terça-feira, 6 de maio de 2014

Oficiais de Justiça do Distrito Federal fundaram o SINDOJUS/DF

Hoje, 06/05, os oficiais de Justiça do Distrito Federal, reunidos em Assembleia Geral, fundaram o Sindicato dos Oficiais de Justiça do Distrito Federal, adotando a sigla SINDOJUS/DF. Ficando ainda designada a data do dia 11/06/2014 para Assembleia Geral de Ratificação da Fundação do SINDOJUS/DF, oportunidades em que toda a categoria poderá participar, votar e ser votado. 

O mandato da Diretoria Provisória terá duração até o dia 11/06/2014, oportunidade em que  ocorrerá a ASSEMBLEIA GERAL DE RATIFICAÇÃO DA FUNDAÇÃO DO SINDICATO DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL.

Todos os oficiais de Justiça do Poder Judiciário da União, atualmente denominados de Analista Judiciário, área Judiciária, especialidade Oficial de Justiça Avaliador Federal poderão participara da Assembleia de Ratificação da fundação do SINDOJUS/DF, independentemente de serem filiados ou não, podendo formar chapas e se candidatarem para qualquer cargo da diretoria executiva ou conselho fiscal. As inscrições das chapas serão feitas na Assembleia Geral e as regras do processo eleitoral e demais decisões serão tomadas por voto da maioria dos presentes.

Necessidade da criação do SINDOJUS/DF

O Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário da União e do Ministério Público da União, denominado Sindjus/DF, tem representação muito ampla, alcançando além do Poder Judiciário da União, também o Ministério Público da União. Por isso o Sindjus tem entre os seus filiados, motoristas, seguranças, diretores de secretarias, telefonistas, médicos, psicólogos, psiquiatras, oficiais de Justiça, entre outras categorias de servidores. Tudo isso é prejudicial a todos, pois não é possível representar tantas categorias, aliás, uma categoria pode ter interesse divergente e conflitante com a outra representada pelo mesmo sindicato.

A criação de Sindicato específico da categoria dos oficiais de Justiça é um direito já reconhecido pelo próprio Ministério do Trabalho e Emprego - MTE, já que existe no Brasil seis estados (SP, PE, MG, PB, ES e CE) em que o órgão do governo federal de controle e registro de entidades sindicais expediu documentos (Cartas Sindicais) legitimando os sindicatos específicos de Oficiais de Justiça.

Há ainda decisões judiciais que dão amparo à criação do Sindicato dos Oficiais de Justiça, pois já houve contestação judicial à criação de sindicatos de categorias específicas, desmembrando-se de outros sindicatos que englobam várias categorias. Um exemplo clássico ocorre nos municípios, onde se tem um único sindicato representando todos os servidores municipais e em seguida são criados outros sindicatos para representar as diversas categorias, tais como os professores, médicos, garis, entre outros.

Por fim, vale citar decisão do Supremo Tribunal Federal, quanto à criação de novos sindicatos e o principio da unidade sindical: “É pacífica a jurisprudência deste nosso Tribunal no sentido de que não implica ofensa ao princípio da unidade sindical a criação de novo sindicato, por desdobramento de sindicato preexistente, para representação de categoria profissional específica, desde que respeitados os requisitos impostos pela legislação trabalhista e atendida a abrangência territorial mínima estabelecida pela CF.” (AI 609.989-AgR, Rel. Min. Ayres Britto, julgamento em 30-8-2011, Segunda Turma, DJE de 17-10-2011.) Vide: RE 202.097, Rel. Min. Ilmar Galvão, julgamento em 16-5-2000, Primeira Turma, DJ de 4-8-2000; RMS 21.305, Rel. Min. Marco Aurélio, julgamento em 17-10-1991, Plenário, DJ de 29-11-1991.”.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

SP: Juíza determina abertura de inquérito para apurar caso de desacato contra oficial de Justiça

O suposto agressor, Severino do MSTU, é vereador da cidade de Mauá

 A juíza da 3ª Vara Cível de Mauá, Fernanda Cristina da Silva Ferraz Lima Cabral, determinou na segunda-feira que a Polícia Civil abra inquérito para investigar o vereador Severino do MSTU (Pros) por desacato e injúria.

A atitude da magistrada está embasada em relato do oficial de Justiça e perito de engenharia Vladimir Surgelas, que diz ter sido agredido e ofendido pelo parlamentar.

Surgelas também descreveu à juíza ter sido humilhado e impedido de realizar seu trabalho pelo vereador durante diligência realizada dia 22 de abril no condomínio Vitoria Mauá C 2 – onde reside o parlamentar. O perito cumpria determinação para verificar existência de vazamentos no local, em acordo com ação impetrada pelo conjunto habitacional contestando o valor da água cobrado pela Foz do Brasil, e identificou ligação irregular em cavalete de água sem hidrômetro, o que impossibilita a cobrança da taxa. A água “furtada” era direcionada a um reservatório de 500 litros e abastecia garagens e o CAC (Centro de Apoio Comunitário) do condomínio, presidido pelo vereador.

No processo, Surgelas afirmou ter sido prensado, empurrado e segurado por Severino quando apontava a irregularidade. “Ele ainda me ameaçou dizendo assim: ‘Você vai ser linchado aqui’”, relatou, em ofício. Antes disso, o oficial de Justiça também informou uma série de ações abusivas do parlamentar para interromper a inspeção. Severino teria perguntado em tom ameaçador quem era o responsável pela “bagunça”. Disse que ele era vereador e não deixaria ninguém entrar no local.

