quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Poema em homenagem ao oficial de Justiça


OFICIAL DE JUSTIÇA

Um árduo trabalho para quem o opera,
o direito a ser comunicado para quem espera.
A pé, a cavalo, de moto ou de carro  caminha,
materializando esse direito conforme a linha.
Tentam acabar com a profissão,
mas toda esta tentativa é em vão.
Pois não há justiça sem o seu andar
e isto ninguém poderá negar.
Prisão, penhora, despejo e várias atribuições,
este é o profissional que lida com as emoções.
Como um psicólogo, age com “jogo de cintura”
para tornar a lei uma fonte confiável e segura.
O conhecimento do risco para quem exerce a atividade,
contudo o sentimento de paz ao praticar a humanidade.
Ajudando ao jurisdicionado nos limites da legislação e da norma.
A consciência do papel de cidadania, seja qual for o emprego de sua forma.
Na luta a cada dia em busca de sua valorização,
mesmo que os magistrados ajam em contramão.
Por mais que o obstáculo pareça não acabar,
a verdadeira justiça é que sempre deverá triunfar.
De que adianta uma ordem judicial sem quem a cumpra?
Para nada serviria, estaria sepultada em uma catacumba.
Ao executor de mandados vem dizer este pequeno louvor,
Oficial de Justiça: profissão de muito valor!




JONATHAN PORTO GALDINO DO CARMO
Bacharel em Direito.
Bacharelando em Letras. 

Oficial de Justiça Avaliador. 
Diretor jurídico e Político em exercício.
Diretor Administrativo do SINDOJUS/MG.

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