quinta-feira, 14 de maio de 2026

Artigo relembra assassinato de Oficial de Justiça durante cumprimento de mandado em Porto Alegre


Um artigo publicado nesta quinta-feira (14) pelo portal Espaço Vital resgata a memória do Oficial de Justiça Marcio Luiz Veras Vidor, assassinado em 1998 durante o cumprimento de uma ordem judicial em Porto Alegre (RS).

O texto, escrito pelo escrivão aposentado Sérgio Souza de Araújo, relembra o impacto causado pela morte do servidor no Foro Central da capital gaúcha e faz uma reflexão sobre os riscos enfrentados pelos Oficiais de Justiça no exercício da função.

Oficial de Justiça foi baleado durante diligência

Segundo o relato, o crime ocorreu em 13 de maio de 1998, quando Marcio Luiz Veras Vidor cumpria mandado de intimação em um processo de despejo no bairro Menino Deus, em Porto Alegre.

Durante a diligência, o Oficial de Justiça foi alvejado a tiros pelo destinatário da ordem judicial.

O autor do artigo relata que o agressor efetuou seis disparos, atingindo o servidor em três deles.

Marcio chegou a ser socorrido, passou por cirurgias e permaneceu internado em UTI, mas não resistiu aos ferimentos, falecendo em 10 de junho daquele ano.

Texto relembra comoção no Foro Central

O autor descreve a forte comoção causada pela notícia entre servidores, magistrados e frequentadores do Foro Central de Porto Alegre.

Segundo o artigo, corredores do fórum foram tomados por choro, desespero e incredulidade após a confirmação do ataque.

O Oficial de Justiça tinha 42 anos, era casado e pai de dois filhos.

Reflexão sobre segurança dos Oficiais de Justiça

O texto também faz críticas à ausência de mecanismos de proteção para Oficiais de Justiça no cumprimento de mandados.

O autor destaca que o agressor possuía diversas armas de fogo, enquanto os Oficiais de Justiça continuam, em regra, sem autorização legal para porte funcional de arma.

O artigo relaciona o episódio ao debate nacional sobre segurança institucional da categoria e menciona o Projeto de Lei nº 4.256/2019, que tramita no Congresso Nacional e trata do porte de arma para Oficiais de Justiça.

Homenagem ao Oficial de Justiça assassinado

O artigo relembra ainda que a Câmara Municipal de Porto Alegre aprovou, em 2000, homenagem ao servidor, dando o nome de Marcio Luiz Veras Vidor ao logradouro localizado em frente ao Foro Central da capital gaúcha.

Segundo o autor, trata-se de reconhecimento justo pelos serviços prestados pelo Oficial de Justiça ao Poder Judiciário do Rio Grande do Sul.


📌 Texto original publicado pelo Espaço Vital

A seguir, reproduzimos o artigo publicado pelo portal Espaço Vital:

Mataram um oficial de justiça!

“Anoto, que fiz buscas em diversos lugares e nada encontrei sobre a sentença penal condenatória do autor do crime doloso. Entretanto, tenho que ele não terá conseguido escapar de pesada condenação”.

A data era 13 de maio de 1998 - ou seja, nesta semana completaram-se 28 anos - e o expediente no Foro Central de Porto Alegre transcorria normalmente. Os corredores estavam abarrotados de pessoas, algumas aguardando audiências, outras tantas acessando os cartórios e demais unidades judiciárias em busca dos mais variados tipos de serviços.

E de repente explodiu a bomba. Chegou a notícia – quando é coisa ruim corre muito rápido – assassinaram um oficial de justiça. Houve grande comoção geral, choros e gritos ecoaram de todos os cantos.

O competente oficial de justiça Marcio Luiz Veras Vidor fora alvejado, com três tiros, pelo locatário quando o servidor cumpria uma ordem judicial de intimação expedida em processo de despejo de imóvel situado no bairro Menino Deus.

