quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Ato Público em Passo Fundo (RS) reúne Oficiais de Justiça para reivindicar melhores condições de trabalho

Na tarde de hoje (25), a diretoria da Abojeris Sindicado, Oficiais de Justiça e demais servidores do judiciário da região de Passo Fundo, estiveram em frente ao Fórum da cidade, em um ato público, lutando por melhorias para a categoria e esclarecendo a população sobre as reais condições de trabalho dos servidores.

A defasagem dos valores da verba indenizatória do auxílio-condução, os mais de 170 cargos de Oficiais de Justiça que estão vagos, e a extinção dos cerca de 5.000 cargos de Oficiais Escreventes, estiveram em pauta. Também fez parte das reivindicações, a reposição salarial. Nos próximos dias a Assembleia Legislativa votará o projeto de lei que recupera parte da inflação de 2015 (5,58%). Porém, esse reajuste ameniza apenas uma parte da crise que os trabalhadores enfrentam, uma vez que estão há quatro anos com os salários congelados.

Segundo o presidente da Abojeris, Sirlan da Rosa Cruz, a luta da categoria é pela valorização do Oficial de Justiça, pela garantia dos direitos e por melhores condições de trabalho. Além disso, a operação padrão pode se tornar uma realidade, caso o TJRS não sinalize com soluções. “Os Oficiais de Justiça expõem-se diariamente a situações de risco no cumprimento das ordens judiciais, utilizando seu próprio veículo e arcando com as despesas do próprio bolso. Além disso, nossos colegas estão sobrecarregados pela defasagem do quadro em diversas comarcas. Tudo isso vem refletindo, inclusive, em problemas de saúde para os servidores”, afirmou.

O ato contou com a cobertura da imprensa local, que fez questão de dar voz aos Oficiais de Justiça. Representantes do Sindjus, Simpe-RS, Sindpers, Aprojus e da OAB local também estiveram presentes em apoio aos OJs.

InfoJus BRASIL: Com informações da Abojeris

Seminário discute os riscos da atividade dos Oficiais de Justiça

Não é novidade para a categoria que os Oficiais de Justiça Avaliadores (OJAs) enfrentam graves problemas para cumprir suas funções com segurança. O seminário A Violência e a Saúde do Oficial de Justiça foi realizado pelo Sindjustiça-RJ no dia 26 de outubro para discutir o enfrentamento ao descaso do poder público com a integridade física dos servidores do segmento.

A atividade reuniu 83 participantes que se envolveram em palestras e debates sobre o tema, com instruções sobre como os serventuários devem agir para denunciar ataques e se proteger durante a jornada de trabalho. O evento também contou com uma aula prática especial de Krav Magá – modalidade de defesa pessoal em que os praticantes aprendem técnicas para neutralizar ameaças.

De acordo com a diretora de saúde e condições do trabalho do sindicato, Gabriela Garrido, a ideia de organizar o seminário veio da OJA da comarca de Teresópolis Tatiana Ferreira Lotfi – que presidiu uma das mesas do evento – e foi acolhida pela entidade por conta da preocupação com os constantes relatos de violência contra os servidores.

“Sabemos que os Oficiais de Justiça são vítimas de agressões e ameaças. Além de fazer nosso papel e tomar providências sistemáticas para que os casos que chegam até nós sejam resolvidos e não se repitam, também entendemos a importância de discutir os efeitos que a sensação de insegurança tem sobre a saúde física e emocional da categoria. É importante dialogar sobre como o servidor deve reagir diante dos abusos e como os casos são informados ao Tribunal de Justiça”, explicou Gabriela, que também é OJA.

Evento debateu vários aspectos das condições de trabalho do segmento

A programação propôs várias frentes de diálogo sobre o problema. As atividades foram desde questões individuais – como técnicas de gerenciamento de estresse – até aspectos técnicos, como o cumprimento do Provimento 22/2009 da Corregedoria Geral de Justiça, que versa sobre os direitos dos OJAs em situações de risco.

Para o palestrante Hélio de Freitas, OJA na comarca de Búzios, que trabalhou estratégias de relaxamento no seminário, as atividades foram um momento importante na luta por melhores condições de trabalho para os serventuários. “O evento foi um marco para os Oficiais de Justiça porque foi a primeira vez que houve a criação de um espaço para que os servidores se reunissem e falassem sobre saúde”, afirmou.

As discussões desenvolvidas foram vistas como uma importante ferramenta de luta também para a OJA da capital Chirley Silva Monteiro, que participou das palestras. “Eu saí do evento em estado de graça. Gostei muito de ter participado porque as palestras técnicas foram muito proveitosas, falaram do que vivemos nas ruas. É sempre importante lembrar que a vida da gente importa e que está acima de qualquer mandado”, descreveu.

Fonte: Sindjustiça-RJ

Oficiais de justiça terão "livre parada" nas ruas de Cuiabá

Os vereadores de Cuiabá aprovaram, em sessão plenária desta terça-feira (30), o projeto do Executivo que autoriza oficiais de justiça e avaliadores a estacionarem seus veículos particulares em vagas públicas quando estiverem executando suas funções.

