quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

SINDOJUS/MG move ação judicial contra o SERJUSMIG

O SINDOJUS/MG - Sindicato dos Oficiais de Justiça Avaliadores de Minas Gerais está movendo ação judicial contra o SERJUSMIG – Sindicato dos Servidores da Justiça de Primeira Instância do Estado de Minas Gerais com a finalidade de impedir que o sindicato réu mantenha filiados, promova nova filiações e se apresente como representante dos oficiais de Justiça de Minas Gerais.

A ação que tramita na 33ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte (n.º 0002378-55.2012.503.0112) tem como objetivo declarar que o SINDOJUS – MG é o único representante da categoria profissional dos oficiais de justiça avaliadores de todo o Estado de Minas Gerais, devendo o SERJUSMIG abster-se de apresentar como representante dos oficiais de justiça, sob pena de pagamento de multa diária.

Com a ação judicial o SINDOJUS busca o cumprimento da legislação brasileira referente à representação sindical, pois suas atribuições e prerrogativas estão sendo usurpadas, de forma ilegal, pelo SERJUSMIG.

A medida judicial adotada pelo SINDOJUS também garante segurança jurídica aos oficiais de Justiça mineiros, pois todas as medidas judiciais e administrativas tomadas pelo SERJUSMIG representando a categoria podem ser declaradas nulas, pois o sindicato réu (SERJUSMIG) não tem legitimidade para representar os oficiais de Justiça do Estado de Minas Gerais.

Foi marcada audiência para o dia 22/01/2013 às 14:10 horas a ser realizada na 33ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte.

Oficiais de Justiça fazem vistoria em fazendas em terra indígena e alertam sobre prazo para saída da área

 
Brasília – Oficiais de Justiça continuam a vistoria às fazendas localizadas na Terra Indígena Marãiwatsédé, em Mato Grosso, que terão de ser desocupadas por determinação judicial. Até ontem (12), oito propriedades receberam a visita do grupo de trabalho interministerial responsável pela operação de desintrusão (retirada). A expectativa é concluir a primeira etapa da remoção dos não índios até o próximo sábado (15).

Nenhum novo conflito foi registrado na região nos últimos dois dias. Na segunda-feira (10), quando a operação de retirada de não-índios teve início, manifestantes contrários à decisão de deixar a área atacaram policiais da Força Nacional, da Polícia Federal (PF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), deixando um saldo de dez feridos.

Segundo a Fundação Nacional do Índio (Funai), na segunda-feira, os oficiais de Justiça estiveram em duas fazendas. O proprietário da primeira delas, a Fazenda Jordão, de cerca de 4,8 mil hectares, mora em São Paulo e seus funcionários foram notificados de que têm até dez dias para desmontar todas as construções, como curral e galpão, e retirar o gado. Já na segunda propriedade, a Fazenda Córrego da Cabaça, duas das três casas já foram desocupadas e a família da terceira moradia já se preparava para deixar o local.

Das seis fazendas vistoriadas na terça-feira (11), quatro já estavam desocupadas, de acordo com a Funai. Ontem, os oficiais não visitaram outras propriedades, dedicando o dia à organização da continuidade da operação.

Homologada por decreto presidencial em 1998, a Terra Indígena Marãiwatsédé tem 165.241 hectares e abrange parte do território das cidades mato-grossenses de Alto Boa Vista, Bom Jesus do Araguaia e São Félix do Araguaia, no nordeste do estado. Um hectare corresponde a 10 mil metros quadrados, aproximadamente as medidas de um campo de futebol oficial.

Fonte: Agência Brasil

PLP 330/2006 não é votado na CTASP

O Projeto de Lei Complementar nº 330/06 – de autoria do Deputado Mendes Ribeiro Filho (PMDB/RS), que "dispõe sobre a aposentadoria do servidor público policial, nos termos do artigo 40, §4º, inciso III, da Constituição Federal, conforme redação da Emenda Constitucional, nº 47, de 05 de julho de 2005". (Apensados: PLP 554/2010 e PLP 80/2011), que tem como relator o Deputado Policarpo (PT/DF) está na pauta da Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Púbico – CTASP e que estava na Pauta da CTASP, não voi votado na sessão desta quarta (12/12).
O PLP 330/2006 estava na pauta geral, assim como vários outros projetos de leis que estão prontos para votação, entretanto depende de acordo entre os membros da CTASP para serem analisados.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

TJMT dá início à elaboração do manual de rotinas dos Oficiais de Justiça

 
Cerca de 60 oficiais de Justiça e 10 gestores das Centrais de Mandados das comarcas de Cuiabá e interior participam nesta terça e quarta-feira (4 e 5 de dezembro), na Escola dos Servidores Desembargador Atahide Monteiro da Silva, da elaboração do Manual de Rotinas das Centrais de Mandados e dos Oficiais de Justiça do Poder Judiciário de Mato Grosso. A primeira fase envolve a contextualização dos trabalhos, planejamento estratégico, identidade organizacional da Central, matriz de negócios, cenário atual, problemas/interface com as áreas e a escolha dos 30 participantes para a segunda etapa dos trabalhos, a ser realizada em fevereiro de 2013.

O juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça, Gilberto Giraldelli, fez a abertura do evento. O magistrado destacou a necessidade de o Poder Judiciário de Mato Grosso estabelecer uma metodologia de trabalho para garantir celeridade à prestação jurisdicional e para que isso ocorra se faz necessário o estabelecimento de rotinas. Ressaltou ainda que os oficiais de Justiça, assim como servidores e até público externo (promotores, advogados, defensores públicos) fazem parte da engrenagem que é o Poder Judiciário e que todos precisam trabalhar em consonância.

De acordo com um dos instrutores, Flávio Pinto, além de estabelecer uma metodologia de trabalho, a elaboração do manual tem por objetivo atender as metas de nivelamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O objetivo estratégico é garantir agilidade nos trâmites judiciais administrativos e o projeto é redefinir as rotinas de trabalho em todas as unidades judiciárias, até dezembro de 2014. Entre as ações sugeridas estão: revisão das rotinas de trabalho, atualização dos manuais, propiciar treinamento a servidores e magistrados, além de mapear os processos de trabalho.

Outro instrutor, Afonso Maciel, diz que este trabalho é continuidade de uma ação iniciada em 2007, mas que agora deverá se adaptar ao planejamento estratégico do CNJ. Disse ainda que a metodologia de trabalho baseada em manuais de rotinas já foi implantada nas Secretarias de Varas Cíveis, Secretarias de Varas Criminais, Centrais de Distribuição e Central de Administração e que agora é o momento dos oficiais de Justiça e das Centrais de Mandados.

A oficial de Justiça na Comarca de Água Boa (730km a leste de Cuiabá), Márcia Adriana Almeida Luz, é uma das participantes da elaboração do manual. Ela avaliou que além de poder contribuir com o conteúdo do documento, já que atua no Poder Judiciário há 18 anos, também será multiplicadora do conhecimento, pois na comarca há outra oficial de Justiça.

Outro servidor, o oficial de Justiça da Comarca de Lucas do Rio Verde (354km a norte de Cuiabá), Edmilson Pedro Leite Xavier, elogiou a iniciativa da Administração do Poder Judiciário de chamar os oficiais de Justiça para participarem da elaboração do manual e disse que fez questão de se inscrever para ser um colaborador. “Não só para adquirir conhecimento, mas também para repassar aos colegas”, informou.
Ao todo, o Poder Judiciário do Estado conta com 513 oficiais de Justiça efetivos, 19 estáveis e 11 estatutários distribuídos nas 79 comarcas de Mato Grosso. O objetivo da formulação do Manual é exatamente redefinir rotinas de trabalho nas unidades judiciárias e administrativas, em busca da melhor prestação jurisdicional e de uma padronização em todas as comarcas.
Fonte: SINDOJUS/MT

PL 4363/12 é enviado pela Câmara ao Senado

“11/12/2012 - Remessa ao Senado Federal por meio do Ofício nº 2.203/12/SGM-P”. Esse é o texto da ocorrência registrada no espaço reservado para o relatório de tramitação do PL 4363/12 (revisão salarial dos servidores do Judiciário Federal) no site da Câmara dos Deputados. Isto quer dizer que o projeto, aprovado na última quarta-feira, 5, na Câmara, foi encaminhado ontem (terça-feira, 11) ao Senado Federal.

Uma caravana de servidores de Minas, organizada pelo SITRAEMG, encontra-se em Brasília (DF), desde ontem, para participar da mobilização da categoria em defesa da aprovação urgente do PL 4363/12 e do PLP 330/2006, que trata da aposentadoria especial para servidor público.

No caso do PL 4363/12, os servidores se articulam junto aos senadores pela sua aprovação nos termos do relatório apresentado pelo deputado Policarpo (PT/DF), na CTASP da Câmara, já que, nele, estava previsto o aumento da GAJ de 50% para 100% do salário-base, enquanto o texto final aprovado na Casa determinou o aumento da GAJ apenas para 90%. Há, ainda, duas correções materiais a serem feitas no projeto: uma, modificando a denominação do cargo de Oficial de Justiça Avaliador de “Oficial de Justiça Avaliador da União” para “Oficial de Justiça Avaliador Federal”, conforme estabelecido e pacificado pela Lei 11.416/2006 (PCS); a outra O erro material que consta no texto final é referente Lei 11.416, § 2º, Art. 18, que faz alusão ao anexo VII, onde tratadas tabelas aplicáveis até dezembro de 2008 para os servidores optantes pelo cargo efetivo, sendo que o correto seria a referência ao anexo III, que fixa os valores da retribuição pelo exercício de cargo em comissão – CJ, a partir de dezembro de 2008. Paralelamente às mobilizações no Senado, a Fenajufe negocia a correção desses erros materiais com a administração do Supremo Tribunal Federal.

Quanto ao PLP 330/2006, a categoria busca convencer os parlamentares que integram a Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público (CTASP) da Câmara dos Deputados a incluírem o projeto na pauta de votação e a aprovarem-no na forma do relatório apresentado pelo relator, deputado Policarpo (PT/DF), que inclui os oficiais de justiça e agentes de segurança como beneficiários da aposentadoria especial.
 
Fonte: SITRAEMG

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