terça-feira, 11 de novembro de 2014

SP: Oficial de Justiça é agredida durante trabalho

Indivíduo confessou a agressão e disse que se fosse incomodado novamente, mataria a oficial de Justiça

Uma Oficial de Justiça de Votuporanga, de 60 anos, foi agredida fisicamente por E.R.D.M. de 34 anos, durante seu trabalho.

Segundo informações da PM, a mulher foi até a residência do homem, situada na rua Olga Loti de Camargo, no bairro Santos Dumont, para fazer a citação de um mandado de interdição – antecipação de tutela.

Nesse momento, o acusado estava em posse de uma barra de ferro e desferiu um golpe na cabeça da Oficial, lesionando o rosto e o braço da vítima. Em seguida, o mesmo buscou uma faca e danificou o carro dela. Não bastasse ainda, a mulher quase foi agredida com a faca novamente, porém, conseguiu intervir.

A Polícia Militar foi acionada e imediatamente compareceu ao local, onde o acusado confessou o crime e declarou que bateu na mulher. Ele disse que se caso ela lhe incomodasse de novo, iria matá-la.

Segundo a PM, E.R.D.M. é conhecido nos meios policiais.

O indivíduo foi detido pelos militares e a ocorrência foi apresentada ao Plantão Policial.

Paola Munhoz/Votunews

InfoJus BRASIL: Com informações do portal Votunews

4 comentários:

  1. Se isso fosse comigo, esse "cabra safado", já estaria a sete palmos do chão e não teria essa chance de contar vantajem. Tenho porte de arma, e não exitaria em descarregar a minha pitola .380 nos peitos desse elemento covarde. No entanto, antes de alvejá-lo, apenas perguntaria qual a munição dos pentes ele preferiria que eu utilizasse nele, munição ponta oca gold (expolde/ expande dentro do corpo) ou munição ogival silver
    point (perfura mais) ??

    Oficial de Justiça TJ-AL

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    Respostas
    1. Tb sou Oficial de Justiça. Nesse tipo de diligencia (interdição) eu já aterrisso com a policia. Mas tenho um colega que ja deu o seu encaminhamento a um rpeu que partiu para cima dele armado. Levou dois tiros no peito. O colega ficou ferido, mas o réu morreu.

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  2. Sou Oficial em SC e infelizmente diante das diversas negativas da PF e JF em respeitar o nosso direito à vida trabalho armado mesmo sem porte. Que chore a mãe do vagabundo primeiro.

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  3. Concordo plenamente com os colegas. Estão certíssimos.

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