De início, fiquei perplexo ante a terrível e apavorante informação e lembrei que na véspera havia encontrado Marcio no átrio do foro, onde mantivemos breve colóquio sobre amenidades inerentes ao serviço forense. Marcio tinha 42 anos, casado e com dois filhos de 9 e 6 anos, crianças que inesperadamente se viram órfãos da figura paterna.

Na realidade o biltre criminoso, um ex-funcionário da Assembleia Legislativa do Estado do RS, disparou seis tiros contra o serventuário da justiça acertando-lhe três. Marcio, levado ao hospital passou por tratamento em UTI, por várias cirurgias e lutou bravamente contra a morte, mas acabou sucumbindo aos graves ferimentos. Faleceu em 10 de junho de 1998.

Por ocasião de suas exéquias, com muita gente presente para a despedida derradeira, me senti subjugado pelo desalento ante o esquife do colega e amigo assassinado.

Quando de sua primeira manifestação à Polícia Civil, o soez assassino disse que nada tinha contra o oficial de justiça e que sua tresloucada e criminosa atitude visava atingir o “sistema”.

Anoto que fiz buscas em diversos lugares e nada encontrei sobre a sentença penal condenatória do autor do crime doloso, entretanto, tenho que ele não conseguira escapar de pesada condenação.

Conforme investigação policial o assassino era colecionador de armas e possuía muitas, de variados calibres. Enquanto isso ao oficial de justiça é vedado o uso de arma de fogo para defesa própria, o que, convenhamos, é um grande absurdo.

De outra banda, não se pode olvidar que o caso do Marcio, lastimavelmente não foi o primeiro e tampouco será o último. Pelo contrário, em todo o Brasil emergem situações de morte envolvendo oficiais de Justiça no pleno exercício de suas funções.

Menos mal, que já tramita no Congresso Nacional o Projeto de Lei n° 4256/2019, que trata sobre tão relevante tema.

Pena que aludido PL anda a passos de tartaruga e com irritante lerdeza na Câmara dos Deputados há sete anos.

E cabe indagar: será que a inércia legislativa completará um decênio sem efetiva solução, ou ainda, quantos Marcios terão que ser assassinados para que o pleito exordial seja finalmente acolhido?

Por fim, merece encômios a iniciativa da Câmara de Vereadores de Porto Alegre que, por unanimidade, aprovou no ano de 2000 fosse o logradouro localizado na parte frontal do Foro Central nomeado de Marcio Luiz Veras Vidor. A meu ver, justa homenagem a quem prestou relevantes serviços à justiça do Rio Grande do Sul.

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Oficiais de Justiça de São Paulo iniciam despejo de anexo e café do Espaço Petrobras de Cinema

Fachada do Espaço Petrobras de Cinema, na rua Augusta - Divulgação

Oficiais de Justiça do Estado de São Paulo iniciaram nesta quinta-feira (14) o cumprimento de mandado de reintegração de posse envolvendo o imóvel onde funcionam o anexo do Espaço Petrobras de Cinema e o Café Fellini, localizados na Rua Augusta, região central da capital paulista.

A informação foi divulgada em reportagem da Folha de S.Paulo.

Cumprimento do mandado começou nesta quinta-feira

Segundo a publicação, os Oficiais de Justiça chegaram ao local por volta do meio-dia para iniciar o cumprimento da decisão judicial que determina a desocupação das salas quatro e cinco do complexo cultural.

A ordem foi assinada em março pelo juiz Gustavo Coube de Carvalho, da 5ª Vara Cível de São Paulo, mas começou a ser executada apenas agora.

De acordo com a diretora do espaço, Patricia Durães, equipamentos considerados mais sensíveis, como projetores e cadeiras recentemente reformadas, permaneceram temporariamente no imóvel e deverão ser retirados posteriormente por empresa especializada.

Processo envolve disputa imobiliária

A ação judicial foi movida pela empresa Rec Vila 15 Empreendimentos Imobiliários, incorporadora que adquiriu o imóvel em 2022.

O processo foi ajuizado contra a Arteplex, responsável pela operação do cinema.

Segundo a decisão judicial, houve descumprimento contratual relacionado à permanência no imóvel sem pagamento à proprietária.

