terça-feira, 24 de janeiro de 2012

PARAÍBA: Unificação de Centrais de Mandados

Resolução disciplina unificação de Centrais de Mandados e Distribuição nas comarcas do Estado

Gerência de Comunicação
No Diário da Justiça Eletrônico desse sábado (21), foi publicada a Resolução N.º 9, que discrimina as comarcas onde haverá unificação e separação das Centrais de Mandados e de Distribuição, em cumprimento às disposições do art. 258 da Lei de Organização e Divisão Judiciárias do Estado da Paraíba (LOJE). O projeto de que trata essa Resolução foi proposto pelo presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Abraham Lincoln da Cunha Ramos, e aprovado por unanimidade, na última sessão ordinária do Pleno.

O desembargador-presidente considerou, ao propor o projeto ao Pleno, o levantamento realizado pela Diretoria de Tecnologia da Informação no mês de dezembro de 2011, sobre o quantitativo dos processos distribuídos nas comarcas de vara única e naquelas com duas unidades judiciárias, e o relatório circunstanciado encaminhado à Presidência do TJPB, opinando pela unificação e separação dos serviços das Centrais de Mandados e de Distribuição das comarcas.

Os magistrados em exercício nas comarcas cujos serviços foram unificados deverão propor à Presidência do Tribunal, no prazo de cinco dias, a partir da publicação desta Resolução, o nome do servidor que, em razão da unificação, será nomeado para a chefia da Central Unificada de Mandados e de Distribuição. Os que estão nas comarcas cujos serviços irão funcionar separadamente, em razão da elevação da média dos processos distribuídos, terão o mesmo prazo para indicar os nomes dos servidores a serem nomeados para as chefias da Central de Mandados e da Central de Distribuição.

Caso os magistrados não façam a indicação no prazo fixado, a Presidência procederá as nomeações consoante a conveniência da administração. Ficou determinado, ainda, que permanecem em vigor as nomeações para as Chefias de Centrais de Mandados, Centrais de Distribuição e Centrais de Mandados e de Distribuição, em relação às comarcas cujos serviços foram unificados e ou separados a teor desta Resolução, até que sejam nomeados novos servidores para essas funções.

Ficaram unificadas, até ulterior deliberação,as Centrais de Mandados e de Distribuição das comarcas de Alagoa Nova, Boqueirão, Cacimba de Dentro, Juazeirinho e Queimadas. Permanecem

unificadas, as comarcas de Araçagi, Arara, Aroeiras, Barra de Santa Rosa, Bonito de Santa Fé, Brejo do Cruz, Cabaceiras, Caiçara, Cruz do Espírito Santo, Gurinhém, Lucena, Malta, Mari, Paulista, Pedras de Fogo, Pilões, Pirpirituba, Prata, Remigio, Santana dos Garrotes, São João do Cariri, São Mamede, Serraria, Uiraúna, Umbuzeiro, Conceição, Cuité, Ingá e São João do Rio do Peixe.

Ficarão separadas, até ulterior deliberação, as Centrais de Mandados e de Distribuição das comarcas de Água Branca, Belém, Jacaraú, Pilar, São José de Piranhas, Serra Branca, Sumé e Esperança.

Gecom/TJPB/Gabriella Guedes

Fonte: Tribunal de Justiça da Paraíba

TJ-RN encontra desvios no pagamento de precatórios

Fortes indícios

A comissão especial que investiga irregularidades na Divisão de Precatórios do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte tem fortes indícios de que houve desvio de valores provenientes do pagamento de precatórios dentro da Corte potiguar, com possível envolvimento, inclusive, de pessoas externas ao Poder Judiciário.

Em nota divulgada nesta segunda-feira (23), a presidente do TJ-RN, desembargadora Judite Nunes, reafirmou a existência de irregularidades e que, em face dessa conclusão apresentada pela comissão responsável pelas investigações, decidiu judicializar a questão.

Para tanto, Judite Nunes se reuniu na manhã desta segunda-feira (23/1) com o procurador-geral de Justiça no RN, Manoel Onofre de Souza Neto, e com promotores do Patrimônio Público da Comarca de Natal e entregou cópias do material apurado pela comissão que evidencia desvios.

