judiciais: Modelos e Prática, abordando aspectos técnicos essenciais para a atuação em campo.


Já o Oficial de Justiça Marcelo Abeilard Albuquerque Lima Andrade Goulart, diretor-geral do SINDOJUS-MG, conduziu o módulo Cumprimento de Diligências, compartilhando experiências práticas sobre segurança, eficiência e abordagem no exercício da função.

Parceria institucional e valorização da categoria

O diretor-geral do SINDOJUS-MG, Marcelo Goulart, destacou a importância da iniciativa e agradeceu à Presidência da Escola Judicial pela realização do Serin voltado à categoria.

“O curso representa um passo importante na capacitação dos novos servidores e no fortalecimento da atuação dos Oficiais de Justiça em Minas Gerais. A inclusão do módulo técnico-operacional torna a formação ainda mais completa e próxima da realidade do trabalho em campo”, afirmou.

O Programa Servidor Integrado (Serin) é uma ação permanente da Ejef que busca promover a integração e o desenvolvimento contínuo dos novos servidores do TJMG, unindo conhecimento técnico e sensibilidade humana no exercício da função pública.

Ao final do curso, houve também apresentação dos sindicatos da categoria e encerramento conduzido por representantes da Ejef, com reconhecimento à atuação dos instrutores e aos novos servidores que iniciam sua jornada no Judiciário mineiro.


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