Decisão previa reforço policial e arrombamento

Ainda conforme a reportagem da Folha, a ordem judicial previa prazo de 15 dias para desocupação voluntária e autorizava medidas coercitivas, incluindo reforço policial e arrombamento, caso necessário ao cumprimento do mandado.

Apesar da execução da decisão cível, permanece em vigor liminar da Vara do Direito Público que impede alterações estruturais no imóvel até conclusão de análise sobre eventual tombamento cultural do espaço.

Debate envolve preservação cultural

A disputa judicial envolvendo o Espaço Petrobras de Cinema mobiliza debates sobre preservação cultural e ocupação imobiliária na região da Rua Augusta.

O complexo é considerado um dos cinemas de rua mais tradicionais da cidade de São Paulo e vem sendo alvo de discussões envolvendo possível proteção patrimonial.

O vereador Nabil Bonduki criticou a medida nas redes sociais e afirmou que buscará medidas para tentar reverter a situação.

Cinema segue funcionando

Apesar da reintegração parcial de posse, o cinema continua em funcionamento.

No ano passado, o espaço passou a contar com patrocínio da Petrobras após o encerramento da parceria anterior com o Itaú.

Oficiais de Justiça atuam na efetivação das decisões judiciais

O caso evidencia mais uma vez o papel dos Oficiais de Justiça na efetivação prática das decisões judiciais, inclusive em situações complexas envolvendo conflitos patrimoniais, disputas urbanas e questões de interesse social e cultural.

São esses profissionais os responsáveis por materializar as determinações do Poder Judiciário perante a sociedade, garantindo o cumprimento das ordens expedidas pelos magistrados.

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quarta-feira, 13 de maio de 2026

Oficiala de Justiça é agredida durante cumprimento de mandado de busca e apreensão em São Paulo


Uma diligência de busca e apreensão de veículo terminou em agressões físicas e verbais contra uma Oficiala de Justiça no município de Várzea Paulista, interior de São Paulo. O caso aconteceu no último sábado (9) e reacendeu o alerta sobre os riscos enfrentados diariamente pelos Oficiais de Justiça no exercício da função.

A servidora, identificada pelas iniciais L.R.S., é lotada na comarca de Franco da Rocha e atuava cumulativamente em Várzea Paulista no momento da ocorrência.

Cumprimento de mandado terminou em violência

Segundo informações divulgadas pela Associação dos Oficiais de Justiça do Estado de São Paulo, a diligência teve início por volta das 18h em um estabelecimento comercial localizado em Várzea Paulista.

Inicialmente, o requerido demonstrou colaboração com o cumprimento da ordem judicial de busca e apreensão do veículo. No entanto, a situação mudou após a intervenção da esposa dele, que passou a incentivar o descumprimento da ordem judicial e exigir a presença de força policial.

Mesmo com o acionamento da Guarda Civil Municipal e da Polícia Militar, a Oficiala de Justiça prosseguiu com o cumprimento do mandado.

Oficiala foi agredida com tapa, socos e puxões de cabelo

De acordo com o relato da servidora, o ataque ocorreu de forma repentina enquanto ela conferia documentos relacionados à diligência.

A Oficiala afirmou ter sido atingida com um forte tapa no rosto, além de socos e puxões de cabelo.

Segundo o depoimento, a situação aparentava estar sob controle até o momento da agressão.

“Eu tentei atender as objeções da melhor forma possível, mas ela surtou. Foi um tapa certeiro enquanto eu escrevia, eu não esperava por aquilo”, relatou a Oficiala de Justiça.

Fiel depositário também foi atacado

A violência não se limitou à agressão contra a Oficiala.

Segundo a entidade, o fiel depositário que acompanhava a diligência também foi brutalmente agredido pelo requerido e por outros dois homens não identificados, que tentavam recuperar as chaves do veículo.

O representante da instituição financeira foi derrubado ao chão e sofreu escoriações e danos materiais.

As agressões só cessaram após as chaves do automóvel serem lançadas em uma área de vegetação, impedindo a retomada do veículo pelos agressores.