A iniciativa corresponde a um anteprojeto do vereador Luis Claudio (PP), em razão da particularidade da função desses profissionais, que dão cumprimento a ordens judiciais utilizando de seus próprios veículos. “Quando o oficial de justiça está no cumprimento de mandato judicial, ele é um representante do juiz. O processo só vai conseguir ter andamento se a parte da qual o oficial de justiça tem o mandado for intimada. Ele tem dificuldade, porque utiliza o próprio veiculo para estacionar em determinados lugares e tem que pagar do próprio bolso aquele estacionamento”, disse Luis Claudio.

O vereador afirmou ainda que a livre parada é destinada apenas em vagas de estacionamentos públicos, não privados.

Com o projeto, os profissionais também ficam isentos do pagamento da tarifa de estacionamento quando estiverem em diligência para o Poder Judiciário, nas vagas de estacionamento rotativo denominado “faixa verde”.

Terão direito a isenção os profissionais que tenham o veículo cadastrado do veículo junto ao Executivo e devidamente identificado com adesivo oficial também emitido pela Prefeitura de Cuiabá. Cada profissional terá direito a cadastrar dois veículos.

Para Luis Claudio, a aprovação é importante para os servidores públicos e não afeta a coletividade. “O oficial de justiça está no exercício de uma atividade pública. Nada mais justo do que conceder essas vagas de estacionamento. Esses profissionais terão os veículos identificados e terão direito somente quando estiverem no cumprimento do seu devido mandado judicial. Ninguém está aqui para taxar privilégios para a categoria. Estamos fazendo justiça a essa categoria”, encerrou.

InfoJus BRASIL: Com informações FolhaMax

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Publicado novo enquadramento dos Oficiais de Justiça do TJSP

Escrito por João Paulo Rodrigues em 29/10/2018 

O Tribunal de Justiça de São Paulo publicou, nesta segunda-feira (29/10), o novo enquadramento dos Oficiais de Justiça, em adequação à Lei Complementar n.º 1.273 de 17 de setembro de 2015, que dispõe sobre o requisito de ingresso no cargo de Oficial de Justiça e altera a Lei Complementar n.º 1.111 de 25 de maio de 2010.

O novo enquadramento vigora a partir de 19 de setembro de 2018.

No link abaixo, cada servidor poderá buscar seu nome por meio do sistema de busca do PDF, clicando Ctrl+F ou Ctrl+L:


InfoJus BRASIL: Com informações da Aojes

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Fenassojaf debate atuação conjunta com o Movimento Acorda Sociedade

Prioridade é manter a luta contra a reforma da Previdência

O presidente da Fenassojaf, Neemias Ramos Freire, recebeu nesta sexta-feira (26), o coordenador nacional do Movimento Acorda Sociedade (MAS), Nery Júnior. O grupo, que reúne diversas entidades da sociedade civil, nasceu da necessidade de alertar e mobilizar a sociedade brasileira para os retrocessos da PEC 287/2016 (Reforma da Previdência).

O objetivo da reunião, que aconteceu na sede da Federação em Brasília/DF e contou com a participação da diretora de Comunicação, Paula Meniconi, do assessor parlamentar da Fenassojaf, Alexandre Marques, e do diretor do Sitraemg, Helio Diogo, foi conhecer um histórico da atuação do MAS com vistas à participação da Fenassojaf entre as entidades que apoiam o movimento.

Nery Júnior fez um relato sobre a atuação pela rejeição da PEC 287/2016, bem como pela aprovação de projetos de lei acompanhados pelo movimento, todos no sentido de preservar os direitos previdenciários em vigor.

O coordenador do MAS também apresentou um balanço das recentes eleições legislativas, indicando os parlamentares eleitos com o apoio do movimento, e adiantou estratégias de luta nos cenários resultantes das eleições presidenciais.

A Fenassojaf deverá submeter à diretoria executiva a proposta de apoio ao Movimento Acorda Sociedade, que aglutina esforços de várias entidades na defesa de direitos dos servidores e da sociedade em geral. Participam do MAS entidades como a Anamatra, o Sindjus/DF, o Sitraemg, a Anfip, a OAB/DF, a Fenafisco, entre outras.

MAS celebra conquista de reversão da sugestão 148/2018 em PEC

O Movimento Acorda Sociedade celebrou, nesta quinta-feira (25), relevante vitória na Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados (CLP) da Câmara dos Deputados. Os parlamentares aprovaram, por unanimidade, o relatório da deputada Flávia Morais (PDT/MG) sobre a conversão da sugestão 146/2018 em Proposta de Emenda à Constituição (PEC). O texto objetiva alterar a Constituição Federal para vedar a edição de medidas provisórias em matéria trabalhista e Previdenciária.


“Tal conquista visa blindar direitos trabalhistas e previdenciários de inoportunos ataques, sem ampla discussão pregressa no parlamento brasileiro. Ao convertermos nossa sugestão legislativa em PEC, iniciamos uma importante etapa na direção de criar uma forte barreira de proteção aos direitos consagrados na Constituição de 1988”, comemora o coordenador nacional do MAS, Nery Júnior.

Da Fenassojaf, Caroline P. Colombo

InfoJus BRASIL: Com informações da Fenassojaf

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