sábado, 28 de abril de 2012

Cachoeira: oficial de Justiça entregará cópia do inquérito ao Presidente da CPI mista

CPMI do Cachoeira recebe na quarta-feira inquérito do Supremo 

O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira, senador Vital do Rego (PMDB-PB), vai receber na próxima quarta-feira (2), cópia do inquérito que investiga o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO). A decisão de compartilhar o inquérito com a CPMI foi tomada nesta sexta-feira pelo ministro relator do processo no Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandoski.

Por volta das 20h de ontem, um oficial de Justiça esteve na secretaria da CPMI, que funciona no Senado Federal, com cópia do inquérito e do despacho do ministro Lewandoski para entregá-los ao presidente da CPMI. 

Como o senador Vital do Rego está fora de Brasília, o oficial de Justiça fez a citação e marcou a nova data e horário para entregar a cópia do material. A citação foi assinada pelo secretário da CPMI, Dirceu Machado.

Em seguida, o secretário da CPMI comunicou ao senador Vital do Rego que a entrega será feita na quarta-feira da próxima semana. Apenas o senador poderá receber a documentação, uma vez que o despacho do ministro é para que o material seja entregue somente ao presidente da CPMI.

Fonte: Jornal do Brasil

RONDÔNIA: Preso suspeito da morte do oficial de Justiça Baltazar

PRESO - Agentes da DECCV prendem suspeito de assassinar oficial de justiça da capital

Agentes da Delegacia de Homicídios de Porto Velho em operação deflagrada nesta manhã (27) na zona rural de Porto Velho prenderam o sitiante Nelson Souza Barros, suspeito de ter matado o oficial de justiça Baltazar Rossato de 56 anos no ultimo dia 14 de abril.(entenda o caso)
Nelson foi preso em um sitio localizado no km 56 da BR 319 onde o mesmo trabalhava e morava junto com a família. No sitio foram aprendidas duas armas de grosso calibre sendo uma espingarda calibre 12 e outra de calibre 16, que estavam escondidas no alto de um jambeiro dentro de um cano de PVC.
Quando questionado sobre o crime o acusado negou qualquer participação, porém há fortes indícios que o suspeito e a vitima tiveram um desentendimento por causa de uns gados de Baltazar que foram furtados, onde possivelmente Nelson teria envolvimento direto.
A prisão foi efetuada depois que a delegada Leisaloma titular da especializada juntamente com o chefe da divisão de homicídios o delegado Alessandro Morey solicitaram junto à justiça da capital, o mandado de prisão temporária do acusado após investigações.
Na delegacia Nelson presta esclarecimento e será encaminhado para ao presídio de médio porte “Urso Panda” onde ficara a disposição da justiça.

Fonte: Jornal Rondônia ao Vivo

28/04/2012 - Noticiário Jurídico

A Justiça e o Direito nos jornais deste sábado

CPI
O Supremo Tribunal Federal vai enviar o inquérito que investiga o senador Demóstenes Torres à Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga o suposto envolvimento de deputados com o empresário Carlos Cachoeira. Com isso, os parlamentares da CPI e do Conselho de Ética do Senado passam a ter acesso à íntegra das Operações Vegas e Monte Carlo, da Polícia Federal, que apontaram o elo entre Cachoeira, parlamentares e os negócios conduzidos pelo empresário. As informações são dos jornais Folha de S.Paulo, Correio Braziliense, O Estado de S.Paulo e O Globo. 

Cachoeira e a Justiça
Em conversa telefônica gravada por ordem judicial em 16 de agosto do ano passado, Demóstenes afirmou ao empresário Carlinhos Cachoeira que uma decisão do ministro Gilmar Mendes poderia abrir espaço para o governo de Goiás livrar-se de uma dívida de bilhões com a Celg, a distribuidora de energia do estado. O ministro nega que Demóstenes ou qualquer outra pessoa o tenha procurado para falar sobre a questão e diz que a decisão foi tomada com base na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal. O ministro Toffoli, do STF, e outros do Superior Tribunal de Justiça também teriam articulações com o empresário. As informações são da Folha de S.Paulo.

