quinta-feira, 25 de julho de 2013

Carta de Natal

Reunidos os congressistas passaram a discorrer os pontos que comporão a respectiva Carta de Natal, como sendo um manifesto que direcionará as entidades aqui representadas, em suas lutas objetivando o engrandecimento da carreira dos Oficiais de Justiça do Brasil:

1- Continuidade das lutas nacionais, da carreira dos oficiais de justiça no Congresso Nacional e Tribunais Superiores: isenção do IPI e ICMS na aquisição de veículos; conquistar a regulamentação da “Aposentadoria Especial”; reconhecimento da atividade, como de risco de vida; legalização do Porte de Armas, inclusive o seu uso contínuo;

2- Atuar junto ao CNJ, nas ações pertinentes ao Estado do Paraná, objetivando o retorno da Carreira/Nomenclatura dos Oficiais de Justiça com a proposta também de abertura de concurso específico para o cargo;

3- Encaminhamento ao CNJ de proposição instituindo uma correlação de Oficiais de Justiça em consonância ao número de juízes, no mínimo de 06 (seis) para 01 (um);

4- Cumprimento da resolução 153 do CNJ, referente ao pagamento das demandas de assistência judiciária gratuita;

5- Que a objetivação do Processo Virtual, não traga como herança, atribuições administrativas e/ou cartoriais aos Oficial de Justiça;

6- Continuar a luta pela exigência do Bacharelado em Direito como pré-requisito ao exercício do cargo;

7- Resoluções 13 e 14 do CNJ, que estão sub judice, sejam efetivadas na sua plenitude;

8- Atuação da FOJEBRA, de forma ativa e participativa na luta pela PEC 526/10, que trata da eleição dos presidentes dos Tribunais de Justiça Estaduais;

9- As entidades federadas devem levar para discussão em suas bases, sobre o entendimento da PEC 190, num prazo sugerido de 06 (seis) meses para o devido encaminhamento desta Federação;

10- Cursos para os Oficiais de Justiça, de treinamento e aperfeiçoamento das suas atribuições;

11- Movimento Nacional nas ruas, conclamando os companheiros para lutar pelas bandeiras unificadas e específicas da Carreira do Oficial de Justiça

(Paralização Nacional), através de ferramentas na internet: facebook – blogs, etc;

12- Trabalho conjunto e unificado entre as Federações: FOJEBRA, FENASSOJAF, FENAJUD, FENOJUS e FENAJUFE, na luta em favor das PEC’s, relacionadas aos Direitos dos Servidores (Estaduais e Federais);

13- Cada entidade filiada quando da convocação de suas Assembleias Gerais, deem publicidade a “Carta de Natal”;

14- Campanha de valorização da carreira do Oficial de Justiça e consequentemente comemorarmos o seu dia (05 de setembro);

15- Fortalecimento e implementação das Centrais de Mandados em todo pais, conforme decisão do CNJ, coordenadas e/ou supervisionadas preferencialmente por Oficiais de Justiça e estimular o uso sistemático da CERTIDÕES CIRCUNSTANCIADA;

16- Calendário de visitas da FOJEBRA, aos Estados Federados, mediante pauta de reinvindicações encaminhadas aos respectivos Tribunais de Justiça;

17- Apoio e encaminhamento dos processos junto ao MTE, na busca das suas respectivas “Cartas Sindicais”;

18- Criação do regime especial de trabalho judicial nos 26 (vinte seis) Estados da Federação e 01 (um) Distrito Federal, como também, a criação de um número de emergência junto a Polícia Militar, identificando o Oficial de Justiça em diligência;

19- Sugestão de criação da PEC dos “Oficiais de Justiça”, no intuito também, de obter o reconhecimento como “Função de Estado”, na Carta Magna;

20- Elaboração de Projetos em conjunto com os Oficiais de Justiça Federais, no que diz respeito ao interesse comum e pontual nos seus Estados;

21- Restruturação Nacional das Normas das Corregedorias, junto ao CNJ, ouvindo as entidades de classe dos respectivos Estados.

CONCLUSÕES

As lutas a serem desencadeadas no sentido de fazer valer as deliberações do 2º Congresso Brasileiro dos Oficiais de Justiça Estaduais serão no sentido estrito de dignificar nossa categoria, mas servirão também, para contribuir com a construção de alternativas para os problemas enfrentados pelo Poder Judiciário. Nesse sentido a FOJEBRA fomenta esta discussão e encaminha este documento para apreciação.Somente com um esforço conjunto e a integração de vários setores representativos seremos capazes de superar as deficiências que hoje limitam o poder de ação em defesa dos interesses maior da sociedade.

Natal-RN, 22 de junho de 2013.

Paulo Sérgio Costa da Costa - Presidente da FOJEBRA
Jailson da Costa e Silva - Secretário Geral da FOJEBRA

InfoJus BRASIL: Com informações do site do SINDIOFICIAIS

quarta-feira, 24 de julho de 2013

ALAGOAS: Tribunal de Justiça entrega 25 motos a oficiais de Justiça

O presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL), desembargador José Carlos Malta Marques, e o presidente do Fundo Especial de Modernização do Poder Judiciário (Funjuris), juiz Roldão Oliveira, entregaram, no início da tarde desta quarta-feira (24), vinte e cinco motos aos oficiais de Justiça do interior e da capital, com o objetivo de acelerar as atividades funcionais de intimação.

"A Justiça brasileira é considerada lenta e o Judiciário tem tomado medidas para acabar com essa lentidão. Alguns exemplos são os mutirões, os núcleos de conciliação e, agora, a entrega dessas motos que irão ser o meio de transporte para que cumprir as demandas processuais que exigem rapidez", explicou o chefe do Judiciário.

