quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

FOJEBRA realizará assembleias do dia 23 a 25/03/2013 em Brasília/DF

EDITAL DE ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA

O Presidente da FOJEBRA – Federação das Entidades Representativas dos Oficiais de Justiça Estaduais do Brasil convoca, nos termos do artigo 26, III, IV, c/c os artigos 18, I, II, III; art. 19, I, III, IV, V, XI; art. 21 § único, art. 42 e art. 55 do Estatuto Social, a todas entidades filiadas, rigorosamente em dia com suas obrigações (art. 4º, I, II e III c/c art. 5º I, IV, V, VI, VII e IX) , para ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA e EXTRAORDINÁRIA, a ser realizada nos dias 23, 24 e 25 de MARÇO de 2013 (sábado, domingo e segunda-feira), na cidade de Brasília - DF, nas dependências do Hotel SAINT PAUL, Sala BEGÔNIA S1, sito no Setor Hoteleiro Sul (SHS), Quadra 2, Bloco H, com início às 9 horas, tendo como pauta o que segue:
  1. Prestação de Contas;
  2. Relatório de Atividades;
  3. Dia Nacional de Lutas;
  4. Eleições;
  5. Alterações estatutárias;
  6. Assuntos Gerais.
Porto Alegre, 6 de fevereiro de 2013.

Fonte: FOJEBRA

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Concursos Jurídicos

Veja os concursos para cargos jurídicos que estão em andamento:

Nacional

Telebrás
Advogado especialista em gestão de telecomunicações

As inscrições ficam abertas até o dia 1º de fevereiro. Quatro vagas estão disponíveis, mas também serão selecionados profissionais para o cadastro de reserva. A remuneração para o cargo é de R$ 5.825,11. O edital pode ser acessado no site do Centro de Seleção e Promoção de Eventos da Universidade de Brasília. Clique aqui para acessá-lo.

Região Centro-oeste

Tribunal de Justiça do Distrito Federal
Analista judiciário

As inscrições estão abertas até 23 de fevereiro. São 15 vagas para o cargo, com remuneração de R$ 7.566,41. Para concorrer, é necessário ser formado em Direito. O edital pode ser encontrado no site do Centro de Seleção e Promoção de Eventos da Universidade de Brasília. Clique aqui para acessá-lo.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal
Oficial de Justiça avaliador
As inscrições estão abertas até 23 de fevereiro. São seis vagas para o cargo, com remuneração de R$ 7.566,41. O único requisito para concorrer é ter bacharelado em Direito. O edital pode ser encontrado no site do Centro de Seleção e Promoção de Eventos da Universidade de Brasília. Clique aqui para acessá-lo.

Polícia Civil do Estado de Mato Grosso do Sul
Delegado

As inscrições estão abertas até o dia 8 de fevereiro. São 30 vagas disponíveis, com remuneração de R$ 9.035,55. Para concorrer, é necessário ter bacharelado em Direito, e pelo menos três anos de atuação em atividade jurídica. O edital pode ser encontrado e as inscrições podem se feitas no site do governo estadual deMato Grosso do Sul. Clique aqui para acessá-lo.

Região Norte

Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região
Juiz do Trabalho

As inscrições ficam abertas até o dia 6 de fevereiro. Estão disponíveis oito vagas para o cargo de juiz do trabalho, com salário de R$ 21.766,15. O concurso também se destina a formar cadastro de reserva. Para concorrer, é preciso ser bacharel em Direito, e ter exercido pelo menos três anos de atividade jurídica. As inscrições podem ser feitas no site do TRT-14. Para acessá-lo, clique aqui.

Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região
Juiz substituto
As inscrições estão abertas até as 14h do dia 6 de fevereiro. A remuneração para o cargo é de R$ 21.766,15, para 44 horas de trabalho semanais. As oito vagas disponíveis são destinadas aos estados de Rondônia e Acre. Para concorrer, é necessário ter exercido atividades jurídicas por no mínimo três anos após o bacharelado. O concurso tem validade de dois anos. Para mais informações, clique aqui e acesse o site do TRT-14.

Ministério Público do Estado do Acre
Analista processual

As inscrições ficam abertas até 31 de janeiro. Estão disponível 94 vagas para o cargo de analista processual, com remuneração de R$ 3.500. Para concorrer é necessário ter bacharelado em Direito. As inscrições podem ser feitas e o edital pode ser consultado no site da Fundação Escola Superior do Ministério Público. Para acessá-lo, clique aqui.