Mais interceptações
O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, disse que o senador Demóstenes Torres recebeu R$ 3,1 milhões do esquema de Carlinhos Cachoeira. Interceptações telefônicas feitas pela Polícia Federal na Operação Monte Carlo indicam que ao menos R$ 1 milhão foi depositado na conta de Demóstenes. A informação faz parte de relatório do Ministério Público Federal. A defesa do senador afirma que a conclusão do procurador é irresponsável e falsa, aponta reportagens dos jornais Correio Braziliense, Folha de S.Paulo, O Globo e O Estado de S. Paulo.

Irmão de Demóstenes
Em outro grampo, gravada no dia 3 de março de 2011, Carlos Cachoeira pede ajuda ao senador Demóstenes Torres para transferir policiais militares acusados de integrar um grupo de extermínio do estado. No diálogo, o senador responde que era precisa esperar o procurador assumir. Dez dias depois, o irmão de Demóstenes, Benedito Torres, passou a ocupar o cargo de procurador-geral do Ministério Público Estadual. Todos os pareceres, porém, foram contrários à transferência, que, mesmo assim, foi autorizada pela Justiça. Os presos foram transferidos para Goiânia em junho de 2011. As informações estão na Folha de S.Paulo de hoje.

Primeira-dama
A mulher do governador do Piauí, Lilian Martins, foi eleita conselheira do Tribunal de Contas do Estado na última sexta-feira (27/4).  Ela é deputada estadual pelo PSB e ocupava até então a Secretaria de Saúde do estado. O Ministério Público contestou a eleição. Segundo a Promotoria, o edital não cumpriu requisitos previstos na Constituição, como exigência de "notório saber jurídico" e ao menos dez anos de função pública. As informações estão no jornal O Estado de S. Paulo e na Folha de S.Paulo.

Come quieto
Em colunas, a Folha de S.Paulo e o Correio Braziliense noticiaram sentença em que juiz mineiro recomenda que homem minta para a mulher, em Divinópolis (MG). Na decisão, o juiz Carlos Roberto Loiola deu dicas sobre como agir para despistar as companheiras. Entre outras sugestões, ele recomenda ao rapaz dizer que está na pescaria com os amigos, inclusive comprar uns peixinhos e umas latas de cerveja. “Ela vai acreditar que ele estava mesmo na pescaria”. 

Mensalão à vista
Como o ConJur havia noticiado (clique aqui para ler), o relator do julgamento do mensalão no STF, o ministro Joaquim Barbosa, pretende colocar em discussão na próxima quarta-feira o formato e o cronograma das sessões plenárias destinadas a análise do processo, informa o Correio Braziliense.

Democracia e imprensa
O colunista Walter Ceneviva, da Folha de S.Paulo, escreveu sobre as expectativas para o mandato do atual presidente do Supremo Tribunal Federal, Carlos Ayres Britto, que expira daqui a sete meses. Ele também enalteceu a proposta do ministro de julgar o mensalão nesse período, e pelo fato de Ayres Britto reconhecer que “os meios de comunicação têm dado cooperação eficiente para apontar erros e deficiências de órgãos públicos e de seus administradores, no cumprimento de seu papel essencial, mesmo quando haja desvios na fidelidade à realidade dos fatos -a prática da democracia terminará corrigindo defeitos”.

Cotas raciais
Em seus editoriais, os jornais Correio Braziliense, O Estado de S. Paulo e O Globo comentaram a decisão do STF de decidir pela constitucionalidade das cotas raciais nas universidades públicas. O jornal carioca considera que o “branco pobre” foi prejudicado com a decisão. “O que fazer com o branco pobre? Este deve torcer para que as promessas oficiais de melhoria do ensino sejam cumpridas”. O Estado de S. Paulo afirma que os verdadeiros “funis” estão nos níveis fundamental e médio. “Países emergentes bem-sucedidos na redução de desigualdades deram atenção prioritária a esse problema. O resto é demagogia”. O Correio Braziliensefoi o único a elogiar a medida, apesar de alertar que o período de implantação das cotas deveria ser firmado. “Além das universidades federais, as demais instituições públicas de ensino superior, embora não sejam obrigadas, devem aderir ao sistema. É forma de incluir os historicamente excluídos”, recomenda o editorial.