Segundo Roldão Oliveira, a entrega das motos é um momento simbólico, mas que significa muito. "A entrega desse meio de transporte tem a finalidade de tornar só feitos e o atendimento às demandas mais ágeis. É uma satisfação para o Poder Judiciário de Alagoas entregar esses instrumentos de trabalho", disse o magistrado.

Os veículos, que foram adquiridos com recursos do Funjuris, serão de uso exclusivo em serviço.

terça-feira, 23 de julho de 2013

MARANHÃO: Oficiais de Justiça não podem exercer cargo comissionado


Os oficiais de Justiça que exercem cargos comissionados no âmbito do Poder Judiciário Estadual têm prazo de 60 dias para retornarem às funções de origem, a contar do dia 17 deste mês.

A decisão é do Pleno do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), que acolheu proposição do corregedor-geral da Justiça, desembargador Cleones Cunha. Aqueles que quiserem permanecer nos cargos comissionados podem optar pela exoneração do cargo efetivo.

De acordo com dados da Diretoria de Recursos Humanos do TJMA, a Justiça estadual tem hoje em seu quadro de servidores 562 oficiais de Justiça, sendo 147 em entrância inicial, 235 em entrância intermediária e 180 na comarca de São Luís. Sete deles ocupam cargos em comissão.

Na última convocação de servidores – feita por meio do Edital nº 212013, publicado no Diário da Justiça Eletrônico do dia 13 de junho deste ano – foram disponibilizadas quatro vagas que estavam pendentes de provimento. Todas elas foram preenchidas.

“Agora, resta apenas os candidatos nomeados tomarem posse e entrarem em exercício", explica a coordenadora de Acompanhamento e Desenvolvimento na Carreira, Maria Lúcia de Abreu.

Do último concurso promovido pelo Tribunal de Justiça, em 2009, 48 candidatos ao cargo de oficial de Justiça ainda aguardam convocação. O diretor de Recursos Humanos, Daniel Gedeon, informa que tramita atualmente o processo administrativo nº 336432013, objetivando a abertura de novo concurso para provimento de vagas para o cargo de oficial de Justiça.

Fonte: Assessoria de Comunicação do TJMA

Reportagem da EPTV de Campinas trata da falta de segurança dos oficiais de justiça

Reportagem exibida pelo Jornal da EPTV de Campinas abordou a falta de segurança sofrida pelos Oficiais de Justiça no cumprimento dos mandados. O assunto foi pauta da equipe de jornalismo depois que um segurança de uma financeira morreu quando acompanhava um Oficial de Justiça em Piracicaba.

 Em virtude dos riscos sofridos diariamente pela classe, a Fenassojaf trabalha pela conquista da Aposentadoria Especial dos Oficiais. Além disso, a Federação envia sugestões de pauta para os diversos veículos de comunicação do país para chamar a atenção das autoridades sobre a falta de segurança desses servidores no exercício da profissão.


FENASSOJAF: PELA GARANTIA DE SEGURANÇA AOS OFICIAIS DE JUSTIÇA

Fonte: Fenassojaf

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Resolução do TJPB beneficia desempenho dos Oficiais de Justiça

O Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba aprovou a Resolução nº 36, que dispõe sobre a atuação dos cerca de 800 oficiais de Justiça que integram o Poder Judiciário estadual. O documento disciplina o funcionamento da Central de Mandados, zoneamento, produtividade, pregão eletrônico, dentre outras coisas, e foi elaborado com a participação da categoria. A Resolução foi publicada no Diário da Justiça Eletrônico, edição desta segunda-feira (22).

O presidente da Associação dos Oficiais de Justiça do Estado da Paraíba (Aojep), Roberto Bastos, informou que a resolução foi bastante discutida, quando de sua elaboração, com a participação das entidades representativas dos Oficiais, bem como, veio para atualizar a resolução publicada anteriormente, que estava defasada, por conta do avanço tecnológico, e o fato dos oficiais terem que ficar de plantão nos cartórios, com um grande fluxo de mandados a serem cumpridos.

“Com essa nova resolução a tendência agora é o oficial de Justiça ter mais tempo para cumprir os mandados na rua. A função do oficial de Justiça é trabalhar nas ruas, externamente, não cumprir atos de ofício, nem de cartório, mas sim mandados judiciais. Haverá pregões eletrônicos nos maiores fóruns das Comarcas e com isso deixará o oficial de plantão de sobreaviso, não precisando que ele fique fixo no plantão”, destacou.

Roberto Bastos acrescentou que a resolução trouxe mais um benefício para a categoria, trata-se de um convênio com os correios, que irá diminuir a demanda de mandados, e que, as benesses trazidas pela nova resolução têm como meta a melhoria nas condições de trabalho dos oficiais de Justiça.

Anseio – Para o oficial de Justiça, Francy Hélio de Souza, a nova resolução veio atender a um anseio de reformulação da categoria e atinge pontos cruciais como os plantões e a produtividade, que será aplicada por igual para todos os oficiais. “Vamos ter um maior dinamismo e, com certeza, a nossa atividade será muito mais produtiva. Nós teremos mais tempo para fazer as diligências e cumprir efetivamente os mandados que são colocados ao nosso encargo”, enfatizou.

Melhoramento – Consta na Resolução que um dos motivos que impulsionou a confecção do documento foi a necessidade de racionalizar as atividades funcionais dos oficiais de Justiça e equacionar de forma equitativa os encargos da categoria no cumprimento do elevado número de mandados.

Gecom – Lila Santos

Fonte: TJPB

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