sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Oficial de justiça é preso suspeito de tráfico de armas em Anápolis, GO

 
Na casa dele foram encontradas 3 carabinas, 2 pistolas e 670 munições.

Suspeito já tem passagens pela polícia por peculato e tentativa de homicídio.


Um oficial de justiça foi preso suspeito de tráfico de armas em Anápolis, a 55 km de Goiânia, no final da tarde de quinta-feira (11).Segundo a polícia, na casa dele foram encontradas três carabinas, duas pistolas e 670 munições.

De acordo com informações da polícia, o suspeito provavelmente agia há muitos anos na cidade, mas, segundo a corporação, o crime só foi descoberto por meios de denúncias. “Nós esperávamos fazer uma apreensão até maior, porque temos informações de que ele comercializa arma de fogo dia e noite aqui na cidade de Anápolis”, relata o delegado Álvaro Cássio dos Santos.

A polícia desconfia que o material apreendido fosse vendido para traficantes e para policiais militares. O suspeito já tem passagens pela polícia por peculato, que é crime contra a administração, e tentativa de homicídio. O suspeito não quis se pronunciar sobre o caso.

Fonte: G1

Anápolis
Oficial de justiça preso por venda de armas

Paulo Nunes Gonçalves de Anápolis 12 de outubro de 2012 (sexta-feira)

O oficial de justiça Francisco Pajeú de Souza, de 50 anos, que trabalha no Protocolo do Fórum de Anápolis, foi preso por volta das 15 horas de ontem, acusado de fornecer armas e munições para marginais que atuam em Anápolis e região. Na casa dele, localizada na Vila Nossa Senhora d’Abadia, Região Sul da cidade - os agentes da Polícia Civil apreenderam três carabinas da marca Rossi - calibres 44, 38 e 22 ; e duas pistolas - uma calibre 38, de fabricação caseira, e uma 22 da marca Rossi. Além das armas, os policiais apreenderam 671 balas intactas, que estavam acondicionadas em cartelas - 470 balas de calibre 38; 80 calibre 32; 80 calibre 25; e 41 balas de calibre 380.

O delegado regional, Álvaro Cássio dos Santos, explicou que o Serviço de Inteligência da Polícia Civil investigava o serventuário da justiça há dois meses. Segundo o policial, Francisco mantinha comparsas que intermediavam a venda das armas e munições. A administração do fórum não estava informada da prisão do oficial de justiça até o encerramento do expediente e não se posicionou sobre o fato.

Fonte: O Popular

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