Tribunal De Justiça do Estado de Roraima
Notário

As inscrições ficam abertas até 27 de fevereiro. O concurso se destina ao preenchimento de 23 vagas de provimento para o cargo de notário. O salário não foi divulgado. Para concorrer, é necessário ser bacharel em Direito ou ter exercido, por mais de 10 anos, serviço notarial ou de registro. As inscrições podem ser feitas no site do Centro de Seleção e Promoção de Eventos da Universidade de Brasília. Clique aqui para acessá-lo.

Polícia Civil Do Estado Do Pará
Delegado

As inscrições serão abertas em 20 de fevereiro, se encerrando em 17 de março. São 150 vagas disponíveis para o cargo de delegado. O salário é de R$ 7.695,02. Para concorrer, é necessário ter formação em Direito. As inscrições podem ser feitas no site da Universidade do Estado do Pará. Clique aqui para acessá-lo.

Região Nordeste

Tribunal Regional do Trabalho da Bahia
Juiz

As inscrições ficam abertas até o dia 4 de fevereiro. Estão disponíveis sete vagas de juiz substituto, com remuneração de R$ 21.766,15. A seleção também se destinará à formação de cadastro de reserva, que terá validade de dois anos, podendo ser prorrogado por mais dois. Para concorrer, é necessário o bacharelado em Direito, e o exercício de atividades jurídicas por no mínimo três anos. As inscrições podem ser feitas no site do Centro de Seleção e Promoção de Eventos da Universidade de Brasília. Clique aqui para acessá-lo.

Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba
Procurador

As inscrições estão abertas até o dia 6 de fevereiro. Apenas uma vaga está disponível. A remuneração para o cargo é de R$ 11 mil. Para concorrer, é preciso ser bacharel em Direito e ter inscrição na OAB. O edital pode ser acessado no site da Fundação Carlos Chagas. Clique aqui para acessá-lo.

Polícia Civil Do Estado Da Bahia
Delegado

As inscrições ficam abertas até o dia 19 de fevereiro. Estão disponíveis 100 vagas para o cargo de delegado, com remuneração de R$ 9.155,28. Para concorrer, é necessário ter bacharelado em Direito. As inscrições podem ser feitas no site do Centro de Seleção e Promoção de Eventos da Universidade de Brasília. Clique aqui para acessá-lo.


Região Sudeste

Polícia Civil do Estado de Minas Gerais
Analista

As inscrições serão abertas em 18 de março, e se encerram em 18 de abril. São 38 vagas para o cargo de analista, com remuneração de R$ 1.707,55. Para concorrer, basta ser formado em Direito. As inscrições podem ser feitas no site da Fundação Mariana Resende Costa (Fumarc), onde pode-se encontra o edital. Clique aqui para acessá-lo.

Polícia Civil do Estado do Espírito Santo
Delegado

As inscrições estão abertas até 27 de fevereiro. São três vagas disponíveis para o cargo de delegado, com remuneração de R$ 7.675,22. Para concorrer, é preciso ser formado em Direito. As inscrições podem ser feitas no site da Fundação Professor Carlos Augusto Bittencourt (Funcab). Clique aqui para acessá-lo.

Polícia Civil do Estado do Espírito Santo
Escrivão

As inscrições estão abertas até o dia 27 de fevereiro. Estão disponíveis 81 vagas para o cargo de escrivão, com salário de R$ 3.900,03. Para concorrer, é exigido o bacharelado em Direito. As inscrições podem ser feitas no site da Fundação Professor Carlos Augusto Bittencourt (Funcab). Clique aqui para acessá-lo.

Região Sul

Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina
Auditor

As inscrições estão abertas até o dia 7 de fevereiro. Estão disponíveis três vagas para o cargo de auditor substituto de conselheiro. Para concorrer, é necessário ter entre 35 e 65 anos, além de ter bacharelado em Direito. O salário é de R$ 22.911,74. As inscrições podem ser feitas no site do TCE-SC. Clique aqui para acessá-lo.