A presidente da Corte potiguar esteve acompanhada do corregedor-geral de Justiça do TJ-RN, desembargador Cláudio Santos, e do desembargador decano da instituição, Caio Alencar, designado presidente da comissão que investiga as irregularidades no setor de precatórios.

Os desembargadores ainda se reuniram com o presidente do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte, conselheiro Valério Mesquita, para pedir ajuda nas investigações. Na nota, a presidente afirma também que será solicitada a contribuição do Conselho Nacional de Justiça no escândalo dos precatórios do TJ-RN.

Fonte: Consultor Jurídico

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

SÃO PAULO: oficiais de Justiça cumprem ordem de Reintegração de Posse


Polícia Militar presta apoio aos oficiais de Justiça.

Reintegração de posse, no bairro Pinheirinho, em São José dos Campos, é cumprida

Aproximadamente 40 oficiais de justiça deram cumprimento hoje (22) à ordem judicial de Reintegração de Posse do bairro Pinheirinho, em São José dos Campos, em operação da Polícia Militar, que se iniciou por volta das 6 horas. A polícia contou com cerca de 2 mil homens das tropas de choque, bombeiros e policiamento local, mais de 200 viaturas, 100 cavalos, 40 cães e três helicópteros. 

Segundo a PM, a desocupação foi de forma ordenada, sem grandes resistências. As manifestações ocorridas foram de pessoas de bairros vizinhos que atearam fogo em carros e praticaram outras desordens. 

A determinação de reintegração da área é da juíza da 6ª Vara Cível de São José, Márcia Loureiro. Houve recurso ao Tribunal de Justiça de São Paulo que confirmou a decisão da magistrada. 

Na semana passada, na tentativa de mudar a situação, os moradores ingressaram na Justiça Federal com um pedido e a juíza substituta de plantão suspendeu a reintegração. No entanto, horas depois, o juiz federal revogou a decisão e excluiu do pólo passivo a União. Ele entendeu que não havia interesse jurídico contra a União no feito, sendo assim não poderia figurar como ré na demanda. 

O juiz salientou que o bem não era da União e não havia nenhum interesse federal no caso. "A questão é iminentemente política, e envolve os interesses de habitação do Ministério das Cidades". Inconformados com decisão, os moradores recorreram ao Tribunal Regional Federal e obtiveram a suspensão da determinação desse juiz federal. 

A juíza estadual, Márcia Loureiro, ao tomar ciência da decisão, consultou a Presidência do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. O presidente do TJSP, desembargador Ivan Sartori, determinou que se prosseguisse na execução do decisório estadual e ressaltou que o ato judicial concorrente do TRF não tinha qualquer efeito para a Justiça estadual que é absolutamente independente e não tem relação com aquele outro ramo do Judiciário. Também não houve manifestação de interesse jurídico da União no processo, de modo que fosse deslocada a competência para a Justiça Federal. 

A decisão proferida pelo juízo da 6ª Vara Cível de São José dos Campos, ora em fase de execução, somente pode ser suspensa por ordem deste Tribunal de Justiça, do Superior Tribunal de Justiça ou do Supremo Tribunal Federal", declarou Ivan Sartori. 

O juiz assessor da Presidência do TJSP, Rodrigo Capez, designado para representar a instituição, esteve no local desde a madrugada deste domingo para prestar todo auxílio necessário. 

Fonte: Tribunal de Justiça de São Paulo

23/01/2012 - Noticiário Jurídico

A Justiça e o Direito nos jornais desta segunda

Coaf
Reportagem do jornal O Estado de S. Paulo informa que leis que disciplinam a ação e estabelecem o raio de alcance do poderoso Conselho de Controle de Atividades Financeira (Coaf), a unidade de inteligência financeira do Ministério da Fazenda que persegue fortunas ilícitas, são o novo alvo de alguns juízes. Irritados com a abertura das contas e movimentações bancárias, desembargadores da Justiça preparam o contragolpe. Eles miram precisamente a Lei 9.613/98 e a Lei Complementar 105/01. A primeira impõe sanções à lavagem de dinheiro e criou o Coaf e a outra estabelece que o Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários, nas áreas de suas atribuições, fornecerão ao conselho "informações cadastrais e de movimento de valores".