Ainda de acordo com informações do processo, Surgelas afirmou que a Polícia Militar foi acionada, chegou ao local e teve de imobilizar o parlamentar, que se encontrava com ânimos exaltados – recebeu voz de prisão e foi encaminhado ao 2º DP (Distrito Policial). O caso foi registrado no boletim de ocorrência 705/2014.

Severino disse desconhecer o pedido de instauração de inquérito. “Isso já faz muito tempo, foi há mais de 30 dias (ocorrido foi há 11 dias). Esse processo é coisa do condomínio, eu não tenho nada a ver com isso. Na segunda-feira eu vou tomar conhecimento”, declarou o vereador.

Fonte: Diário do Grande ABC

Diretoria Executiva e Conselho Fiscal da FENOJUS reunirá em Belém/PA nos dias 09 e 10/05/2014

Convocação para reunião em Belém-PA
 
O presidente da Fenojus, Sr. João Batista Fernandes de Sousa, no uso de suas atribuições estatutárias, CONVOCA os membros da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal para reunião conjunta a ser realizada na cidade de Belém-PA, na sede do Sindojus-PA, nos dias 09 e 10 de maio às 18:00h

Pauta

1- Informes gerais;
2 - Deliberação sobre os últimos acontecimentos relacionados ao Sindojus-SP;
3 - Resolução 153 do CNJ;
4 - Oficial de Justiça conciliador;
5 - Deliberação sobre o ENOJUS;
6 - Outros assuntos;


Fortaleza, 17 de janeiro de 2014

CNJ julga recurso contra não pagamento pelo cumprimento de mandados na Paraíba

Após dois adiamentos, o Conselho Nacional de Justiça julgará nesta terça-feira, recurso administrativo no pedido de providências formulado pelo Sindicato dos Oficiais de Justiça da Paraíba contra o descumprimento pelo Tribunal de Justiça, da Resolução 153, vigente desde 2012, que prevê o pagamento justo e antecipado do cumprimento dos mandados judiciais referentes à assistência judiciária gratuita, Fazenda Pública e Ministério Público.

O processo é o 50º da pauta de julgamento e conta com pedido de prioridade e sustentação oral por parte do advogado da entidade, João Alberto Cunha Filho. O recurso é fundamentado na incompetência regimental do conselheiro-relator Fabiano Lobo para determinar corte em pagamento de remuneração, bem como "julgar" legalidade ou não do cumprimento do número de mandados oriundos da justiça gratuita equivalente ao valor pago a título de indenização.

Precedentes - Na semana passada, ao julgar pedidos formulados pelo Sindicato dos Oficiais de Justiça e pelo Tribunal de Justiça do Pará, o conselheiro Emmanoel Campelo decidiu pela obrigatoriedade do cumprimento da referida Resolução, ratificando o entendimento firmado em relação ao estado da Bahia, de que os Tribunais devem estabelecer procedimentos para garantir o recebimento antecipado do valor necessário ao custeio das respectivas diligências nos processos oriundos desses órgãos.

"Os Oficiais de Justiça não estão obrigados a arcar em favor da Fazenda Pública, Ministério Público e beneficiários da assistência judiciária gratuita com as despesas necessárias à execução dos atos judiciais, o que de certa forma foi consagrado pela jurisprudência, a exemplo da Súmula 190 do STJ", lembrou. O presidente do Sindojus, Antônio Carlos Santiago destacou a união existente entre as representações estaduais e o apoio da Federação nacional, para impedir os que os Tribunais transmitam o ônus da prestação jurisdicional aos Oficiais, impondo-lhes prejuízo financeiro decorrente do cumprimento de mandados não indenizados devidamente.

Fonte: Paraíba.Com

domingo, 4 de maio de 2014

Oficiais de Justiça de Minas Gerais estão em estado de greve

Foram notificados o presidente eleito do Tribunal, o presidente da ALMG e o procurador geral de Justiça 
 
O SINDOJUS/MG protocolou nesta quarta-feira, 30 de abril, ofício no TJMG comunicando ao presidente, desembargador Joaquim Herculano Rodrigues, a deliberação dos oficiais de justiça avaliadores mineiros, na Assembleia Geral Extraordinária do último sábado, 26, de iniciar o “estado de greve” da categoria a partir da última segunda-feira, 28/04/2014, em decorrência do descumprimento, por parte do Tribunal, do acordo da greve firmado com o Sindicato em 18/04/2013. Comunicou, ainda, sobre os demais encaminhamentos da AGE em relação à mobilização pretendida pela categoria até que sejam cumpridos os principais itens do acordo: envio de anteprojeto de lei à Assembleia Legislativa instituindo a exigência de formação superior para ingresso no cargo de oficial de justiça; e implantação da Resolução 153 do Conselho Nacional de Justiça, que determina aos tribunais a indenização justa e antecipada das despesas de transporte dos oficiais de justiça pelo cumprimento das diligências.

O Sindicato também protocolou ofícios direcionados ao presidente eleito do TJMG, desembargador Pedro Carlos Bitencourt Marcondes, que tomará posse em 30 de junho; ao presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, deputado Dinis Pinheiro; e ao procurador geral de Justiça do estado, Carlos André Mariani Bittencourt. Nesses ofícios, o Sindicato comunica sobre as deliberações da AGE do último sábado, pede o apoio e compreensão dessas autoridades em relação à mobilização dos oficiais de justiça e coloca a entidade à disposição das mesmas “para prestar melhores esclarecimentos e contribuir para a melhoria da prestação jurisdicional”.

Cópias dos ofícios:

- Ao presidente do TJMG

- Ao futuro presidente do Tribunal

- Ao presidente da ALMG

- Ao procurador geral de Justiça
 
InfoJus BRASIL: com informações do SINDOJUS/MG

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