Defensoria Pública do Estado de Santa Catarina
Analista técnico
As inscrições ficam abertas até as 16h do dia 5 de fevereiro. São 50 vagas disponíveis para o cargo de analista técnico, três delas reservadas para deficientes físicos. A remuneração é de R$ 4.200, por 40 horas semanais. A única exigência para a disputa é ter bacharelado em Direito. As inscrições podem ser feitas no site da Fundação de Estudos e Pesquisa Sócioeconômicos (Fepese), onde estão disponíveis os detalhes sobre a prova. Clique aqui para acessar o site.

Fonte: CONJUR

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Novo horário de fórum em São Paulo tem duração de 180 dias

 
Data de validade

Por Pedro Canário

A mudança no horário de atendimento nos fóruns e cartórios de São Paulo, a princípio, tem data de validade: seis meses. É o que diz o artigo 3º do provimento que instituiu o novo expediente, reduzindo em duas horas o atendimento a advogados, defensores públicos, promotores e público em geral.

De acordo com Provimento 2.028/2013, do Conselho Superior da Magistratura do Tribunal de Justiça de São Paulo, o atendimento deixa de ser das 9h às 19h para ser das 11h às 19h. As duas primeiras horas serão de "expediente interno", para que os servidores organizem e preparem os cartórios antes de começar o atendimento. Mas essa regra vai durar 180 dias, podendo ou não ser prorrogada.

A informação já estava no texto original divulgado pelo TJ no fim do mês passado, mas quem anunciou publicamente foi o presidente do tribunal, desembargador Ivan Sartori, durante cerimônia de Abertura do Judiciário paulista, nesta segunda-feira (4/2). "Esse provimento tem prazo de 180 dias, não sei porque tanta celeuma", discursou.

Sartori justificou o novo horário chamando atenção para as condições de trabalho dos funcionários cartorários. "Os servidores estão estressados, fatigados e até doentes. Eles precisam de um tempo para organizar os cartórios, para direcionar os processos etc. Precisamos pensar na dignidade humana, e por isso peço aos advogados paciência", disse o presidente.

O discurso de Sartori na cerimônia foi uma resposta às reclamações das três principais entidades de advogados de São Paulo, a Associação dos Advogados de São Paulo (Aasp), o Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp) e a seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil. Para eles, a redução no horário de atendimento ao público é "injustificável retrocesso", além de clara violação às prerrogativas dos advogados.

A posição foi reafirmada nesta segunda-feira no TJ. O presidente recém-eleito da OAB paulista, Marcos da Costa, em discurso, afirmou que, embora a justificativa do tribunal seja séria, viola prerrogativas dos advogados de ser atendidos no horário de trabalho.

O discurso de Marcos da Costa foi antes do de Sartori, o que deu ao presidente a oportunidade de se defender. Ele disse que, antes de o Conselho Superior da Magistratura aprovar o provimento, a questão foi discutida com o antigo presidente da OAB-SP, Luiz Flávio Borges D'Urso, e, posteriormente, com o sucessor Marcos da Costa. E disse que não houve tamanha objeção durante as reuniões. "O advogado é um amigo do tribunal, e o tribunal está de braços e portas abertas as todos", disse o desembargador.

Em nota divulgada na semana passada, os advogados se queixaram de não terem sido consultados antes de alteração no horário de atendimento. "As entidades signatárias protestam veementemente contra a forma surpreendente da edição do referido Provimento, sem qualquer aviso prévio ou diálogo com os órgãos de representação dos advogados, o que culminou em graves inconvenientes e até mesmo incidentes em diversas comarcas, o que seria perfeitamente evitável", reclamaram OAB-SP, Iasp e Aasp.

Questionado pela reportagem da revista Consultor Jurídico sobre a declaração de Sartori, Marcos da Costa não respondeu. E nem atendeu aos telefonemas posteriores. A reclamação na OAB-SP é que as conversas a que o desembargador se referiu tiveram tom informal.

Exemplo

Também discursou na cerimônia o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Para ele, o Judiciário de São Paulo é um grande exemplo, apesar dos "números impressionantes". Ele citou números da Corregedoria-Geral de Justiça do estado, segundo os quais em 2012 foram proferidas 3,6 milhões de sentenças, além do esforço pela conciliação de conflitos.

Mas, sobre das maiores demandas históricas da Justiça Estadual paulista, Alckmin não falou. O Judiciário Estadual ainda depende da boa vontade do Executivo no que diz respeito ao seu orçamento. Pelo rito atual, o TJ envia ao governo uma proposta de orçamento e o governador avalia antes de enviar à Assembleia Legislativa o seu Projeto de Lei Orçamentária Anual.