Antes da chegada da Polícia Militar, os envolvidos fecharam o estabelecimento e fugiram do local.

Caso foi registrado em delegacia

Após a ocorrência, as vítimas foram encaminhadas para registro de boletim de ocorrência e realização de exames de corpo de delito.

Mesmo na unidade policial, segundo o relato, a Oficiala ainda teria sido alvo de desacato e ofensas verbais por parte da mulher envolvida nas agressões.

O veículo foi removido após o cumprimento da ordem judicial.

“Hoje eu sinto medo”, relata Oficiala

Em depoimento divulgado pela AOJESP, a Oficiala afirmou que o episódio deixou impactos emocionais além das lesões físicas.

“Hoje eu sinto medo. O medo de acontecer algo pior, como uma morte. Eu estava apenas fazendo o meu trabalho”, declarou.

AOJESP cobra mais segurança para a categoria

A Associação dos Oficiais de Justiça do Estado de São Paulo informou que acompanha o caso e presta suporte à servidora.

A entidade também voltou a defender melhores condições de segurança para os Oficiais de Justiça durante o cumprimento de mandados judiciais.

O episódio soma-se a outros casos recentes de violência registrados contra Oficiais de Justiça em diferentes estados do país, reforçando o debate sobre segurança institucional da categoria.

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Presidente do TJCE determina convocação imediata de aprovados para Oficial de Justiça no Ceará


O presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará, desembargador Heráclito Vieira Neto, determinou a convocação imediata de 14 aprovados no concurso público para Oficial de Justiça realizado pelo tribunal.

A decisão foi assinada na última quinta-feira (7) após acolhimento parcial de reivindicação apresentada pelo Sindicato dos Oficiais de Justiça do Ceará, que vinha defendendo novas nomeações diante do déficit histórico da categoria no Judiciário cearense.

Além das convocações imediatas, o presidente do TJCE determinou que a administração avance em novas nomeações dentro do prazo de validade do concurso, que se encerra em 10 de novembro de 2026.

Convocações podem continuar até novembro

Na decisão, o presidente do tribunal também determinou que a Secretaria de Gestão de Pessoas realize ajustes administrativos sempre que houver pedidos de final de fila, garantindo a continuidade das convocações durante a validade do certame.

Segundo o presidente do Sindojus-CE, Vagner Venâncio, a decisão representa um avanço importante para a categoria.

Embora o sindicato tenha solicitado inicialmente 36 nomeações, 14 cargos vagos foram autorizados neste primeiro momento.

Novo concurso deve ter cadastro de reserva

Paralelamente às nomeações, o TJCE prepara um novo concurso público.

De acordo com informações apresentadas pelo juiz auxiliar da presidência, Marcelo Roseno, a previsão é de publicação do edital ainda neste mês.

Como o concurso de 2022 permanece válido até novembro deste ano, a tendência é que o novo edital traga apenas cadastro de reserva para os cargos de Oficial de Justiça e Analista Judiciário.

A expectativa da categoria é de que o cadastro ultrapasse 100 vagas.

Déficit afeta dezenas de comarcas no Ceará

Segundo dados apresentados pelo sindicato, o Judiciário cearense enfrenta grave déficit de Oficiais de Justiça.

Atualmente, seis comarcas não possuem nenhum Oficial de Justiça lotado:

  • Acaraú

  • Jaguaretama

  • Milagres

  • Uruoca

  • Viçosa do Ceará

Além disso, outras 58 comarcas operam com quadro deficitário e sobrecarga considerada extrema.

Impactos atingem diretamente a população

O déficit de servidores impacta diretamente a efetividade das decisões judiciais, especialmente em casos urgentes.

Segundo o Sindojus-CE, a falta de Oficiais de Justiça provoca atrasos em:

  • cumprimento de medidas protetivas

  • ações de alimentos

  • intimações e citações

  • ordens de urgência

  • diligências em geral

O diretor jurídico da entidade, Carlos Eduardo Mello, afirmou que a decisão representa uma vitória não apenas da categoria, mas também da sociedade.