Pá e cimento
Embora não tenha sido contemplado com reajuste salarial pelo governo federal no Orçamento Geral da União em 2012 sancionado pela presidente Dilma Rousseff, o Judiciário não foi totalmente esquecido pelo Congresso Nacional e deve receber mais R$ 197,7 milhões provenientes de emendas parlamentares para a reforma de 208 projetos de obras, sendo 177 delas novas construções. O acréscimo eleva a previsão de orçamento do órgão este ano para R$ 709,5 milhões, noticia o jornal O Globo.

COLUNAS
Receitas da ministra
De acordo com o colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, “colocada no site do Superior Tribunal de Justiça na última sexta-feira (20/1), a notícia sobre a nona edição do livro de receitas da ministra Eliana Calmon registrava, às 8h30 desta segunda-feira (23/1), 3.218 acessos. Segundo informa o site, "REsp", cuja primeira edição foi lançada há 10 anos, traz novas dicas e uma novidade: receitas sem glúten”.

Busca direcionada
Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo, noticia que “a Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça deve abrir investigação sobre denúncia de conduta anticompetitiva do Google. A acusação foi feita em novembro pelo site Buscapé, que diz que o concorrente se aproveita de monopólio no sistema de buscas para abocanhar outros serviços, como comparador de preços e localizador de passagens aéreas”.

Abusos em Pinheirinho
O Blog do Noblat, do jornal O Globo, elege como frase do dia declaração de Ophir Cavalcante, presidente da OAB, em que ele critica a reintegração de posse de um terreno em Pinheirinho, em São José dos Campos (SP), que desalojou 1,6 mil famílias. “É um processo antigo, esperar mais 10 ou 15 dias não teria problema. As pessoas desabrigadas ficaram em completo abandono, é uma questão de humanidade”, disse.

Revista Consultor Jurídico, 23 de janeiro de 2012

Foi criada a FENOJUS

No dia 19/01/2012, em Brasília/DF, foi criada a Federação Nacional dos Oficiais de Justiça do Brasil (FENOJUS), com a participação de oito sindicatos de oficiais de Justiça.

Essa é uma grande conquista dos oficiais de Justiça brasileiros. Mas é necessário que a Fenojus trabalhe em prol de todos os oficiais de Justiça. É necessário que quando um oficial de Justiça seja agredido, principalmente quando os agressores forem agentes do Estado, que a Fenojus mande um representante ao respectivo estado da federação para que sejam tomadas as devidas proviências.

É necessário também que a Fenojus divulgue todas as ações tomadas em favor dos oficiais de Justiça. Não se pode ter exemplo a antiga FOJEBRA, que sequer atualiza o site da entidade.

Segundo o presidente do SINDIOFICIAIS/ES, Argentino Dias, um dos objetivos da FENOJUS é conseguir a adesão de todos os sindicatos de oficiais de Justiça do Brasil. 

O SINDOJUS-MG e o SINDOJEPE/PE ainda não filiaram a FENOJUS, entretanto a qualquer momento podem se filiar e engrandecer a nova federação. É de suma importância que os oficiais de Justiça desses estados, converse com os dirigentes dos sindicato e demais oficiais para convencê-los a se filiar na FENOJUS. Somente com muita união e humildade é possível vencer.

Segue meios de contatos do SINDOJUS-MG e SINDOJEPE para que os oficiais de Justiça favoráveis ao fortalecimento da FENOJUS entrem em contato com os dirigentes e solicitem a filiação a Federação Nacional dos Oficiais de Justiça do Brasil.

SINDOJUS/MG
SINDICATO DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA AVALIADORES DO ESTADO DE MINAS GERAIS 
Rua Mato Grosso, 539, Conj. 601/603 • Barro Preto • CEP 30190-080 • Belo Horizonte • Minas Gerais • Telefax (31) 2514-0327 / 2514-0347
E-mails:

SINDOJEPE
SINDICATO DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO
Av. Dantas Barreto, 191 - Sala 105 - Edf. Stº Antônio - Recife-PE - CEP 50010-360 - Fone/Fax: (81) 3424.7551

Postagens populares