📌 InfoJus Brasil — o portal dos Oficiais de Justiça do Brasil
➡️ Siga no Instagram: https://www.instagram.com/infojus.oficial/
📌 InfoJus Brasil — o portal dos Oficiais de Justiça do Brasil
➡️ Siga no Instagram: https://www.instagram.com/infojus.oficial/
O caso ocorreu na última quinta-feira (16) e foi divulgado pela Associação dos Oficiais de Justiça do Estado de São Paulo (AOJESP), com repercussão no portal Migalhas.
Segundo a AOJESP, a diligência era conduzida pela Oficiala de Justiça Kátia Cilene em uma oficina de funilaria onde se encontrava um Chevrolet Cruze objeto da ação judicial.
Após identificar-se ao proprietário do estabelecimento, confirmar que o veículo correspondia ao bem indicado no mandado, realizar a vistoria e lavrar o auto de apreensão, a oficiala nomeou o depositário do veículo. Até então, a diligência ocorria normalmente.
Entretanto, pouco depois, um homem chegou ao local afirmando representar os interesses do possuidor do automóvel e passou a impedir a retirada do bem, recusando-se a aceitar o cumprimento da ordem judicial.
De acordo com o relato divulgado pela AOJESP, a Oficiala de Justiça explicou que a apreensão possuía caráter provisório e que a parte interessada poderia discutir judicialmente a medida pelos meios legais.
Mesmo após as explicações, o homem permaneceu exaltado.
Percebendo o comportamento agressivo, a oficiala posicionou o representante da instituição financeira atrás de si para protegê-lo.
Na sequência, o agressor pegou uma marreta utilizada na oficina e desferiu um golpe contra o representante do banco. Embora a vítima tenha conseguido desviar parcialmente, sofreu ferimentos no rosto e intenso sangramento.
Enquanto a oficiala prestava socorro ao ferido, o agressor tomou as chaves do veículo, entrou no automóvel e fugiu do local. Antes de sair, ainda teria ameaçado a servidora, afirmando que ninguém retiraria o veículo.
Após a fuga, a Oficiala de Justiça acionou a Guarda Civil Municipal, solicitou o cadastramento da placa do veículo no sistema de monitoramento da cidade, acompanhou o atendimento da vítima e registrou a ocorrência na Polícia Civil.
Segundo a AOJESP, a integração entre a Guarda Municipal e a Polícia Civil permitiu localizar o suspeito, recuperar o veículo e efetuar sua prisão.
Posteriormente, a Justiça converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva.
O episódio soma-se a diversos casos recentes de violência registrados durante o cumprimento de ordens judiciais em diferentes estados brasileiros, reforçando as preocupações relacionadas à segurança dos Oficiais de Justiça no exercício de suas atribuições.
As ocorrências evidenciam os riscos enfrentados diariamente pelos servidores responsáveis por dar efetividade às decisões judiciais, muitas vezes em situações de elevada tensão e imprevisibilidade.
Fonte: Portal Migalhas, com informações da Associação dos Oficiais de Justiça do Estado de São Paulo (AOJESP).
Leia a publicação original:
📌 InfoJus Brasil — o portal dos Oficiais de Justiça do Brasil
➡️ Siga no Instagram: https://www.instagram.com/infojus.oficial/
As nomeações contemplam unidades do interior e da Grande São Paulo e representam mais um reforço no quadro de servidores responsáveis pelo cumprimento das ordens judiciais, atividade essencial para a efetividade da prestação jurisdicional.
Os novos Oficiais de Justiça foram destinados às comarcas de Mauá, Guaíra, Viradouro, Pilar do Sul, Mairinque, Cabreúva, Cananéia, Paranapanema, Rancharia, Garça, Jaú, Bariri, Macatuba, Buritama, Franca, Guará, Jardinópolis, Taquaritinga, Casa Branca, Jacareí, Americana, Sumaré e Hortolândia.
Segundo informações divulgadas pela Associação dos Oficiais de Justiça do Estado de São Paulo (AOJESP), as nomeações decorrem, em sua maioria, de vagas abertas em razão de aposentadorias, falecimentos e de cargos anteriormente criados por legislação específica.
De acordo com a AOJESP, a chegada dos novos servidores representa um importante reforço para diversas comarcas paulistas, que convivem há anos com déficit de Oficiais de Justiça e aumento constante da demanda por cumprimento de mandados.
A entidade informou ainda que defende permanentemente a convocação de novos servidores, diante da sobrecarga de trabalho enfrentada pela categoria e da necessidade de recomposição do quadro funcional em diversas unidades judiciais do Estado.
A ampliação do número de Oficiais de Justiça contribui para dar maior celeridade ao cumprimento das decisões judiciais, beneficiando magistrados, advogados, jurisdicionados e toda a sociedade.
A notícia foi publicada originalmente pela Associação dos Oficiais de Justiça do Estado de São Paulo (AOJESP).