Para os magistrados, a sistemática é inconstitucional e é uma afronta à independência dos poderes. Para o presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros, desembargador Nelson Calandra, do TJ-SP, essa é uma forma "pouco republicana" de relacionamento, conforme disse em entrevista à ConJur no fim do ano passado.

Perguntado sobre a questão, Alckmin foi evasivo. Disse que "o Judiciário é um poder plenamente independente, assim como o Executivo e o Legislativo, da forma como escreveu Montesquieu".
Pedro Canário é repórter da revista Consultor Jurídico.

Revista Consultor Jurídico, 4 de fevereiro de 2013

domingo, 3 de fevereiro de 2013

CNJ: Projeto que reduz valores das custas judiciais está pronto para ir a Plenário

Preocupado em dar solução a um velho problema do Poder Judiciário, o representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Jefferson Kravchychyn espera que o projeto de revisão das custas judiciais, realizado por um grupo de trabalho que ele presidiu, se torne realidade em breve.

Pronta para ser apreciada no Plenário do Conselho, a revisão das custas trará mais racionalidade para a cobrança de taxas judiciais e facilitará o acesso do cidadão comum à Justiça, com correção de graves distorções.

Com uma lógica perversa, as custas praticadas no primeiro grau do Judiciário são mais caras que as do segundo grau. “É preciso procurar um princípio de Justiça na cobrança das taxas judiciárias. Pela forma que é hoje, quem pode menos paga mais”, diz Kravchychyn. Mais do que isso, o valor reduzido das custas na segunda instância ajuda a explicar porque os tribunais brasileiros estão abarrotados de processos. As disparidades das cobranças levam a Justiça a alimentar a indústria de recursos montada pelos grandes litigantes, quando deveria privilegiar causas individuais mais relevantes para a sociedade brasileira.

Fonte: CNJ

CNJ: Corregedor retornará ao TJPB no final do mês para concluir correição

 
O corregedor Nacional de Justiça, ministro Francisco Falcão, disse nesta sexta-feira (1/2), em João Pessoa (PB), que deverá retornar ao Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) no dia 21 de fevereiro, para dar continuidade à correição na área de precatórios da Corte. Uma equipe da Corregedoria Nacional esteve esta semana em João Pessoa para a primeira fase da correição, que vem sendo realizada em parceria com o próprio TJPB.

“Estamos fazendo uma avaliação por amostragem e nos próximos dias teremos um posicionamento sobre a situação. Já está marcado para voltarmos aqui no dia 21 de fevereiro e aí divulgaremos os resultados dessas avaliações, juntamente com a nova presidente”, disse o ministro, pouco antes de participar da posse da desembargadora Maria de Fátima Bezerra Cavalcanti na Presidência do TJPB.

Segundo o ministro, a correição está sendo feita a pedido da nova presidente e também conta com o apoio do ex-presidente do TJPB, desembargador Abraham Lincoln da Cunha Ramos. “Estou aqui a pedido da nova presidente para que seja feita uma avaliação no pagamento dos precatórios e checar se efetivamente os pagamentos foram feitos de forma correta. Esse levantamento é necessário, porque se trata de uma questão polêmica, em que são necessários levantamentos técnicos especializados” disse o ministro.

“Fizemos um apelo ao corregedor Nacional de Justiça para que ele nos desse um apoio técnico e operacional, fazendo uma revisão na área de precatórios e futuramente em outros setores do Tribunal”, afirmou a desembargadora Maria de Fátima Bezerra Cavalcanti. “Só quem sairá lucrando com essa parceria é o jurisdicionado e a Justiça do estado”, complementou.

O corregedor negou que o trabalho represente uma devassa na área de precatórios do Tribunal. “Na verdade essa é uma ajuda, uma parceria, da Corregedoria Nacional de Justiça com o Tribunal de Justiça da Paraíba e de forma nenhuma significa uma devassa. É uma parceria”, frisou. Ele preferiu não detalhar o número de processos de precatórios que foram avaliados pela equipe da Corregedoria nessa primeira fase, mas disse que o trabalho se deu por amostragem.

Fonte: Agência CNJ de Notícias

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