sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Aposentadoria Especial: AOJUS/DF solicitará melhor enquadramento dos oficiais de Justiça no PLP 330/2006

Aojus faz gestões junto ao relator, a fim de melhorar o enquadramento dos oficiais no projeto que trata da aposentadoria especial por atividade de risco

O presidente da AOJUS e Coordenador Jurídico do Sindjus/DF, Alexandre Mesquita, requereu audiência urgente com Deputado Policarpo para tratar do assunto.

Em virtude do substitutivo ao projeto de lei complementar nº 330, de 2006, apresentado pelo deputado Policarpo, que poderá prejudicar a conquista da aposentadoria especial dos oficiais de justiça, a AOJUS faz gestões junto ao relator a fim de dar uma melhor solução ao caso.

No que se refere ao caso dos oficiais de justiça, referido substitutivo, que está pronto para Pauta na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP), restou assim redigido:

“(omissis)
Art. 2º Para os efeitos desta Lei Complementar considera-se atividade que exponha o servidor a risco:

I - a de polícia, exercida pelos servidores referidos nos incisos I a IV do art. 144 da Constituição Federal;

II – a exercida no controle prisional, carcerário ou penitenciário, e na escolta de preso, a exercida por médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais efetivos da administração carcerária ou penitenciária e a exercida pelos servidores da área de execução de ordens judiciais

III - a exercida em guarda municipal;

IV - a exercida em perícia criminal;

V - a exercida pelos profissionais de segurança dos órgãos referidos no art. 51, IV (Câmara dos Deputados), e no art. 52, XIII (Senado Federal), da Constituição Federal;

VI - a exercida pelos servidores do Poder Judiciário e do Ministério Público com atribuições de segurança;

VII – a exercida pelos servidores que exercem atribuições de fiscalização ou auditoria tributária, inclusive previdenciária e do trabalho, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; 

VIII – a exercida por servidores públicos de todos os Entes da federação, cuja atribuição precípua e rotineira compreenda a autoexecutoriedade e a coercibilidade.

(omissis)” (grifo nosso)

Importa salientar que o parlamentar não ouviu os oficiais ao inserir outras categorias no mesmo inciso que os oficiais de justiça e agentes penitenciários, modificando ainda mais a redação original do aludido projeto de lei complementar, fato esse que, com toda certeza, redundará no veto do referido dispositivo, ainda em seu nascedouro, porquanto o Governo já dá nítidos sinais que colocará a sua bancada contra a sua aprovação.

Em reuniões recentes de representantes da nossa categoria com executivos governistas, soube-se do descontentamento do Governo acerca dos desdobramentos que o PLP 330, de 2006, está tomando no Congresso, mormente em virtude de o seu relator, deputado Roberto Policarpo, insistir em ampliar em demasia o leque de categorias beneficiadas, categorias estas que, de acordo com o Governo, não possuem a mínima chance de lograr êxito, ao menos no cenário político atual, e podem prejudicar outras, como o nosso caso, que possuem notório risco em suas atividades.

Sabe-se que o Governo, ainda que timidamente, está aberto a reconhecer a atividade de risco de algumas categorias, dentre elas pode-se incluir os oficiais de justiça, além daquelas apresentadas no PLP original, a depender de um possível acordo envolvendo o Congresso e o Governo.

Em vista dessa premente realidade, não é de boa estratégia, colocar categorias que não foram contempladas no PLP original num mesmo dispositivo, sobretudo em razão da delicadeza que envolve a discussão acerca do direito à aposentadoria especial por atividade de risco das categorias envolvidas, notadamente médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais efetivos da administração carcerária ou penitenciária.

Com efeito, o relator do PLP em relevo precisa ser demovido de sua decisão em apresentar categorias tais como: médicos, enfermeiros, dentistas, etc., no mesmo inciso que os oficiais de justiça, até porque aludidas categorias seriam mais bem enquadradas na modalidade de aposentadoria especial prevista no inciso III, do § 4º, do artigo 40, da CF/88, em decorrência de exercerem suas atividades sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física (questões alusivas à insalubridade e não à atividade de risco), conferindo, assim, uma melhor adequação técnico-legislativa ao(s) substitutivo(s) que pretende apresentar ao projeto de lei complementar enviado pelo Governo que envolve o assunto atinente à aposentadoria especial por atividade de risco.

Clique aqui para conhecer o inteiro teor do projeto de lei da aposentadoria especial.