Segundo ele, “sem Oficial de Justiça, a decisão judicial não se materializa”.

Categoria defende criação de novos cargos

O sindicato informou que continuará atuando para garantir o preenchimento de todos os cargos vagos existentes no estado, além da criação de novas vagas para enfrentar o aumento da demanda no Judiciário cearense.

A entidade defende que a ampliação do quadro funcional é essencial para reduzir a sobrecarga enfrentada pelos Oficiais de Justiça e melhorar a efetividade da prestação jurisdicional no Ceará.

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“A Justiça pela Lente do Oficial de Justiça” levará à Câmara dos Deputados imagens inéditas da atuação da categoria

Além da exposição fotográfica, evento apresentará o primeiro Relatório Nacional dos Oficiais de Justiça, reunindo dados históricos, estatísticos e institucionais da carreira em tribunais estaduais e federais de todo o país.


A Câmara dos Deputados receberá, entre os dias 19 e 22 de maio, a exposição “A Justiça pela Lente do Oficial de Justiça”, iniciativa que pretende apresentar à sociedade, aos parlamentares e às autoridades o cotidiano dos Oficiais de Justiça brasileiros sob uma perspectiva humana, institucional e social.

A abertura oficial acontecerá no dia 19 de maio, às 9h, no corredor que liga o Anexo I ao edifício principal da Câmara dos Deputados, em Brasília.

A exposição é promovida pelo Sindicato Nacional dos Oficiais de Justiça Federais, pelo Instituto UNOJUS e entidades associadas da categoria.

Fotografias revelam a realidade vivida nas ruas

A mostra reunirá registros produzidos pelos próprios Oficiais de Justiça durante o cumprimento de mandados em diferentes regiões do país.

As imagens retratam situações que fazem parte da rotina da categoria, incluindo:

  • diligências em áreas urbanas e rurais

  • cumprimento de medidas protetivas

  • buscas e apreensões

  • reintegrações de posse

  • atuação em comunidades vulneráveis

  • deslocamentos em locais de difícil acesso

Além da dimensão institucional, a proposta busca revelar o lado humano da atividade desempenhada pelos Oficiais de Justiça, profissionais responsáveis por materializar as decisões do Poder Judiciário diretamente perante a sociedade.

Relatório nacional trará panorama inédito da carreira

Durante a programação também será apresentado o Relatório Nacional dos Oficiais de Justiça, elaborado a partir de dados estatísticos fornecidos pelos tribunais estaduais e federais de todo o país.

Segundo os organizadores, trata-se do primeiro documento nacional reunindo informações estatísticas, históricas, institucionais e prospectivas sobre a carreira dos Oficiais de Justiça no Brasil.

O relatório deverá abordar:

  • quantidade de Oficiais de Justiça nos tribunais

  • distribuição da força de trabalho

  • demandas e volume de mandados

  • condições estruturais

  • desafios institucionais

  • panorama da atuação federal e estadual

A expectativa é que o documento sirva como instrumento de reflexão sobre a efetividade da Justiça brasileira e sobre a necessidade de valorização institucional da categoria.

Evento busca aproximar sociedade e Parlamento da realidade da categoria

Os organizadores afirmam que a exposição representa uma oportunidade importante para apresentar ao Parlamento e à sociedade os desafios enfrentados diariamente pelos Oficiais de Justiça no exercício da função.

A iniciativa também ocorre em um momento de intensos debates nacionais envolvendo segurança institucional, modernização do Judiciário, valorização das carreiras e reconhecimento da atividade de risco exercida pela categoria.

Momento é considerado histórico para os Oficiais de Justiça

A expectativa das entidades é de ampla participação de Oficiais de Justiça de diversas regiões do país durante os dias da exposição.

O evento é tratado pelos organizadores como um momento histórico para a categoria, especialmente por levar ao centro do Congresso Nacional uma visão concreta sobre o trabalho desempenhado nas ruas, muitas vezes longe dos holofotes institucionais, mas essencial para a efetividade das decisões judiciais.

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