Escolha dos ministros
No jornal O Estado de S. Paulo, o artigo “Baixa o nível na Suprema Corte”, do desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Aloísio de Toledo César, critica as escolhas do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva para o Supremo Tribunal Federal. Ele menciona especificamente as indicações de Cezar Peluso e Joaquim Barbosa, que trocaram críticas em público (clique aqui para ler mais no ConJur). “Ou seja, era de esperar que a grandeza do cargo por eles ocupado levasse ao respeito mútuo ou, no mínimo, a uma convivência educada”. Ele também sugere que o Congresso debata novamente a forma de eleger os ministros do STF “pois, nos últimos tempos vem prevalecendo o critério de escolha de pessoas com identidade cultural e política próxima do governante".
Revista Consultor Jurídico, 28 de abril de 2012

sexta-feira, 27 de abril de 2012

TJDFT oferece vários cursos aos servidores

Cursos de pós-graduação entre vários outros são oferecidos pela Escola de Administração Judiciária do DF

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) oferece vários cursos gratuitos aos servidores do tribunal, incluindo pós-gradução e cursos nas áreas do direito, informática, segurança, lingua portuguesa, saúde, gestão, libras, lingua portugesa, etc.

Qualquer servidor do TJDFT pode se inscrever e participar dos cursos, sendo que a maioria dos cursos são presenciais e alguns são ofericidos também na modalidade de ensino à distância (EaD).

Os cursos mais procurados são de pós-graduação que são oferecidos nas modalidades presencial e à distância (EaD).  Ontem (26/04/2012) foi publicado edital com o nome dos servidores que irão participar do Curso de Pós-Graduação em Direito Processual Civil e hoje foi divulgado edital de abertura de uma Turma de Pós-Graduação em Direito Civil (EAD).

O curso de pós-graduação em Direito Civil é em parceria com o CETEB e oferece 60 vagas: 10 são reservadas aos magistrados e 50 aos servidores do TJDFT. As inscrições deverão ser feitas do dia 02 a 04 de maio de 2012.

Exemplos de cursos oferecidos aos servidores do TJDFT:

C&R Advogados discute isenção de IPI para veículos usados por oficiais de Justiça

Representantes do escritório Cassel & Ruzzarin Advogados e lideranças sindicais se reuniram com os responsáveis pela Subsecretaria de Tributação e Contencioso e da Divisão de IPI do Ministério da Fazenda (MF) para pedir a isenção do imposto no caso dos veículos particulares utilizados pelos oficiais no cumprimento de mandados.

Participaram, o advogado Rudi Cassel, que é especialista em Direito do Servidor Público, o presidente da Federação das Entidades Representativas dos Oficiais de Justiça Estaduais do Brasil (Fojebra), Paulo Sérgio Costa da Costa e residente da Federação Nacional das Associações de Oficiais de Justiça Avaliadores Federais (Fenassojaf), Joaquim Castrillon.

O objetivo da audiência foi apresentar a realidade diferenciada pela qual passa o oficial de justiça federal e estadual, colhendo dados sobre a posição do Ministério e as oportunidades de avanço nos projetos de lei que tramitam no Congresso Nacional, prevendo o afastamento do Imposto Sobre Produtos Industrializados, a exemplo do que já ocorre com taxistas e pessoas com deficiência.

Durante o encontro, os dirigentes da Fenassojaf e da Fojebra debateram as peculiaridades da execução de ordens judiciais, demonstrando a economia de custos com aquisição de automóvel pelo Poder Judiciário. Eles também destacarem o grande órgão fazendário volume de arrecadação que ocorre nas execuções fiscais efetivadas pelo oficialato.

Paulo Sérgio e Joaquim Castrillon entregaran memorial elaborado pelo escritório Cassel & Ruzzarin Advogados, protocolado para manifestação da Subsecretaria de Tributação e Contencioso do MF. Anteriormente, esta Subsecretária havia proferido pareceres contrários ao tema, por causa da política restritiva do benefício.

Segundo Rudi Cassel, o Ministério da Fazenda adota a linha contrária a qualquer nova isenção, uma batalha que exige o contato direto com os responsáveis pela posição formal e instrutora da Casa Civil, para o conhecimento dos obstáculos a serem enfrentados.

Outras providências, envolvendo autoridades do Poder Judiciário, Executivo e Legislativo estão agendadas. “Isso representa tema de evidente justiça funcional, considerando que os oficiais rodam milhares de quilômetros por mês no exercício de suas atribuições”, destacou Cassel.

Fonte: Cassel & Ruzzarin

Postagens populares