AOJUS/DF – TRABALHANDO PELA VALORIZAÇÃO DO OFICIAL DE JUSTIÇA AVALIADOR FEDERAL

Fonte: AOJUS/DF

SINDJUS-MA cobra segurança para cumprimento dos mandados judiciais

 
Nesta quinta-feira, 17, Aníbal Lins e Márcio Luis Sousa, diretores do Sindicato dos Servidores da Justiça do Maranhão (SINDJUS-MA), estiveram na Corregedoria Geral da Justiça do Maranhão, na companhia dos oficiais de justiça Aldir Cesar Melo e Ramon Roger Gonçalves. O objetivo da visita foi protocolar um ofício do sindicato contendo várias sugestões que visam assegurar a segurança dos oficiais de justiça, no exercício de seus deveres funcionais, como também resguardar a regular prestação jurisdicional em todas as comarcas maranhenses.

Os oficiais de justiça Aldir Cesar Melo e Ramon Gonçalves são dois notórios exemplos dos riscos a que estes servidores estão submetidos no exercício de suas atribuições legais, a serviço e no interesse da Justiça do Estado do Maranhão, tais como ameaças de morte, sequestro relampago e assaltos a mão armada.

O primeiro vem sofrendo reiteradas ameaças de morte, em razão de ter cumprido um mandado de prisão no Fórum da Comarca de Olinda Nova, onde é lotado. Já o segundo foi vítima de assalto mediante emboscada durante o cumprimento de mandados judiciais na Zona Rural da Comarca de Rosário, onde trabalha, e que resultou na perda de sua moto, telefone celular, carteira porta cédula contendo documentos pessoais e valores, além da subtração de todos os seus mandados judiciais. "Esses e outros casos semelhantes estão sendo acompanhados pela nossa assessoria jurídica e queremos também uma posição da administração do TJMA", declarou Márcio Luis Sousa, tesoureiro do SINDJUS-MA.
"As propostas protocoladas pelo sindicato serão analisadas pelo Corregedor Geral da Justiça do Maranhão, Desembargador Cleones Cunha, que pode preferir levá-las ao conhecimento do Pleno", declarou a juiza auxiliar da CGJ, Isabelle Parga, que recebeu a comitiva do SINDJUS-MA, em razão da ausência do corregedor por motivo de saúde.

A Presidência do SINDJUS-MA encaminhou cópias do ofício também para a Presidência do Tribunal de Justiça do Maranhão, para o Conselho Nacional de Justiça, para a Secretaria de Segurança Pública do Estado do Maranhão e para as entidades de classe de representação nacional dos servidores do Judiciário para seu conhecimento e as providências legais cabíveis.

Para conhecer o inteiro teor das medidas cobradas pelo sindicato, clique aqui.

Fonte: Sindjus-MA

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

SP - MAIS UMA CONQUISTA: Fim dos "ad hoc's"

O início do fim das nomeações ilegais e imorais? 

Após a sustentação oral, no Plenário do Conselho Nacional de Justiça, pela AOJESP, foi aprovada a nomeação dos Oficiais de Justiça do último concurso. Entretanto, no calor dos embates, dentre os ministros, estava o presidente Cezar Peluso que prejudicou a decisão final sobre os Oficiais “ad hoc’s” que a AOJESP sempre combateu tais nomeações.

Naquela discussão acalorada, a ministra Eliana Calmon votaria contra, mas houve maioria pela extinção, já que o presidente influenciara na decisão. 

Entretanto, dá-se início em São Paulo, da extinção desses elementos estranhos ao quadro do serviço público estadual: a partir de 31 de março, estão cassadas as designações de servidores municipais, nominados no Diário de Justiça Municipais de 15/1/2013, fls. 52:
Tudo indica e se espera que o presidente do TJ-SP coloque um fim em tais nomeações ilegais e imorais.

Fonte: AOJESP

Presidente do TJPB anuncia rede de alta velocidade para maior agilidade e ampliação do processo eletrônico

 
Oficiais de Justiça receberão aparelhos PDAs para utilização como GPS

O presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, Desembargador Abraham Lincoln da Cunha Ramos, reuniu a equipe de Tecnologia da Informação, juízes-auxiliares e algumas diretorias para anunciar as ultimas metas à frente do Poder Judiciário Paraibano. Uma delas, que ele considerou das mais importantes é a ampliação da velocidade da rede de internet de 2 para 350 megas, que além de integrar todos os fóruns da Capital às comarcas da Região Metropolitana de João Pessoa, dará uma maior agilidade aos processos e representará uma economia de 1 milhão de reais em apenas cinco anos.

O presidente explicou que a rede de alta velocidade, quando totalmente instalada no interior, irá propiciar a expansão do Processo Judicial Eletrônico(PJe) para todas as unidades judiciárias no Estado. “Atualmente, somente o Juizado Especial Cível de Mangabeira adota o PJe e com essa nova realidade chegará à Vara da Violência Doméstica contra a Mulher em Campina Grande.