Leia a publicação original:
📌 InfoJus Brasil — o portal dos Oficiais de Justiça do Brasil
➡️ Siga no Instagram: https://www.instagram.com/infojus.oficial/
O Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) dará início, em 10 de agosto, ao projeto-piloto de implementação da política de inteligência processual prevista na Recomendação nº 170/2026 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A primeira fase será desenvolvida nas Varas da Fazenda Pública Municipal da comarca de Goiânia, por meio da Central de Mandados Especializados.
O projeto foi apresentado durante reunião realizada na última terça-feira (14), entre o presidente do TJGO, desembargador Leandro Crispim, e o conselheiro do CNJ, Marcello Terto e Silva.
Também participaram do encontro o primeiro vice-presidente do TJGO, desembargador Fabiano Abel de Aragão Fernandes; o corregedor-geral da Justiça de Goiás, desembargador Marcus da Costa Ferreira; e o juiz auxiliar da Presidência, Gustavo Assis Garcia.
A implementação do projeto representa mais uma etapa na consolidação da inteligência processual como atribuição dos Oficiais de Justiça.
A atividade permite a utilização de ferramentas tecnológicas, sistemas eletrônicos e técnicas de pesquisa para localização de pessoas e bens, levantamento de informações relevantes ao cumprimento das ordens judiciais e apoio à efetividade das execuções.
Prevista na Recomendação nº 170/2026 do CNJ, a inteligência processual passou a integrar formalmente o conjunto de atribuições desempenhadas pelos Oficiais de Justiça, ao lado de atividades tradicionais como citações, intimações, penhoras, avaliações, buscas e apreensões, constatações e demais diligências determinadas pelo Poder Judiciário.
Segundo o presidente do TJGO, desembargador Leandro Crispim, o projeto encontra-se em estágio avançado e terá início em 10 de agosto.
Nesta primeira etapa, a atuação ficará concentrada nas Varas da Fazenda Pública Municipal da comarca de Goiânia, com expansão gradual para outras unidades judiciárias do Estado.
A expectativa do Tribunal é que a utilização das novas ferramentas tecnológicas torne mais ágeis e eficientes as diligências de localização de pessoas e bens, contribuindo para aumentar a efetividade das decisões judiciais.
Durante a reunião, o conselheiro do CNJ Marcello Terto e Silva explicou que a proposta envolve a organização dos fluxos de trabalho dos Oficiais de Justiça nas atividades de pesquisa patrimonial e localização de pessoas.
Segundo ele, a experiência desenvolvida pelo TJGO poderá contribuir para a estruturação da política nacional de inteligência processual prevista pelo CNJ, servindo como referência para a implementação das diretrizes da Recomendação nº 170 em outros tribunais.
Após a publicação da notícia oficial do TJGO, o InfoJus Brasil realizou uma pesquisa histórica sobre a evolução da inteligência processual desenvolvida pelos Oficiais de Justiça no Poder Judiciário brasileiro.
O levantamento identificou que diversas iniciativas semelhantes já vinham sendo implementadas anos antes da edição da Recomendação nº 170/2026, demonstrando que a inteligência processual, como atribuição dos Oficiais de Justiça, foi construída gradualmente por diferentes experiências institucionais.
Entre elas destacam-se:
• NIOJ do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL), criado pelo Provimento nº 45/2016 e posteriormente implementado em 2019, considerado uma das primeiras estruturas especializadas de inteligência voltadas exclusivamente à atuação dos Oficiais de Justiça;
• CENOPES do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), criada pelo Provimento nº 19/2018, permitindo que Oficiais de Justiça operassem sistemas eletrônicos de pesquisa patrimonial e restrições judiciais, como BacenJud (atual Sisbajud), Renajud, Infojud, Infoseg e outros convênios;
• Núcleos de Pesquisa Patrimonial da Justiça do Trabalho (NPPs), instituídos pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho por meio da Resolução CSJT nº 138/2014 e posteriormente aperfeiçoados por diversos Tribunais Regionais do Trabalho, com intensa utilização de pesquisas patrimoniais e ferramentas eletrônicas pelos Oficiais de Justiça;
• Grupo de Execução e Inteligência Processual (GEIP) do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), criado em 2025, reunindo pesquisa patrimonial, inteligência processual e atuação operacional dos Oficiais de Justiça;
• NIOJ do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), implantado inicialmente em 2024 para conferir maior efetividade ao cumprimento de medidas protetivas de urgência e posteriormente ampliado para outras comarcas do Estado.
Essas experiências demonstram que a inteligência processual aplicada à atuação dos Oficiais de Justiça já vinha sendo desenvolvida em diferentes modelos organizacionais muito antes da edição da Recomendação nº 170/2026.
Nesse contexto, o projeto anunciado pelo TJGO representa um importante passo para a implementação das novas diretrizes nacionais estabelecidas pelo CNJ, fortalecendo e padronizando práticas que já vinham sendo desenvolvidas por diversos tribunais brasileiros.
Fonte: Tribunal de Justiça do Estado de Goiás.
Leia a publicação original do TJGO:
📌 InfoJus Brasil — o portal dos Oficiais de Justiça do Brasil
➡️ Siga no Instagram: https://www.instagram.com/infojus.oficial/