O desembargador garantiu que até o dia 20 de janeiro, a rede já estará em funcionamento nos fóruns da Capital e, no mais tardar, no dia 28, será a vez de Campina Grande. “Com a instalação da rede, haverá uma integração instantânea entre as unidades judiciárias da região.
O anúncio foi feito, durante reunião do Comitê Diretor de Tecnologia da Informação (TI), do Tribunal de Justiça , para apresentar e consolidar os resultados do trimestre, em termos de metas programadas e alcançadas. Na ocasião, ele anunciou ainda, a instalação do sistema “Wi -fi” que beneficiou o Fórum Cível da Capital Anexo Administrativo, o TJ, a Corregedoria-geral de Justiça, a Escola Superior da Magistratura (Esma), e as comarcas de Itabaiana, Sousa, Patos, Cajazeiras, Guarabira, Cabedelo, Bayeux, Santa Rita e Campina Grande.

Uma outra iniciativa da atual gestão vai beneficiar todos os oficiais de Justiça na ativa e que cumprem mandados judicial. A partir do dia 18 deste mês, o tribunal vai disponibilizar um aparelho PDAs (Personal Digital Assistente), para uso como GPS. O equipamento foi doado pelo IBGE e deverá auxiliar o oficial na localização de suas tarefas nos bairros e localidades. Além desse benefícios, o presidente anunciou a nomeação de mais 30 servidores na área de Tecnologia da Informação e a aquisição de veículos utilitários “Doblô” para atender cada uma das comarcas que integram as circunscrições.

O diretor de Tecnologia da Informação do Tribunal de Justiça da Paraíba, José Augusto Neto apresentou n, na ocasião, um balanço das atividades do setor que no inicio da atual gestão apresentava 13 pendências junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e que foram cumpridas, faltando apenas a adequação dos contratos de TI .

Fonte: TJPB

São Luís: Justiça desocupa, pela segunda vez, áreas públicas do município invadidas por sem teto

 Em cumprimento à decisão judicial, dois oficiais de justiça, acompanhados de vários homens da Polícia Militar, estiveram no início desta semana em duas áreas públicas do município, invadidas por sem teto, e notificaram os invasores a desocuparem os locais, sob pena do uso de força policial caso a decisão não fosse obedecida.
As áreas, uma próxima ao Setor Belo Horizonte e a outra no Setor Dona Quininha, já haviam sido invadidas no final do ano passado. A maior parte das famílias encontradas pelos oficiais já haviam participado da primeira invasão.
Da primeira vez, os mesmos oficiais notificaram quatro pessoas que participaram do movimento e as advertiram que se fossem pegas novamente invadindo o local elas estariam cometendo o crime de desobediência. Não deu outra, um sem teto, tido como um dos líderes do movimento, identificado por “Elton”, foi detido pelos policiais.
Depois de algemado, ele foi encaminhado à delegacia de polícia, onde foi autuado pelo delegado Vicente Stábile com base no artigo 330, do CPB, por Desobediência. A pena prevista é de detenção de 15 dias a 6 meses e multa. Elton foi liberado e irá responder a um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).
O Capitão Queiroz, subcomandante da 20ª CIPM, falou com esta reportagem. “Fomos solicitados pelos oficiais de justiça da comarca de São Luis de Montes Belos para apoiá-los em uma notificação contra esse pessoal, que novamente entrou nesse terreno público, então estamos aqui dando o apoio a eles. Todos foram notificados da obrigatoriedade de deixarem o local por ordem judicial e foi estipulado um prazo até o final da tarde para que eles cumpram essa determinação. Ao final desse prazo, tanto os oficiais como a polícia retornará ao local para fiscalizar e não sendo cumprido o mandato nós iremos tomar as devidas providências para que eles sejam retirados”, frisou.
Até o final da tarde daquele mesmo dia, a decisão judicial foi cumprida. As duas áreas foram desocupadas pelas famílias que buscam a oportunidade de ter um teto digno para morar. A maior parte destas famílias necessita de moradia, no entanto, boa parte é composta por pessoas oportunistas que aproveitam dos movimentos para lucrarem algum dividendo.
A prefeita de São Luís, Mércia Tatico, foi procurada para comentar a situação, mas ela não estava no município naquele dia. De acordo com sua assessoria, a atual administração não tem nenhuma relação com a situação, uma vez que o problema, que é mais uma herança deixada pela administração anterior, já está na justiça.
Fonte: A voz do Povo

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